{"id":20112,"date":"2012-05-23T14:53:00","date_gmt":"2012-05-23T14:53:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=20112"},"modified":"2012-05-23T14:53:00","modified_gmt":"2012-05-23T14:53:00","slug":"forma-de-viver","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/forma-de-viver\/","title":{"rendered":"Forma de viver"},"content":{"rendered":"<p>O cristianismo n\u00e3o surgiu como uma doutrina, mas como uma forma pr\u00f3pria e original de viver, como um modo de seguir uma pessoa singular, Jesus Cristo, apaixonado por quanto Ele fez e ensinou.<\/p>\n<p>As comunidades iniciais perceberam a mensagem. O enraizamento da sua vida na Palavra, na Ora\u00e7\u00e3o, na Eucaristia, gerava nos seus membros uma alegria interior mobilizadora e tornava o seu testemunho de vida comunit\u00e1ria contagiante. Quando pareceram surgir desequil\u00edbrios, que poderiam p\u00f4r em causa esta harmonia, logo o modelo organizativo, a consagra\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os, vieram obviar \u00e0 necessidade de manter esta coes\u00e3o, sentido de perten\u00e7a e coopera\u00e7\u00e3o m\u00fatua.<\/p>\n<p>\u00c9 not\u00f3rio que esta forma de vida interpelava fortemente os que n\u00e3o pertenciam \u00e0 comunidade ou que eram mesmo estranhos a esta nova forma de express\u00e3o religiosa. Por isso, aumentava todos os dias o n\u00famero daqueles que \u201caderiam \u00e0 f\u00e9\u201d. N\u00e3o se tratava de uma inscri\u00e7\u00e3o na \u201cnova seita\u201d; era, antes, uma ades\u00e3o reverente da intelig\u00eancia e da vontade a um estilo de vida novo. De corpo e alma, movidos pelo desejo de uma vida com sentido e esperan\u00e7a, em busca da saciedade para tantas formas de fome insaciadas!<\/p>\n<p>Vivemos, no passado domingo, uma experi\u00eancia de Igreja Diocesana provavelmente \u00edmpar, na hist\u00f3ria da Diocese. Pelo menos, uma experi\u00eancia extraordin\u00e1ria. N\u00e3o s\u00f3 pelo n\u00famero de pessoas que acorreram ao Col\u00e9gio de Calv\u00e3o, apesar do tempo adverso, mas sobretudo pela sintonia e pelo esp\u00edrito de jovialidade e alegria que se respirava em todos os recantos. Gra\u00e7as a Deus, por este sinal de Igreja viva!<\/p>\n<p>A quest\u00e3o que, de ora em diante, teremos de colocar \u00e9 se, na correspond\u00eancia ao eco de um F\u00e9\u2019stival jovem (no s\u00e1bado), sob o signo do \u201cIde! Fazei disc\u00edpulos!\u201d, e ao mandato do nosso Bispo \u201cConvoco-vos para a miss\u00e3o\u201d, todos n\u00f3s estamos dispon\u00edveis para trilhar o caminho do discipulado, aderindo incondicionalmente a esta nova forma de vida, para fazermos e darmos, assim, cr\u00e9dito ao que possamos anunciar (ensinar), para que o impulso novo, a linguagem nova, a atitude nova, constituam, de verdade, uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A alegria manifestada n\u00e3o pode esgotar-se em gestos rituais, em marketing aliciante, que poder\u00e3o deixar at\u00f3nitos os circunstantes, mas n\u00e3o lhes oferecer\u00e3o motivos de interesse e inquieta\u00e7\u00e3o na sua busca de sentido. Importa \u201caliciar\u201d pela transpar\u00eancia de uma vida com horizontes e pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias inquestion\u00e1veis, que deem rosto sem confus\u00f5es ao Amor divino por todos e cada um dos humanos. Quando os indiferentes, os c\u00e9ticos, os descrentes puderem dizer sem reservas \u201cvede como eles se amam\u201d, a nova evangeliza\u00e7\u00e3o estar\u00e1 na rua e os seus frutos se multiplicar\u00e3o. <\/p>\n<p>A Igreja de Aveiro est\u00e1 viva! A sociedade de Aveiro espera a comunica\u00e7\u00e3o dessa vida esperan\u00e7osa, como contributo real ao renascer do otimismo, da alegria de futuro!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cristianismo n\u00e3o surgiu como uma doutrina, mas como uma forma pr\u00f3pria e original de viver, como um modo de seguir uma pessoa singular, Jesus Cristo, apaixonado por quanto Ele fez e ensinou. As comunidades iniciais perceberam a mensagem. 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