{"id":18353,"date":"2011-10-19T10:16:00","date_gmt":"2011-10-19T10:16:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=18353"},"modified":"2011-10-19T10:16:00","modified_gmt":"2011-10-19T10:16:00","slug":"exposicao-de-ze-penicheiro-em-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/exposicao-de-ze-penicheiro-em-aveiro\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o de Z\u00e9 Penicheiro em Aveiro"},"content":{"rendered":"<p>Artista aveirense por op\u00e7\u00e3o exp\u00f5e na Galeria da Miseric\u00f3rdia, em Aveiro. A exposi\u00e7\u00e3o inclui obras da sua esposa.<\/p>\n<p>Na Galeria da Miseric\u00f3rdia, em Aveiro, est\u00e1 patente ao p\u00fablico, aquela que poder\u00e1 ser a \u00faltima exposi\u00e7\u00e3o de Z\u00e9 Penicheiro, artista pl\u00e1stico que, apesar da idade (90 anos) e da sua d\u00e9bil condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica, continua a pintar, como \u00e9 bem patente nesta exposi\u00e7\u00e3o em que se encontram trabalhos seus bastante recentes.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m dos muitos trabalhos assinados por Z\u00e9 Penicheiro, nesta exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e3o patentes obras da autoria da sua esposa, a artista Carolina Penicheiro. Os temas trabalhados por estes dois artistas s\u00e3o completamente d\u00edspares, denotando estilos muito pr\u00f3prios, mesmo ao n\u00edvel t\u00e9cnico e pict\u00f3rico.<\/p>\n<p>Z\u00e9 Penicheiro, um artista que se considera aveirense por op\u00e7\u00e3o, nasceu na aldeia de Candosa, no concelho de T\u00e1bua, e passou a sua juventude na Figueira da Foz, tendo vivido em Aveiro (em per\u00edodos diversos), Ovar (foi um dos fundadores do carnaval vareiro) e Costa Nova.<\/p>\n<p>Iniciou a sua carreira art\u00edstica como caricaturista e ilustrador. Colaborou em diversas publica\u00e7\u00f5es com os seus cartunes de humor. Criou uma express\u00e3o pl\u00e1stica original, que denomina de \u201ccaricatura em volume\u201d, come\u00e7ando o seu ciclo de exposi\u00e7\u00f5es nesta modalidade a partir de 1948.<\/p>\n<p>No Norte do pa\u00eds, designadamente em Aveiro e Ovar, o artista dedicou-se \u00e0 publicidade criativa e \u00e0 decora\u00e7\u00e3o. Nesta \u00faltima modalidade, assinalou a sua presen\u00e7a na projec\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o de stands e pavilh\u00f5es, feiras e exposi\u00e7\u00f5es nacionais de internacionais.<\/p>\n<p>No per\u00edodo de 1958 a 1968, Z\u00e9 Penicheiro efectuou viagens de estudo a museus e galerias de Madrid, Paris, Zurique e Munique. Em 1958, foi convidado a colaborar em programas culturais televisivos na RTP e em 1982 colaborou no programa \u201cDesenhando com m\u00fasica\u201d. <\/p>\n<p>Em finais da d\u00e9cada de 1960 e in\u00edcio da seguinte, o artista teve uma participa\u00e7\u00e3o activa na vida cultural e art\u00edstica aveirense, onde abriu a primeira galeria de arte privada da cidade tendo sido tamb\u00e9m um dos fundadores do Grupo Aveiro Arte.<\/p>\n<p>No final da d\u00e9cada de 70 regressou \u00e0 regi\u00e3o centro e passou a dedicar-se exclusivamente \u00e0 pintura.<\/p>\n<p>Tem larga representa\u00e7\u00e3o em colec\u00e7\u00f5es particulares espalhadas pelo mundo e em museus nacionais. Z\u00e9 Penicheiro \u00e9 autor de diversos pain\u00e9is e murais dispersos pelo pa\u00eds; um deles encontra-se na Universidade de Aveiro, em frente ao edif\u00edcio da Reitoria. A galeria do Centro Cultural da Figueira da Foz ostenta o seu nome. Este m\u00eas, foi homenageado na sua terra natal, com o descerramento de uma l\u00e1pide na casa onde nasceu.<\/p>\n<p>C.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artista aveirense por op\u00e7\u00e3o exp\u00f5e na Galeria da Miseric\u00f3rdia, em Aveiro. A exposi\u00e7\u00e3o inclui obras da sua esposa. Na Galeria da Miseric\u00f3rdia, em Aveiro, est\u00e1 patente ao p\u00fablico, aquela que poder\u00e1 ser a \u00faltima exposi\u00e7\u00e3o de Z\u00e9 Penicheiro, artista pl\u00e1stico que, apesar da idade (90 anos) e da sua d\u00e9bil condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica, continua a pintar, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-18353","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18353","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18353"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18353\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}