{"id":20111,"date":"2012-05-16T15:57:00","date_gmt":"2012-05-16T15:57:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=20111"},"modified":"2012-05-16T15:57:00","modified_gmt":"2012-05-16T15:57:00","slug":"historia-para-recordar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/historia-para-recordar\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria para recordar"},"content":{"rendered":"<p>Olhos na Rua <!--more--> Estava a ver os que tinha \u00e0 minha frente, a pensar nos que estavam longe e tamb\u00e9m me tocam, a recordar os milhares que, por esse pa\u00eds fora, passaram pelo Semin\u00e1rio. Antigos alunos, com as suas associa\u00e7\u00f5es,  regressam, em grande n\u00famero e ciclicamente, \u00e0 casa e escola dos seus in\u00edcios. Com as limita\u00e7\u00f5es do tempo, reconhecem que o semin\u00e1rio transmitiu valores, deu h\u00e1bitos de trabalho e capacidade de organizar a vida. Quando os estudos n\u00e3o eram reconhecidos pelo governo de Salazar, muitos deles foram her\u00f3is para se habilitarem a empregos e continuar estudos de outro grau. As dioceses sabiam que muitos n\u00e3o seriam sacerdotes. Nem por isso deixaram de ter portas abertas para os que procuravam o semin\u00e1rio, por vezes a \u00fanica hip\u00f3tese de ir mais al\u00e9m para jovens de muitas fam\u00edlias modestas que viviam em meios rurais. <\/p>\n<p>Hoje ocupam ou ocuparam lugares de relevo no pa\u00eds e at\u00e9 fora. S\u00e3o advogados, professores, magistrados, m\u00e9dicos, empres\u00e1rios, pol\u00edticos, autarcas e com profiss\u00f5es \u00fateis \u00e0 sociedade. Todos, mesmo os que ficaram em posi\u00e7\u00f5es mais modestas, testemunham o que devem ao seu semin\u00e1rio e como a\u00ed enfrentaram o desafio de uma decis\u00e3o para o futuro. O semin\u00e1rio que abriu portas para entrar, n\u00e3o as fechou para os que foram optando por outros caminhos, nem deixou de os acolher sempre e, no poss\u00edvel, de os ajudar a enfrentar a vida com os seus desafios. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Olhos na Rua<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-20111","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20111","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20111"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20111\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}