{"id":18755,"date":"2011-12-14T09:58:00","date_gmt":"2011-12-14T09:58:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=18755"},"modified":"2011-12-14T09:58:00","modified_gmt":"2011-12-14T09:58:00","slug":"hipolito-andrade-pintor-da-ria-e-mestre-da-aguarela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/hipolito-andrade-pintor-da-ria-e-mestre-da-aguarela\/","title":{"rendered":"Hip\u00f3lito Andrade: pintor da ria e mestre da aguarela"},"content":{"rendered":"<p>Nascido em \u00cdlhavo, no ano de 1933, e actualmente a residir em Ovar, Hip\u00f3lito Andrade foi designado pelo historiador e mestre de Hist\u00f3ria da Arte Moderna, Amaro Neves, como \u201cpintor da Ria de Aveiro e mestre da aguarela em Portugal\u201d.<\/p>\n<p>Hip\u00f3lito Andrade foi evocado por Amaro Neves, nas Jornadas de Hist\u00f3ria Local \u2013 Patrim\u00f3nio Documental Aveiro 2011, que decorreram na Biblioteca Municipal de Aveiro por iniciativa da ADERAV. Este historiador aveirense revelou ao Correio do Vouga que tem pronto para publica\u00e7\u00e3o um livro sobre a vida e obra desse pintor ilhavense \/ ovarense, faltando somente uma editora.   <\/p>\n<p>Hip\u00f3lito Andrade iniciou a sua carreira na escola de desenho, pintura e escultura da Vista Alegre. Ainda jovem, emigrou para Luanda, cidade onde a sua veia art\u00edstica come\u00e7ou a ser notada com a realiza\u00e7\u00e3o de algumas exposi\u00e7\u00f5es individuais, iniciando tamb\u00e9m uma colabora\u00e7\u00e3o prof\u00edcua com a imprensa, como ilustrador. Durante a sua perman\u00eancia em Angola, na d\u00e9cada de 1960, foi distinguido com alguns pr\u00e9mios de pintura.<\/p>\n<p>De regresso ao continente, e com o reconhecimento art\u00edstico j\u00e1 granjeado em Angola, Hip\u00f3lito Andrade afirmou-se como um dos nomes incontorn\u00e1veis da aguarela portuguesa, sendo considerado por Amaro Neves como o \u201cmestre da aguarela em Portugal, entre as d\u00e9cadas de 1970 a 1990\u201d, tendo ainda deixado uma \u201cobra notabil\u00edssima ao n\u00edvel da pintura, do desenho e da caricatura. Fez 115 exposi\u00e7\u00f5es individuais, em Portugal\u201d, tendo tamb\u00e9m exposto n o estrangeiro, com destaque para Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Nos seus quadros, alguns dos quais tamb\u00e9m a \u00f3leo, Hip\u00f3lito Andrade demonstra a sua grande capacidade para o desenho, arte que aperfei\u00e7oou ao limite, com trabalhos not\u00e1veis na \u00e1rea da paisagem, da ria e do meio rural, tendo transposto para a tela as mais diversas paisagens de Portugal, do Minho ao Algarve, e do litoral ao interior serrano. <\/p>\n<p>Hip\u00f3lito de Andrade \u00e9 filho de Armando Andrade, um antigo mestre escultor cer\u00e2mico que se notabilizou na f\u00e1brica de porcelanas da Vista Alegre. Apesar de uma carreira not\u00e1vel nas artes pl\u00e1sticas, Hip\u00f3lito Andrade est\u00e1 praticamente esquecido em \u00cdlhavo, como revelou Amaro Neves ao dizer que \u201cnesta cidade, praticamente ningu\u00e9m sabia identificar o nome\u201d, o mesmo acontecendo com o pai.<\/p>\n<p>C.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascido em \u00cdlhavo, no ano de 1933, e actualmente a residir em Ovar, Hip\u00f3lito Andrade foi designado pelo historiador e mestre de Hist\u00f3ria da Arte Moderna, Amaro Neves, como \u201cpintor da Ria de Aveiro e mestre da aguarela em Portugal\u201d. Hip\u00f3lito Andrade foi evocado por Amaro Neves, nas Jornadas de Hist\u00f3ria Local \u2013 Patrim\u00f3nio Documental [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-18755","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18755","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18755"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18755\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18755"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18755"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18755"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}