{"id":20771,"date":"2012-09-26T16:53:00","date_gmt":"2012-09-26T16:53:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=20771"},"modified":"2012-09-26T16:53:00","modified_gmt":"2012-09-26T16:53:00","slug":"loucura-e-fraqueza-aparentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/loucura-e-fraqueza-aparentes\/","title":{"rendered":"Loucura e fraqueza aparentes"},"content":{"rendered":"<p>Texto <!--more--> O que \u00e9 tido como loucura de Deus \u00e9 mais s\u00e1bio que os homens, e o que \u00e9 tido como fraqueza de Deus \u00e9 mais forte que os homens (1Cor 1,25). Sim, a cruz \u00e9 uma loucura e uma fraqueza, mas s\u00f3 aparentemente. [&#8230;] A doutrina da cruz conquistou os esp\u00edritos de todo o mundo por meio de pregadores ignorantes. Esta doutrina abriu uma escola onde n\u00e3o se tratava de quest\u00f5es banais, mas de Deus e da verdadeira f\u00e9, da vida segundo o Evangelho, e do julgamento futuro. Assim, a cruz transformou em fil\u00f3sofos pessoas simples e iletradas. \u00c9 por isso que a loucura da cruz \u00e9 mais s\u00e1bia que a sabedoria dos homens. [&#8230;]<\/p>\n<p>Como \u00e9 que \u00e9 mais forte? Porque se propagou pelo mundo inteiro, porque submeteu os homens ao seu poder e resistiu aos inumer\u00e1veis advers\u00e1rios que gostariam de ver desaparecer o nome do Crucificado. Pelo contr\u00e1rio, esse nome desabrochou e propagou-se. [&#8230;] Os seus inimigos pereceram, desapareceram; os vivos que combatiam um morto foram reduzidos \u00e0 impot\u00eancia. [&#8230;] Com efeito, os fil\u00f3sofos, os oradores, os reis, em suma, a terra inteira, n\u00e3o foi capaz de imaginar o que os publicanos e os pecadores conseguiram fazer pela gra\u00e7a de Deus. [&#8230;] Era pensando nisso que o ap\u00f3stolo Paulo dizia: \u00abO que \u00e9 tido como fraqueza de Deus \u00e9 mais forte que os homens\u00bb. De outro modo, como teriam aqueles doze pescadores pobres e ignorantes imaginado semelhante empreendimento?<\/p>\n<p>S\u00e3o Jo\u00e3o Cris\u00f3stomo (c. 345-407)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-20771","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espiritualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20771","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20771"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20771\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20771"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20771"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20771"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}