{"id":19953,"date":"2012-05-02T16:07:00","date_gmt":"2012-05-02T16:07:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=19953"},"modified":"2012-05-02T16:07:00","modified_gmt":"2012-05-02T16:07:00","slug":"adora-se-a-deus-e-veneram-se-os-santos-que-sentido-se-oculta-na-diferenca-entre-estas-atitudes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/adora-se-a-deus-e-veneram-se-os-santos-que-sentido-se-oculta-na-diferenca-entre-estas-atitudes\/","title":{"rendered":"Adora-se a Deus e veneram-se os santos. Que sentido se oculta na diferen\u00e7a entre estas atitudes?"},"content":{"rendered":"<p>Religiosidade Popular &#8211; 2 <!--more--> De facto, oculta-se uma diferen\u00e7a grande nas atitudes referidas. Os santos s\u00e3o os amigos de Deus que a Igreja reconhece e prop\u00f5e como nossos modelos e intercessores. Por isso nos relacionamos com eles, usufru\u00edmos da sua companhia espiritual e, frequentemente, lhes manifestamos a nossa devo\u00e7\u00e3o em ora\u00e7\u00f5es, festas e ritos. O centro da sua vida \u00e9 Deus, que, em Jesus Cristo, torna acess\u00edvel a abund\u00e2ncia dos seus dons a fim de enriquecer a nossa humanidade.<\/p>\n<p>A verdadeira devo\u00e7\u00e3o aos santos consiste em agradecer ao Senhor as virtudes por eles alcan\u00e7adas e que marcaram as suas vidas, em imitar a amizade que cultivaram para com Deus e para com o pr\u00f3ximo, em pedir a sua intercess\u00e3o em benef\u00edcio de quem est\u00e1 em necessidade, em manifestar publicamente o seu valimento junto de Deus.  <\/p>\n<p>S\u00f3 a partir da f\u00e9 em Jesus Cristo se pode compreender a atitude genuinamente crist\u00e3 de quem \u00e9 devoto dos santos. O centro da sua vida \u00e9 o amor com que Deus nos ama e do qual \u00e9 prova sublime o seu Filho Jesus. O devoto est\u00e1 chamado a apreciar este amor que se faz servi\u00e7o e a Igreja continuamente nos apresenta como forma de venerar aqueles que evocamos como exemplo a imitar e companhia a apreciar.<\/p>\n<p>No culto genu\u00edno aos santos, tudo procede de Deus e a Deus deve dirigir-se. Tudo e todos. S\u00f3 Deus \u00e9 adorado, isto \u00e9, reconhecido pelo homem\/mulher como fonte da vida, criador da natureza e protagonista principal da hist\u00f3ria da salva\u00e7\u00e3o que se realiza no tempo e atinge a plenitude na eternidade. A adora\u00e7\u00e3o dirigida a Deus \u00e9 feita ao Pai, ao Filho Jesus e ao Esp\u00edrito Santo. As pessoas divinas na sua unidade e na sua trindade s\u00e3o adoradas pela Igreja com uma diversidade grande de gestos e ritos. Basta lembrar a piedade popular em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Eucaristia: missa, reserva no sacr\u00e1rio e visita, comunh\u00e3o aos doentes, prociss\u00f5es e b\u00ean\u00e7\u00e3o do Sant\u00edssimo Sacramento. <\/p>\n<p>A grandeza humana adquire um especial sentido quando se reconhece tal qual \u00e9 perante Aquele que a enriquece com os seus dons, quando assume a nobre miss\u00e3o de corresponder com esfor\u00e7o e confian\u00e7a. Quando assim n\u00e3o acontece e na devo\u00e7\u00e3o popular o santo toma o lugar de Deus, de Jesus ou do Esp\u00edrito Santo, d\u00e1-se uma clara invers\u00e3o de valores que desfoca e, por vezes, nega a f\u00e9 crist\u00e3, desfigura o ser humano e a miss\u00e3o da Igreja.   <\/p>\n<p>Na pr\u00f3xima semana: Que valor se reserva nas peregrina\u00e7\u00f5es a F\u00e1tima e a outros locais de culto?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Religiosidade Popular &#8211; 2<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-19953","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19953","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19953"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19953\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19953"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19953"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19953"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}