{"id":20647,"date":"2012-09-12T15:20:00","date_gmt":"2012-09-12T15:20:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=20647"},"modified":"2012-09-12T15:20:00","modified_gmt":"2012-09-12T15:20:00","slug":"uniao-europeia-decide-futuro-do-bacalhau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/uniao-europeia-decide-futuro-do-bacalhau\/","title":{"rendered":"Uni\u00e3o Europeia decide futuro do bacalhau"},"content":{"rendered":"<p>Amanh\u00e3, na Comiss\u00e3o Europeia vai ser decidido o futuro da cura tradicional de bacalhau salgado seco como \u00e9 praticada em Portugal, j\u00e1 que ser\u00e1 votada uma proposta, apresentada pela Noruega e pela Dinamarca, que, a ser aprovada, poder\u00e1 acabar com o bacalhau salgado seco como ele \u00e9 conhecido em Portugal.<\/p>\n<p>A proposta desses dois pa\u00edses escandinavos, grandes produtores de bacalhau, tem por objetivo permitir a utiliza\u00e7\u00e3o de polifosfatos em peixe de salga h\u00famida, ou seja, caso seja aprovada, ir\u00e1 permitir o uso de aditivos qu\u00edmicos na elabora\u00e7\u00e3o do bacalhau seco, cuja cura tradicional, como \u00e9 praticada na regi\u00e3o de Aveiro, \u00e9 feita totalmente por m\u00e9todos naturais.<\/p>\n<p>Em Portugal, a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o de bacalhau, vulgarmente conhecida por \u201csecas de bacalhau\u201d, fatura anualmente cerca de 400 milh\u00f5es de euros, exportando quase dez mil toneladas de bacalhau seco. O setor emprega mais de 1.800 trabalhadores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amanh\u00e3, na Comiss\u00e3o Europeia vai ser decidido o futuro da cura tradicional de bacalhau salgado seco como \u00e9 praticada em Portugal, j\u00e1 que ser\u00e1 votada uma proposta, apresentada pela Noruega e pela Dinamarca, que, a ser aprovada, poder\u00e1 acabar com o bacalhau salgado seco como ele \u00e9 conhecido em Portugal. A proposta desses dois pa\u00edses [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-20647","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20647","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20647"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20647\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20647"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20647"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20647"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}