{"id":19600,"date":"2012-03-14T15:54:00","date_gmt":"2012-03-14T15:54:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=19600"},"modified":"2012-03-14T15:54:00","modified_gmt":"2012-03-14T15:54:00","slug":"taize-peregrinacao-de-confianca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/taize-peregrinacao-de-confianca\/","title":{"rendered":"Taiz\u00e9, peregrina\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>De 18 a 26 de fevereiro, alunos das escolas secund\u00e1rias, Dr. Jaime Magalh\u00e3es Lima (ESJML), Jos\u00e9 Estev\u00e3o (ESJE), Homem Cristo (ESHC) e M\u00e1rio Sacramento (ESMC), acompanhados por um grupo de professores, foram \u00e0 comunidade de Taiz\u00e9. A atividade, que decorreu no \u00e2mbito da disciplina de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica, teve bastante ades\u00e3o, j\u00e1 que o grupo de Aveiro era o segundo maior de Portugal, numa semana, a de Carnaval, que habitualmente \u00e9 muito concorrida.<\/p>\n<p>A comunidade ecum\u00e9nica de Taiz\u00e9, na localidade francesa com o mesmo nome, foi fundada pelo irm\u00e3o Roger em plena II Guerra Mundial. Hoje, e desde j\u00e1 h\u00e1 alguns anos, Taiz\u00e9 \u00e9 procurada por jovens e pessoas de todas as idades, que ali encontram tempo e espa\u00e7o de reflex\u00e3o, partilha comunit\u00e1ria e conv\u00edvio.<\/p>\n<p>Esta semana foi, sem d\u00favida, um marco na vida de todos estes jovens que ousaram viver algo diferente. Como prova disso mesmo aqui ficam excertos de alguns testemunhos. M.M.<\/p>\n<p>Taiz\u00e9 muda-nos!<\/p>\n<p> \u201cAdorei ter ido a Taiz\u00e9. L\u00e1, aprendi a viver. A viver de uma maneira simples, mas feliz. \u00c9 muito enriquecedor o facto de convivermos com pessoas de outras culturas e de podermos partilhar os nossos pensamentos. Em Taiz\u00e9 tive momentos para me rir, para me divertir, para cantar, para rezar, para refletir, para pensar, para brincar, para comer (o que nem sempre gostava), para servir o outro, para ajudar, para ser EU. Na viagem de regresso, s\u00f3 pensamos se poder\u00edamos voltar para tr\u00e1s. Apesar de \u00e0 primeira vista parecerem o habitual, os jovens aveirenses chegaram com uma nova felicidade e um novo pensamento: Taiz\u00e9 muda-nos!\u201d. <\/p>\n<p>Joana Melo, ESJML<\/p>\n<p>As refei\u00e7\u00f5es n\u00e3o eram<\/p>\n<p>muito boas, mas\u2026<\/p>\n<p>\u201cTaiz\u00e9 foi uma experiencia \u00fanica, nunca antes vivida, para mim foi um momento de grande conv\u00edvio com outras pessoas. As refei\u00e7\u00f5es n\u00e3o eram muito boas, podiam ser melhores, mas eu n\u00e3o me queixei muito porque fez-me pensar nas pessoas que passam fome. Aqueles pratos de que eu n\u00e3o gostava muito, para elas, seriam uma refei\u00e7\u00e3o excelente\u201d.<\/p>\n<p>Nuno Figueira, ESJML<\/p>\n<p>Dependermos uns dos outros faz-nos crescer<\/p>\n<p>\u201cTaiz\u00e9 serve para nos recordar, a n\u00f3s, sociedade tremendamente materializada, de que somos capazes de viver apenas com pequenas coisas, decerto para n\u00f3s insignificantes, mas que t\u00eam uma utilidade \u00fanica na comunidade. O hor\u00e1rio criado em Taiz\u00e9 est\u00e1 de tal maneira bem feito que faz com que os seus visitantes dependam uns dos outros: \u00e9 isto o que nos faz crescidos! Desde as reflex\u00f5es b\u00edblicas aos ensaios dos c\u00e2nticos, dos workshops \u00e0s pr\u00f3prias ora\u00e7\u00f5es, quem vai a Taiz\u00e9 tem de se sentir preparado para come\u00e7ar uma nova rotina, e desta vez, de m\u00e3os dadas com a comunidade. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil, mas carece de trabalho\u201d.<\/p>\n<p>Rui Lopes, ESJE<\/p>\n<p>Temos vontade <\/p>\n<p>de cantar o dia todo<\/p>\n<p>\u201cTaiz\u00e9 foi uma das melhores experi\u00eancias que j\u00e1 tive! Taiz\u00e9 superou as minhas expectativas! Toda aquela uni\u00e3o, partilha, amor, conv\u00edvio e paz que se vive n\u00e3o se explica, sente-se! E as  ora\u00e7\u00f5es ? Em Taiz\u00e9, as ora\u00e7\u00f5es s\u00e3o basicamente c\u00e2nticos, o que as torna \u00fanicas. Os c\u00e2nticos ficam logo na cabe\u00e7a e s\u00f3 temos vontade de os cantar o dia todo. A reflex\u00e3o tamb\u00e9m foi muito importante em todos os aspetos. Deu para refletir sobre v\u00e1rias coisas e orar por aqueles que mais amo! Em Taiz\u00e9, podemos ser tudo e mais alguma coisa, n\u00e3o h\u00e1 distin\u00e7\u00f5es, somos todos iguais, \u00fanicos e especiais. Taiz\u00e9 \u00e9 a prova viva de que as pequeninas coisas nos fazem sorrir, de que n\u00e3o precisamos de \u201cluxo\u201d para sermos felizes ou para nos sentirmos melhor. N\u00e3o importa o local, n\u00e3o importa o que temos, importa sim o que vai na alma de cada uma, importa com quem estamos e importa o que estamos a viver naquele momento, o resto \u00e9 secund\u00e1rio! Taiz\u00e9 \u00e9 uma experi\u00eancia que toda a gente tem de viver!\u201d<\/p>\n<p>Ana Rita, ESJE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 18 a 26 de fevereiro, alunos das escolas secund\u00e1rias, Dr. Jaime Magalh\u00e3es Lima (ESJML), Jos\u00e9 Estev\u00e3o (ESJE), Homem Cristo (ESHC) e M\u00e1rio Sacramento (ESMC), acompanhados por um grupo de professores, foram \u00e0 comunidade de Taiz\u00e9. A atividade, que decorreu no \u00e2mbito da disciplina de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica, teve bastante ades\u00e3o, j\u00e1 que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[51],"tags":[],"class_list":["post-19600","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jovens"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19600","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19600"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19600\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19600"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19600"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19600"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}