{"id":18048,"date":"2011-09-14T10:02:00","date_gmt":"2011-09-14T10:02:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=18048"},"modified":"2011-09-14T10:02:00","modified_gmt":"2011-09-14T10:02:00","slug":"bispos-apelam-a-coesao-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/bispos-apelam-a-coesao-social\/","title":{"rendered":"Bispos apelam \u00e0 coes\u00e3o social"},"content":{"rendered":"<p>O porta-voz da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa (CEP) apelou em F\u00e1tima \u00e0 \u201ccoes\u00e3o social\u201d para enfrentar o actual momento de crise no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Apesar da \u201cfase delicada\u201d que Portugal atravessa, \u201ctodas as for\u00e7as da sociedade\u201d devem unir esfor\u00e7os para que a situa\u00e7\u00e3o \u201cseja ultrapassada\u201d, disse aos jornalistas o padre Manuel Moruj\u00e3o, no final de uma reuni\u00e3o do Conselho Permanente da CEP, na segunda-feira passada.<\/p>\n<p>Os bispos reconheceram que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 \u201cdelicada\u201d, mas \u201cn\u00e3o \u00e9 tr\u00e1gica nem catastr\u00f3fica\u201d, com o padre Manuel Moruj\u00e3o a sublinhar que \u201cdificuldade \u00e9 diferente de impossibilidade\u201d.<\/p>\n<p>A supera\u00e7\u00e3o deste momento \u201cexige sacrif\u00edcios\u201d, mas uma crise \u201cn\u00e3o \u00e9 um parque de estacionamento\u201d, ela deve ser \u201cconvertida numa etapa de crescimento\u201d, acrescentou o secret\u00e1rio da CEP. A \u201ccoes\u00e3o social\u201d em vez da \u201cdivis\u00e3o\u201d \u00e9 algo priorit\u00e1rio porque \u00e9 na perspectiva do \u201cbem comum que todas as for\u00e7as t\u00eam que trabalhar\u201d, referiu ainda.<\/p>\n<p>Questionado se a Igreja n\u00e3o teme tens\u00f5es sociais como aconteceram nalguns pa\u00edses europeus, o padre Manuel Moruj\u00e3o foi perempt\u00f3rio a considerar que o povo portugu\u00eas &#8211; \u201cpor bom senso, educa\u00e7\u00e3o e temperamento\u201d sabe manifestar-se \u201ccom ordem e n\u00e3o entrar pelo caminho da viol\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>Actualmente, a \u201ccrise d\u00f3i e ainda ir\u00e1 doer mais\u201d, visto que ainda \u201cfaltam implementar\u201d algumas medidas para combater este flagelo. Nenhum grupo social pode ser \u201cparte do problema\u201d, mas \u201cparte da solu\u00e7\u00e3o\u201d e este caminho exige \u201cmuita concerta\u00e7\u00e3o e muito di\u00e1logo\u201d, avan\u00e7ou.<\/p>\n<p>No entanto, o porta-voz da CEP confidenciou que \u201cquem tem mais deve contribuir com mais para que a crise seja ultrapassada\u201d. Como a conflitualidade \u201cn\u00e3o resolve nada\u201d, o padre Manuel Moruj\u00e3o sublinha que a greve \u201c\u00e9 um direito leg\u00edtimo dos trabalhadores, mas s\u00f3 pode ser usada como \u00faltimo recurso\u201d e acrescenta: \u201cN\u00e3o se deve ir para as \u00faltimas solu\u00e7\u00f5es sem passar pelas antepen\u00faltimas e pen\u00faltimas\u201d.<\/p>\n<p>A fase mais cr\u00edtica \u201cainda n\u00e3o chegou\u201d e como a Igreja tem a experi\u00eancia de proximidade, o porta-voz da CEP afirma que \u201ctodas as ajudas \u2013 tanto do governo como de particulares &#8211; s\u00e3o bem-vindas porque s\u00e3o para ajudar os mais necessitados\u201d.<\/p>\n<p>Ag. Ecclesia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O porta-voz da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa (CEP) apelou em F\u00e1tima \u00e0 \u201ccoes\u00e3o social\u201d para enfrentar o actual momento de crise no pa\u00eds. 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