{"id":19499,"date":"2012-02-09T11:18:00","date_gmt":"2012-02-09T11:18:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=19499"},"modified":"2012-02-09T11:18:00","modified_gmt":"2012-02-09T11:18:00","slug":"indispensavel-para-a-animacao-vocacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/indispensavel-para-a-animacao-vocacional\/","title":{"rendered":"Indispens\u00e1vel para a anima\u00e7\u00e3o vocacional"},"content":{"rendered":"<p>Abrir o cora\u00e7\u00e3o. Anima\u00e7\u00e3o vocacional em tempos dif\u00edceis e estimulantes<\/p>\n<p>Juan Carlos Martos<\/p>\n<p>Ed. Paulinas<\/p>\n<p>216 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Estimulante e esclarecedora \u00e9 a leitura deste livro escrito por quem conhece os meandros da anima\u00e7\u00e3o vocacional, concretamente na vizinha Espanha. Estimulante porque inquieta e incomoda a todos os crist\u00e3os e n\u00e3o apenas uma esp\u00e9cie &#8211; em vias de extin\u00e7\u00e3o (digo eu!) &#8211; de animadores e ou promotores vocacionais.<\/p>\n<p>De facto, n\u00e3o podemos fazer as mesmas coisas de sempre e esperar, jubilosamente que seja, resultados diferentes dos anteriores. Dizia-o Einstein, chamando a isso, nada mais nada menos, \u201cloucura\u201d.<\/p>\n<p>Este livro, com pref\u00e1cio do Bispo de Aveiro, \u00e9 um belo contributo para pensar, organizar, estruturar a pastoral vocacional n\u00e3o como um \u00e2mbito isolado da a\u00e7\u00e3o pastoral da Igreja, mas como \u00e2mbito transversal toda a pastoral da Igreja, vivido e exercido solidariamente, em conjunto.<\/p>\n<p>Com exato realismo, que adv\u00e9m da vasta experi\u00eancia do autor, o livro compromete aqueles que s\u00e3o sujeitos da a\u00e7\u00e3o pastoral vocacional. E o sujeito de toda a a\u00e7\u00e3o vocacional \u00e9 toda a comunidade crist\u00e3, chamada a criar uma cultura vocacional.<\/p>\n<p>Identificando as fases de um itiner\u00e1rio vocacional que passou da abund\u00e2ncia, \u00e0 escassez (inverno vocacional) prop\u00f5e-se como caminho a seguir aquilo que se designa de \u201csalto qualitativo\u201d. Este salto baseia-se especialmente nas conclus\u00f5es propostas pelo Congresso das Voca\u00e7\u00f5es, realizado em 1997, e que ainda n\u00e3o imprimiu ritmo \u00e0 a\u00e7\u00e3o da Igreja no seu todo e das igrejas particulares. <\/p>\n<p>At\u00e9 ao momento, li menos de metade das cerca de 200 p\u00e1ginas do livro. Ouso, mesmo assim, apresent\u00e1-lo como \u201cmanual\u201d indispens\u00e1vel para a cria\u00e7\u00e3o de uma cultura vocacional na Igreja, em especial nesta diocese que formamos, e que, inclusivamente, est\u00e1 j\u00e1 a pensar, ao n\u00edvel das suas estruturas, formas e meios de impulsionar essa cultura.<\/p>\n<p>N\u00e3o se trata de um livro para o bispo ler, ou para os padres e as freiras, ou mesmo para os agentes de pastoral mais comprometidos. (Alguns, com certeza, j\u00e1 o leram e aos outros n\u00e3o lhes far\u00e1 mal algum, antes pelo contr\u00e1rio!) Mas \u00e9 um livro para ser lido pelos crist\u00e3os, chamados e vocacionados a ser, neste tempo, instrumentos e mediadores de um Deus que chama, que chama sempre, e que chama porque ama. \u201cNuma Igreja inteiramente vocacional, urge que todos sejam animadores vocacionais\u201d.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Carneiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Abrir o cora\u00e7\u00e3o. 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