{"id":2034,"date":"2010-06-09T11:43:00","date_gmt":"2010-06-09T11:43:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=2034"},"modified":"2010-06-09T11:43:00","modified_gmt":"2010-06-09T11:43:00","slug":"riqueza-incomensuravel-da-ternura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/riqueza-incomensuravel-da-ternura\/","title":{"rendered":"Riqueza incomensur\u00e1vel da ternura"},"content":{"rendered":"<p>Uma pedrara por semana <!--more--> Hoje conto uma hist\u00f3ria. \u201cUm menino de 4 anos tinha um vizinho idoso a quem falecera dias antes a esposa. Ao v\u00ea-lo chorar, o menino foi para o quintal dele e sentou-se simplesmente no seu colo. Quando a m\u00e3e lhe perguntou o que tinha dito ao velhinho, ele respondeu: Nada. S\u00f3 o ajudei a chorar.\u201d<\/p>\n<p>Um escritor de nome, convidado como jurado de um concurso de crian\u00e7as, deixou-nos esta preciosidade como gesto inef\u00e1vel da crian\u00e7a premiada.<\/p>\n<p>Sobram coment\u00e1rios. \u00c9 isto que n\u00e3o deixa que o mundo se afogue. Uns dispensam os filhos, outros escandalizam as crian\u00e7as, outros p\u00f5em veneno em tudo, sabendo que elas o ir\u00e3o beber\u2026 Deus vela por elas atrav\u00e9s de quem \u00e9 capaz de as amar sem condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O melhor do mundo, disse o poeta, s\u00e3o as crian\u00e7as. <\/p>\n<p>Quem as faz andar em terras desertas e frias para poderem ter escola n\u00e3o pensa assim. Quem deixa que a fam\u00edlia se degrade ou at\u00e9 contribua para isso n\u00e3o pensa assim.<\/p>\n<p>Quem n\u00e3o tem sensibilidade para perceber a riqueza dos gestos de ternura n\u00e3o pensa assim.<\/p>\n<p>Amanh\u00e3 \u00e9 Dia de Portugal. A riqueza do pa\u00eds s\u00e3o as pessoas. Mais ainda, as crian\u00e7as. S\u00f3 elas s\u00e3o capazes de ajudar a chorar. E, neste chorar, aliviam a dor que mais d\u00f3i, a da saudade de quem se ama. <\/p>\n<p>S\u00f3 o amor puro das crian\u00e7as.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pedrara por semana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-2034","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2034","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2034"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2034\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2034"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2034"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2034"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}