{"id":19005,"date":"2012-01-18T15:33:00","date_gmt":"2012-01-18T15:33:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=19005"},"modified":"2012-01-18T15:33:00","modified_gmt":"2012-01-18T15:33:00","slug":"fitas-ou-lacos-como-vives-a-tua-sexualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/fitas-ou-lacos-como-vives-a-tua-sexualidade\/","title":{"rendered":"Fitas ou la\u00e7os&#8230; Como vives a tua sexualidade?"},"content":{"rendered":"<p>\u201cFitas ou La\u00e7os\u2026 Como vives a tua sexualidade?\u201d, foi o tema do segundo Encontro de Forma\u00e7\u00e3o e Anima\u00e7\u00e3o Teol\u00f3gica e Humana (EFATHA II), que contou com a presen\u00e7a e participa\u00e7\u00e3o de trinta e dois animadores. Ao longo do dia a Irm\u00e3 Margarida Ribeirinha, das irm\u00e3s Doroteias, desafiou-nos a escrever e a pensar sobre um tema que tem vindo a ser motivo de especial aten\u00e7\u00e3o ao longo dos \u00faltimos anos. Deixamos algumas reflex\u00f5es.<\/p>\n<p>Chamados \u00e0 vida por amor<\/p>\n<p>A Quest\u00e3o do Princ\u00edpio (Gen1, 26-27). Deus criou o homem e a mulher por amor\u2026 e \u00e9 esta a certeza que trazemos marcada em todo o nosso ser. Ningu\u00e9m nasce por acaso. Todos somos chamados \u00e0 vida por amor\u2026 e Deus chama-nos pelo pr\u00f3prio nome. <\/p>\n<p>O perigo de vivermos <\/p>\n<p>como se f\u00f4ssemos coisas<\/p>\n<p>Coisificamo-nos a n\u00f3s mesmos pela dificuldade de aceitarmos o transcendente na nossa exist\u00eancia&#8230; \u201cCoisificarmo-nos\u201d \u00e9 vivermos como se f\u00f4ssemos coisas&#8230; \u00c9 deixar que os outros nos tratem como coisa que se usa ou esquece consoante os gostos&#8230; \u00c9 n\u00e3o nos darmos a n\u00f3s mesmos o valor que Deus nos d\u00e1&#8230; a totalidade da nossa vida&#8230; para sermos verdadeiramente n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>Eu sou mais <\/p>\n<p>do que o meu corpo<\/p>\n<p>O amor em Deus nunca \u00e9 proibido, desde que seja o verdadeiro amor. Eu sou muito mais que o meu corpo e n\u00e3o me fico no possuir do meu corpo. Por isso, tudo o que toca o meu corpo que me torna feliz, ou tudo o que toca e me faz viver vazio toca todo o meu ser, para um lado e para o outro.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso discernir<\/p>\n<p>Tudo nos \u00e9 permitido, mas nem tudo nos conv\u00e9m. Aqui entra uma coisa a que chamamos discernimento. Escolher o qu\u00ea? Quando toda a gente segue por outros caminhos? Porqu\u00ea outras op\u00e7\u00f5es? A sexualidade coincide com a nossa identidade. Por isso, a import\u00e2ncia de nos questionarmos e fazermos estas perguntas: Quem \u00e9s tu?; Eu tenho um corpo?; Eu sou um corpo?\u201d. <\/p>\n<p>Cuidar \u00e9 op\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Cativar algu\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma arte\u2026 \u00e9 dom. Cuidar essa rela\u00e7\u00e3o de Amizade \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o de Vida.<\/p>\n<p>Deixamos o desafio de ao longo da vida questionar, refletir sobre quem somos e quais as op\u00e7\u00f5es e caminhos que queremos seguir. S\u00f3 assim ser\u00e1 poss\u00edvel viver uma verdadeira sexualidade e uma verdadeira identidade. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cFitas ou La\u00e7os\u2026 Como vives a tua sexualidade?\u201d, foi o tema do segundo Encontro de Forma\u00e7\u00e3o e Anima\u00e7\u00e3o Teol\u00f3gica e Humana (EFATHA II), que contou com a presen\u00e7a e participa\u00e7\u00e3o de trinta e dois animadores. Ao longo do dia a Irm\u00e3 Margarida Ribeirinha, das irm\u00e3s Doroteias, desafiou-nos a escrever e a pensar sobre um tema [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[51],"tags":[],"class_list":["post-19005","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jovens"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19005","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19005"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19005\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19005"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19005"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19005"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}