{"id":20421,"date":"2012-06-21T10:20:00","date_gmt":"2012-06-21T10:20:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=20421"},"modified":"2012-06-21T10:20:00","modified_gmt":"2012-06-21T10:20:00","slug":"sentar-para-pensar-e-agir-melhor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/sentar-para-pensar-e-agir-melhor\/","title":{"rendered":"Sentar para pensar e agir melhor"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> H\u00e1 muitas formas de pensar, refletir, amadurecer ideias! Tamb\u00e9m h\u00e1 diversas express\u00f5es para identificar o ato de ponderar, de reconhecer o processo mental ou faculdade do sistema mental em que os seres modelam o mundo, recriam metas, planos e desejos. O conceito de cogni\u00e7\u00e3o, consci\u00eancia, ideia, imagina\u00e7\u00e3o. O pensamento \u00e9 considerado a express\u00e3o mais \u201cpalp\u00e1vel\u201d do esp\u00edrito humano, pois atrav\u00e9s de imagens e ideias pode ajudar a descobrir a pessoa, as suas inten\u00e7\u00f5es, a vontade, os valores, o sonho! E, evocando Carlos de Oliveira, cantado por Manuel Freire, clamado por Manuel Alegre, este basti\u00e3o pode ser inquebrant\u00e1vel pouco ou nada pode se consegue h\u00e1 machado que corte a raiz, isto \u00e9, n\u00e3o h\u00e1 machado que corte a raiz ao pensamento!<\/p>\n<p>Mais do que uma contesta\u00e7\u00e3o, sentar para pensar, \u00e9 uma urg\u00eancia!<\/p>\n<p>Teria acolhimento parar, sem que isso significasse quietude, para aprofundar a causa das coisas e as potencialidades das pessoas?!<\/p>\n<p>H\u00e1 valor acrescentado que a transversalidade potencia para a realiza\u00e7\u00e3o de um projeto, diverso na consecu\u00e7\u00e3o, \u00fanico nos produtos: uma sociedade justa e solidariamente sustentada.<\/p>\n<p>Poder-se-ia congregar as pessoas no que as motiva; identificar as motiva\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es; partilhar modelos de organiza\u00e7\u00e3o; reconhecer pluralidades de processos e objetivos; apurar, como resultado, uma iniciativa que ajudasse, com uma vis\u00e3o mais ampla, a solucionar um problema (coletivo)!<\/p>\n<p>Por tudo o que vai emergindo, a crise verdadeiramente est\u00e1 na representa\u00e7\u00e3o, nas figuras representativas de institui\u00e7\u00f5es, em quem os cidad\u00e3os delegaram o exerc\u00edcio do poder, a confian\u00e7a da representa\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Est\u00e1 na hora de congregar as pessoas, de recrusceder a confian\u00e7a, ser protagonista na comunidade que nos socializa!<\/p>\n<p>Pode-se fazer melhor na escola, na fam\u00edlia, na sa\u00fade, na economia, no emprego, na sustentabilidade comum,\u2026 com valores sociais e pessoais!<\/p>\n<p>Como?<\/p>\n<p>Pensar, ouvir todos, fazer tudo para que os mais capazes possam governar o mundo!<\/p>\n<p>A representa\u00e7\u00e3o dos processos de democratiza\u00e7\u00e3o ocorridos ao longo do s\u00e9culo XIX e XX n\u00e3o passa do direito dos cidad\u00e3os elegerem os representantes e membros dos \u00f3rg\u00e3os do Estado. Ou seja, a representa\u00e7\u00e3o (pol\u00edtica) \u00e9 o modelo encontrado para, quem tem o poder, as pessoas, verdadeiros titulares do poder, confiarem, pelo voto, as decis\u00f5es nas op\u00e7\u00f5es dos governantes. Por\u00e9m, a \u201crepresenta\u00e7\u00e3o\u201d enriqueceu, \u201caristocratizou-se em oligarquias\u201d, caiu! <\/p>\n<p>\u00c9 urgente refundar a representa\u00e7\u00e3o; parar para pensar. H\u00e1 um novo modelo que interessa aprofundar, fazer emergir; entre todos, um dos que mais poder\u00e1 servir as pessoas, ser\u00e1 o modelo de \u201cmiss\u00e3o\u201d!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-20421","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20421","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20421"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20421\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20421"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20421"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20421"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}