{"id":18590,"date":"2011-11-23T09:52:00","date_gmt":"2011-11-23T09:52:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=18590"},"modified":"2011-11-23T09:52:00","modified_gmt":"2011-11-23T09:52:00","slug":"investigador-da-ua-estudou-gatos-domestico-em-ambientes-naturais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/investigador-da-ua-estudou-gatos-domestico-em-ambientes-naturais\/","title":{"rendered":"Investigador da UA estudou gatos dom\u00e9stico em ambientes naturais"},"content":{"rendered":"<p>A partir de tr\u00eas quil\u00f3metros de casa, o gato prefere arranjar um novo lar. E \u00e9 menos selvagem do que se pensava &#8211; revela estudo.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o de gato dom\u00e9stico em zonas naturais \u00e9 determinada por presen\u00e7a humana, pelo que n\u00e3o circula t\u00e3o livremente em zonas naturais como se pensava, embora continue a significar uma preocupa\u00e7\u00e3o para a conserva\u00e7\u00e3o da natureza, revela um estudo realizado por Joaquim Ferreira, investigador do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (UA) e do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) &#8211; Laborat\u00f3rio Associado, em parceria com investigadores do CBA\/FCUL e espanh\u00f3is (EBD\/CSIC), publicado na PLoS ONE, a maior revista cient\u00edfica de acesso livre com revis\u00e3o pr\u00e9-publica\u00e7\u00e3o, dispon\u00edvel apenas online. <\/p>\n<p>O estudo \u201cFactores associados \u00e0 presen\u00e7a humana regulam as popula\u00e7\u00f5es de gatos dom\u00e9sticos em \u00e1reas naturais\u201d analisou os padr\u00f5es de ocorr\u00eancia e abund\u00e2ncia dos gatos dom\u00e9sticos e o modo como se movimentam em \u00e1reas naturais com baixa densidade humana, mais concretamente no s\u00edtio Rede Natura 2000 \u2013 Zona Especial de Conserva\u00e7\u00e3o de Moura Barrancos. <\/p>\n<p>Para a realiza\u00e7\u00e3o deste estudo, efectuado ao longo de dois anos, foram feitos inqu\u00e9ritos em 128 herdades, para al\u00e9m da captura de mam\u00edferos carn\u00edvoros e r\u00e1dio-seguimento de gatos dom\u00e9sticos na \u00e1rea em estudo.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o demonstrou que a distribui\u00e7\u00e3o e o n\u00famero de gatos dom\u00e9sticos em zonas naturais depende dos recursos disponibilizados pelo homem, sendo a sua ecologia espacial limitada pelo estado de conserva\u00e7\u00e3o dos habitats e pela exist\u00eancia de uma comunidade de carn\u00edvoros silvestres bem preservada. Embora tenham sido vistos gatos dom\u00e9sticos em \u00e1reas naturais longe de habita\u00e7\u00f5es, isso n\u00e3o significa que a\u00ed consigam viver e constituir popula\u00e7\u00f5es assilvestradas. Os investigadores perceberam que os movimentos di\u00e1rios (sobretudo impulsionados pelas f\u00e9meas) se faziam de modo a evitar grandes \u00e1reas de mato e matagais e locais de ocorr\u00eancia de outros carn\u00edvoros, em particular a raposa, e que a maior dist\u00e2ncia percorrida por um macho foi de seis quil\u00f3metros, parando em v\u00e1rias habita\u00e7\u00f5es que ia encontrando. No caso da habita\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima se situar a mais de tr\u00eas quil\u00f3metros da habita\u00e7\u00e3o onde est\u00e1, o gato acaba por permanecer no novo local.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir de tr\u00eas quil\u00f3metros de casa, o gato prefere arranjar um novo lar. E \u00e9 menos selvagem do que se pensava &#8211; revela estudo. 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