{"id":2127,"date":"2010-07-14T17:33:00","date_gmt":"2010-07-14T17:33:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=2127"},"modified":"2010-07-14T17:33:00","modified_gmt":"2010-07-14T17:33:00","slug":"a-espanha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/a-espanha\/","title":{"rendered":"\u00c0 Espanha!"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> \u00c0 Espanha e \u00e0 espanhola!<\/p>\n<p>Foi grande, rija, fogosa \u201cla fiesta\u201d dos nossos parceiros ib\u00e9ricos. <\/p>\n<p>Num momento como este, gostamos de falar em parceiros; fazermo-nos convidados; tomar parte nos festejos. Afinal, a festa \u00e9 p\u00fablica, \u00e9 do mundo, pelo menos do mundo da \u201cFase Final do Campeonato do Mundo de Futebol\u201d \u2013 temos de ser o mais expl\u00edcito poss\u00edvel, porque aquilo \u00e9 mesmo um mundo \u00e0 parte. H\u00e1 golos que n\u00e3o s\u00e3o, golos que s\u00e3o e n\u00e3o o foram, medidas disciplinares pouco percept\u00edveis, f\u00edfias das grandes, FIFAs\u2026 arbitrariedades! Perd\u00e3o, arbitragens.<\/p>\n<p>A \u00c1frica e a \u00c1frica do Sul est\u00e3o de parab\u00e9ns por este evento. Mas est\u00e3o de parab\u00e9ns, estes como quaisquer outros organizadores. Os n\u00edveis de exig\u00eancia feitos aos anfitri\u00f5es s\u00e3o de tal ordem que dificilmente falham. As expectativas, as d\u00favidas, as incertezas s\u00e3o pela an\u00e1lise de um determinado indicador, veja-se o caso Portugu\u00eas no Euro 2004, que terminado o evento, toda a gente se d\u00e1 por feliz. O problema vem agora, no pagamento da factura. Mas n\u00e3o falta potencial. A FIFA n\u00e3o brinca, \u00e9 um estado nos Estados!<\/p>\n<p>Quem gosta de futebol, deixa-se alinhar! Quer queira, quer n\u00e3o.<\/p>\n<p>Voltando \u00e0 Espanha, antes do jogo da final, as divis\u00f5es eram muitas, nas tend\u00eancias sobre o vencedor. De um lado o nosso 1640 (a Restaura\u00e7\u00e3o), do outro \u201cos Cors\u00e1rios\u201d holandeses!<\/p>\n<p>Como o futebol tem hist\u00f3ria e como \u00e9 rica (tamb\u00e9m em especiarias e eventos) a hist\u00f3ria do futebol.<\/p>\n<p>No fundo, tent\u00e1mos (quem tentou) ver na final da \u00c1frica do Sul, mesmo sem o saber, uma revisita\u00e7\u00e3o de outros tempos, de outras hist\u00f3rias com passagem por \u00c1frica:<\/p>\n<p>1 &#8211; Portugal perdido ante a Espanha \u2013 qualquer coisa semelhante \u00e0 perda da independ\u00eancia;<\/p>\n<p>2 \u2013 A Espanha perante o Corso Holand\u00eas \u2013 que nos saqueou nos mares e em terra, sobretudo no Brasil;<\/p>\n<p>3 \u2013 Como o Brasil j\u00e1 n\u00e3o estava l\u00e1\u2026 os holandeses n\u00e3o!<\/p>\n<p>4 \u2013 Como em 1640 ganh\u00e1mos \u00e0 Espanha\u2026 vamos a isto:<\/p>\n<p>Em 1644, ap\u00f3s a restaura\u00e7\u00e3o, Portugal deu in\u00edcio \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de parte do territ\u00f3rio no Brasil. Ap\u00f3s a recupera\u00e7\u00e3o do Brasil, D. Jo\u00e3o IV deu in\u00edcio \u00e0s carreiras em comboio, com a Carreira das \u00cdndias Ocidentais. As embarca\u00e7\u00f5es partiam do Brasil escoltadas por navios de guerra at\u00e9 Portugal, combatendo assim a ac\u00e7\u00e3o do corso. Para terminar com o corso holand\u00eas, Portugal invadiu a Ba\u00eda de Todos os Santos (Ba\u00eda), conquistando-a, seguindo-se Olinda, no Recife, Angola e S\u00e3o Tom\u00e9.<\/p>\n<p>Acordados da peleja de 120 minutos\u2026 Viva a Espanha.<\/p>\n<p>Porqu\u00ea? Porque ganharam. O que \u00e9 podemos fazer?<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 <\/p>\n<p>&#8230;pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-2127","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2127","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2127"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2127\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2127"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2127"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2127"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}