{"id":17942,"date":"2011-09-07T10:34:00","date_gmt":"2011-09-07T10:34:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=17942"},"modified":"2011-09-07T10:34:00","modified_gmt":"2011-09-07T10:34:00","slug":"talhadas-agradece-ao-p-e-augusto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/talhadas-agradece-ao-p-e-augusto\/","title":{"rendered":"Talhadas agradece ao P.e Augusto"},"content":{"rendered":"<p>Comunidade <!--more--> O Padre Augusto Fernandes da Costa deixou obra feita em todas as par\u00f3quias por onde passou e concretamente em Talhadas, de onde era natural. A sua calma e experi\u00eancia eram o incentivo que dissipava o medo que sempre existe em empreendimentos dispendiosos. Aqui em Talhadas, aquando do restauro e conserva\u00e7\u00e3o da talha dourada e gravuras do tecto da nave central da igreja paroquial, mudan\u00e7a da telha, pinturas interiores e exteriores, substitui\u00e7\u00e3o do sistema el\u00e9ctrico, etc., insistiu que se iniciassem e fizessem os trabalhos mesmo sem ter dinheiro, que depois das obras iniciadas o dinheiro iria aparecer. Foram investidos 150 mil euros nestas obras de beneficia\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Talhadas deve-lhe muito. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 por ter dado continuidade, mas tamb\u00e9m pelo empenho em restaurar a Igreja onde ele celebrou a sua primeira missa e por gostar da sua terra. Esteve um conv\u00edvio marcado e com inscri\u00e7\u00f5es j\u00e1 feitas para um almo\u00e7o com a sua presen\u00e7a, para lhe prestar a merecida homenagem, mas o seu estado de sa\u00fade sofreu um agravamento. O conv\u00edvio foi adiado e n\u00e3o se concretizou. Uma d\u00edvida que n\u00e3o foi cumprida. Por tudo o que n\u00e3o se fez por ele em vida, o povo crist\u00e3o de Talhadas esteve presente no seu funeral e disse-lhe \u201cmuito obrigado\u201d, ainda que se recordassem as palavras do Padre Augusto: \u00abN\u00e3o se agradece nem elogia a quem bem faz\u00bb.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Afonso, Talhadas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-17942","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17942","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17942"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17942\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17942"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17942"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17942"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}