{"id":19262,"date":"2012-01-25T16:10:00","date_gmt":"2012-01-25T16:10:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=19262"},"modified":"2012-01-25T16:10:00","modified_gmt":"2012-01-25T16:10:00","slug":"eles-nao-querem-o-poder-mas-estao-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/eles-nao-querem-o-poder-mas-estao-la\/","title":{"rendered":"Eles n\u00e3o querem o poder mas est\u00e3o l\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>Ma\u00e7onaria <!--more--> Ma\u00e7onaria, sociedade secreta que n\u00e3o tem, como objetivo, conquistar o poder, mas, afinal, eles est\u00e3o l\u00e1!<\/p>\n<p>N\u00e3o sei o que se passa, mas os \u00f3rg\u00e3os da comunica\u00e7\u00e3o social n\u00e3o t\u00eam falado noutra coisa. A ma\u00e7onaria, como sociedade secreta, proibida em Portugal em 1926, existe em Portugal e em v\u00e1rias regi\u00f5es do globo.<\/p>\n<p>Trata-se de uma organiza\u00e7\u00e3o em que entram pessoas depois de uma apertada sele\u00e7\u00e3o. S\u00f3 se \u00e9 admitido na ordem ou na loja depois de certas cerim\u00f3nias de inicia\u00e7\u00e3o. Os adeptos juram nada revelar dos segredos da ordem. Nem o que l\u00e1 se passa. Claro que se falham neste campo, n\u00e3o sei o que lhes acontecer\u00e1\u2026<\/p>\n<p>Uma coisa \u00e9 certa, n\u00e3o t\u00eam como objetivo conquistar o poder. Mas h\u00e1 alguns que l\u00e1 est\u00e3o. Isto faz-me lembrar a avestruz a enfiar a cabe\u00e7a na areia!<\/p>\n<p>A institui\u00e7\u00e3o ma\u00e7\u00f3nica que deve a sua exist\u00eancia a uma confraria de pedreiros construtores que desde o s\u00e9culo VIII percorreram a Europa. Estiveram na origem da constru\u00e7\u00e3o das bas\u00edlicas g\u00f3ticas.<\/p>\n<p>Estas lojas ma\u00e7\u00f3nicas hoje est\u00e3o transformadas em associa\u00e7\u00f5es mutualistas e at\u00e9 filantr\u00f3picas, cuja a\u00e7\u00e3o pouco se nota.<\/p>\n<p>Sob o ponto de vista religioso, n\u00e3o t\u00eam nada. Deus, para o ma\u00e7\u00f3nico, n\u00e3o existe. N\u00e3o lhes diz nada. H\u00e1 mais de cinquenta anos, eu j\u00e1 ouvia dizer \u00e0 minha av\u00f3, que n\u00e3o sabia ler nem escrever, que quem n\u00e3o fosse \u00e0 Missa era ma\u00e7\u00f3nico. N\u00e3o dizia ateu, chamava-lhes ma\u00e7\u00f3nico. Ela l\u00e1 sabia porqu\u00ea.<\/p>\n<p>Da\u00ed, termos a Europa que temos!<\/p>\n<p>O Papa Paulo VI continua ainda a gritar, e continuar\u00e1: \u201cHomens, sede homens\u201d.<\/p>\n<p>Bas\u00edlio de Oliveira, Vagos<\/p>\n<p>Nota da reda\u00e7\u00e3o: A Ma\u00e7onaria remete as suas origens para os pedreiros medievais (\u201cmason\u201d, em ingl\u00eas, e \u201cma\u00e7on\u201d, em franc\u00eas, quer dizer pedreiro), que eram das poucas pessoas que, pela sua pr\u00f3pria profiss\u00e3o, tinham liberdade de movimentos na Idade M\u00e9dia, ou mesmo para os pedreiros que constru\u00edram o templo de Salom\u00e3o (s\u00e9c. X a.C.). Na realidade, a Ma\u00e7onaria moderna e os seus ritos foram inventados nos s\u00e9culos XVII-XVIII em Fran\u00e7a, Inglaterra e Esc\u00f3cia, sem rela\u00e7\u00e3o direta com os construtores de catedrais. Por outro lado, habitualmente diz-se que a ma\u00e7onaria acredita em Deus como \u201cGrande Arquiteto\u201d, mas sem reconhecer a revela\u00e7\u00e3o b\u00edblica. Ou seja, os ma\u00e7ons, do ponto de vista filos\u00f3fico, s\u00e3o de\u00edstas. E os de\u00edstas, na viv\u00eancia di\u00e1ria, n\u00e3o acreditando num deus pessoal, n\u00e3o se distinguem dos ateus e agn\u00f3sticos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ma\u00e7onaria<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-19262","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19262","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19262"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19262\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19262"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19262"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19262"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}