{"id":18033,"date":"2011-09-21T10:18:00","date_gmt":"2011-09-21T10:18:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=18033"},"modified":"2011-09-21T10:18:00","modified_gmt":"2011-09-21T10:18:00","slug":"ua-estuda-especies-das-profundezas-marinhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/ua-estuda-especies-das-profundezas-marinhas\/","title":{"rendered":"UA estuda esp\u00e9cies das profundezas marinhas"},"content":{"rendered":"<p>Investigadores do Laborat\u00f3rio de Ecologia Marinha e Estuarina (LEME) do grupo do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) \/ Universidade de Aveiro (UA), em colabora\u00e7\u00e3o com a Universidade dos A\u00e7ores, est\u00e1 a desenvolver um projecto que visa estudar a diversidade de esp\u00e9cies nas grandes profundezas do oceano e a forma como essa diversidade vai evoluindo de acordo com os recursos alimentares.<\/p>\n<p>Designado por \u201cCARCACE &#8211; Colonization of mAmmal caRCasses in the deep Atlantic ocEan\u201d, o projecto foi financiado pela Funda\u00e7\u00e3o para a Ci\u00eancia e Tecnologia (FCT), e iniciou-se com o afundamento de carca\u00e7as de vacas em grandes fossos do oceano, no Canh\u00e3o de Set\u00fabal (a aproximadamente dez milhas a sul de Sesimbra) e no Banco submarino Condor, na regi\u00e3o dos A\u00e7ores, ambos a cerca de 1000 metros de profundidade.<\/p>\n<p>Os locais foram escolhidos por neles ocorrem naturalmente a deposi\u00e7\u00e3o de carca\u00e7as de seres marinhos, nomeadamente baleias, e por serem relativamente pr\u00f3ximos da costa portuguesa, tornando-se assim mais econ\u00f3mico e f\u00e1cil a disponibilidade de embarca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Investigadores do Laborat\u00f3rio de Ecologia Marinha e Estuarina (LEME) do grupo do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) \/ Universidade de Aveiro (UA), em colabora\u00e7\u00e3o com a Universidade dos A\u00e7ores, est\u00e1 a desenvolver um projecto que visa estudar a diversidade de esp\u00e9cies nas grandes profundezas do oceano e a forma como essa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-18033","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18033","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18033"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18033\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18033"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18033"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18033"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}