{"id":19108,"date":"2011-01-26T10:31:00","date_gmt":"2011-01-26T10:31:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=19108"},"modified":"2011-01-26T10:31:00","modified_gmt":"2011-01-26T10:31:00","slug":"felizes-por-recomecar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/felizes-por-recomecar\/","title":{"rendered":"Felizes por recome\u00e7ar"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> Terminada a jornada-maior, eleger o mais alto Magistrado da Na\u00e7\u00e3o, o Presidente da Rep\u00fablica representa a Rep\u00fablica Portuguesa, garante a independ\u00eancia nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das institui\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas e \u00e9, por iner\u00eancia, Comandante Supremo das For\u00e7as Armadas, estamos preparados para enfrentar entusiasticamente, diga-se, cada dificuldade que por a\u00ed vem. <\/p>\n<p>Contrariando algumas opini\u00f5es, e at\u00e9 expectativas, a campanha eleitoral foi esclarecedora de muitos aspectos! E n\u00e3o conseguimos, por falta de espa\u00e7o e de capacidade de an\u00e1lise, apresentar todos.<\/p>\n<p>Fic\u00e1mos a saber que \u00e9 f\u00e1cil ser candidato!<\/p>\n<p>S\u00e3o eleg\u00edveis os cidad\u00e3os eleitores, portugueses de origem, maiores de 35 anos; n\u00e3o \u00e9 admitida a reelei\u00e7\u00e3o para um terceiro mandato consecutivo, nem durante o quinqu\u00e9nio imediatamente subsequente ao termo do segundo mandato consecutivo; as candidaturas para Presidente da Rep\u00fablica s\u00e3o propostas por um m\u00ednimo de 7 500 e um m\u00e1ximo de 15 000 cidad\u00e3os eleitores; as candidaturas devem ser apresentadas at\u00e9 trinta dias antes da data marcada para a elei\u00e7\u00e3o, perante o Tribunal Constitucional.<\/p>\n<p>Com poucos votos, gra\u00e7as ao sistema vigente, pode-se ser eleito.<\/p>\n<p>O Presidente da Rep\u00fablica \u00e9 eleito por sufr\u00e1gio universal, directo e secreto dos cidad\u00e3os portugueses eleitores recenseados no territ\u00f3rio nacional, bem como dos cidad\u00e3os portugueses residentes no estrangeiro desde que esse exerc\u00edcio tenha em conta a exist\u00eancia de la\u00e7os de efectiva liga\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade nacional; o direito de voto no territ\u00f3rio nacional \u00e9 exercido presencialmente porque a absten\u00e7\u00e3o d\u00e1 algum jeito quando se sabe que h\u00e1 uns tantos \u201cfi\u00e9is\u201d!<\/p>\n<p>As fun\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o de grande monta. <\/p>\n<p>Sabemos que pa\u00eds j\u00e1 \u00e9 pot\u00eancia at\u00f3mica! &#8211; pelo menos o Presidente tem  a possibilidade de uso da bomba at\u00f3mica. Essa apanh\u00e1mos! &#8211; Teria sido importante, por parte de todos os elementos das comitivas, comunica\u00e7\u00e3o social inclu\u00edda, um debate sobre as compet\u00eancias do Presidente?!<\/p>\n<p>\u00c0 boa maneira portuguesa, todos os candidatos s\u00e3o nobil\u00edssimos junto dos seus apoiantes e uns dem\u00f3nios para todos os outros.<\/p>\n<p>Quem ningu\u00e9m \u00e9 imaculado! S\u00e3o cidad\u00e3os comuns, uns mais comuns do que outros.<\/p>\n<p>N\u00e3o pressup\u00f5e um Programa mas sim Linhas de Ac\u00e7\u00e3o que passam por\u2026 por\u2026 por\u2026 incentivar os jovens a serem\u2026 jovens!<\/p>\n<p>Por fim, n\u00e3o \u00e9 o Presidente da Rep\u00fablica que resolver\u00e1 os problemas que temos pela frente. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 o Governo. Muito menos a Assembleia da Rep\u00fablica. Nem o Tribunal (seja ele qual for! Mas relevemos o Constitucional). <\/p>\n<p>Ningu\u00e9m vai resolver os nossos problemas porque os problemas, para quem n\u00e3o tem dinheiro, recursos ou efic\u00e1cia produtiva, os problemas s\u00e3o como as desculpas, n\u00e3o se pedem nem se resolvem, evitam-se!<\/p>\n<p>Felizes por recome\u00e7ar? Nem por isso. Afinal ganhou que temos de pior: sem opini\u00e3o (ou os \u201cque se dane\u201d), 4,26%;  nulos, 1,93%;  abstencionistas, 53,57%;&#8230;<\/p>\n<p>Que diabo de candidato!?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-19108","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19108","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19108"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19108\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19108"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19108"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19108"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}