{"id":19999,"date":"2012-05-02T16:13:00","date_gmt":"2012-05-02T16:13:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=19999"},"modified":"2012-05-02T16:13:00","modified_gmt":"2012-05-02T16:13:00","slug":"na-imprensa-126","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/na-imprensa-126\/","title":{"rendered":"Na Imprensa"},"content":{"rendered":"<p>As comunidades cat\u00f3licas vivas assentam em tr\u00eas pilares. O primeiro tem que ver com uma f\u00e9 viva e esclarecida, capaz de dar raz\u00f5es. Neste dom\u00ednio, penso que a Universidade Cat\u00f3lica poderia cumprir melhor as suas responsabilidades. O outro diz respeito \u00e0 pr\u00e1tica do amor. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que os cat\u00f3licos tanto a n\u00edvel institucional como a n\u00edvel individual e familiar t\u00eam sido exemplares no atendimento \u00e0s car\u00eancias dos mais desfavorecidos. Mas n\u00e3o basta: n\u00e3o deixa de impressionar que, se, quanto ao sentido da vida e \u00e0 moral humanit\u00e1ria ou aos valores altru\u00edstas, a influ\u00eancia da religi\u00e3o se manifesta forte, \u00e9 d\u00e9bil quanto ao sentido c\u00edvico-pol\u00edtico, o que leva \u00e0 pergunta: s\u00e3o s\u00f3 os 20% n\u00e3o cat\u00f3licos os respons\u00e1veis pela atual crise dram\u00e1tica do pa\u00eds? O terceiro pilar tem que ver com as celebra\u00e7\u00f5es: aqui, imp\u00f5e-se um enorme investimento a fazer tanto nas homilias como na m\u00fasica, na sua dignidade e beleza.<\/p>\n<p>Anselmo Borges<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 28-04-2012<\/p>\n<p>Se encararmos as pessoas com olhos club\u00edsticos, moralistas ou partid\u00e1rios, tendemos a classific\u00e1-las e a julg\u00e1-las segundo a proximidade ou afastamento do grupo a que pertencemos. \u00c9 normal. Mas se n\u00e3o formos intolerantes e tivermos a liberdade religiosa como um valor fundamental, n\u00e3o ofenderemos ningu\u00e9m com as nossas prefer\u00eancias, nem com o testemunho p\u00fablico das nossas convic\u00e7\u00f5es mais profundas.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 30-04-2012<\/p>\n<p>[No caso BPN,] a discuss\u00e3o pol\u00edtica \u00e9 importante. Mas o verdadeiramente fundamental \u00e9 que, em qualquer circunst\u00e2ncia, se apure no plano judicial tudo aquilo que houver para apurar. N\u00e3o \u00e9 toler\u00e1vel que na sociedade portuguesa continue a fazer caminho a perigosa ideia de que a justi\u00e7a \u00e9 cega perante os poderosos. As evid\u00eancias deste caso s\u00e3o muitas. Os cidad\u00e3os n\u00e3o deixar\u00e3o de estar atentos quer \u00e0 coragem dos pol\u00edticos quer \u00e0 vontade dos investigadores.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Marcelino<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 28 -04-2012<\/p>\n<p>Em dois anos, a austeridade fez cair dez Governos da Uni\u00e3o, e em dois desses casos, Gr\u00e9cia e It\u00e1lia, as elei\u00e7\u00f5es foram dispensadas para evitar males maiores. \u00c0 custa deste modo de fazer as coisas crescem os radicais de esquerda e de direita. Crescem em Fran\u00e7a, dominam na Holanda e amea\u00e7am acabar com a maioria tradicional na Gr\u00e9cia entre socialistas e conservadores. No Norte e no Leste da Europa h\u00e1 sinais preocupantes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 extrema-direita.<\/p>\n<p>Paulo Baldaia<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 29-04-2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As comunidades cat\u00f3licas vivas assentam em tr\u00eas pilares. 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