{"id":17907,"date":"2011-08-31T11:12:00","date_gmt":"2011-08-31T11:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17907"},"modified":"2011-08-31T11:12:00","modified_gmt":"2011-08-31T11:12:00","slug":"publicidade-e-crises","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/publicidade-e-crises\/","title":{"rendered":"Publicidade e crises"},"content":{"rendered":"<p>Olhos na Rua <!--more--> Somos cada dia empurrados para o consumismo e bombardeados por promessas v\u00e3s e ilus\u00f3rias. Entidades bem marcadas pelos seus objectivos, haja em vista os bancos e os correios, foram-se transformando tamb\u00e9m em balc\u00f5es publicit\u00e1rios dos produtos mais variados. Em alguns casos, como por a\u00ed se pode ver, as salas de atendimento mais parecem quermesses e t\u00f4mbolas onde se vende de tudo.<\/p>\n<p>A publicidade \u00e9 um meio leg\u00edtimo e normal para informar, em ordem \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o, produtos de interesse para o p\u00fablico. Parece-me, por\u00e9m, que extravasa do seu objectivo, quando se p\u00f5e ao servi\u00e7o do consumismo exagerado e de um mundo de sonhos f\u00e1ceis. Os bancos, por exemplo, prometem aos seus clientes facilidades, que logo terminam quando surgem processos de insolv\u00eancia. Ent\u00e3o, os insolventes, muitas vezes enganados, deixam de ter rosto para  a institui\u00e7\u00e3o que os aliciou. Outra publicidade critic\u00e1vel \u00e9 a de alguns meios de comunica\u00e7\u00e3o social. Para vender mais, resvalam, conscientemente, para o sensacionalismo, quando n\u00e3o para a mentira, para a falta de cuidado no que dizem. E at\u00e9 resvalam para a porcaria ou para transformar em grandeza social, as mis\u00e9rias humanas dos \u00eddolos de p\u00e9s de barro e dos aspirantes a \u00eddolos.<\/p>\n<p>Muita publicidade, alimentada por respeit\u00e1veis engravatados, vai desfigurando o rosto do pa\u00eds, e ningu\u00e9m lhe pede contas, a menos que lhe toque pela porta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Olhos na Rua<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-17907","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17907","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17907"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17907\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17907"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17907"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17907"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}