{"id":21278,"date":"2012-11-28T16:07:00","date_gmt":"2012-11-28T16:07:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21278"},"modified":"2012-11-28T16:07:00","modified_gmt":"2012-11-28T16:07:00","slug":"28-de-novembro-na-historia-de-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/28-de-novembro-na-historia-de-aveiro\/","title":{"rendered":"28 de novembro na hist\u00f3ria de Aveiro"},"content":{"rendered":"<p>1580 \u2014 Por um documento desta data, lavrado em Aveiro nas suas pr\u00f3prias moradas, depois da anu\u00eancia do duque de Aveiro, v\u00ea-se que Gil Homem, cavaleiro fidalgo da Casa de El-Rei e comendador da Ordem de Cristo, e sua mulher, D. Isabel do Amaral, resolveram dar de aforamento umas propriedades, que tamb\u00e9m eram foreiras do dito duque, a saber: umas casas, pomar, vinhas e horta, dentro da vila de Aveiro e no s\u00edtio chamado o Campo do Frade, na Granja da Vila Nova. Pretendiam outrossim que se abrisse uma rua, que era muito necess\u00e1ria \u00e0 serventia desta Vila Nova e a constru\u00e7\u00e3o de sessenta ou setenta moradias, cujos ch\u00e3os seriam aforados \u00e0s pessoas que os quisessem tomar; essa rua, entre a capela de S. Bartolomeu e a Rua de S. Roque, veio a denominar-se Rua do Norte \u2013 e hoje de Manuel Lu\u00eds Nogueira.<\/p>\n<p>1727 \u2014 Foi passada carta de familiar do Santo Of\u00edcio a Faustino de Bastos Monteiro, bacharel formado em Leis pela Universidade de Coimbra, natural de Aveiro, onde morava.<\/p>\n<p>1815 \u2014 Por interm\u00e9dio do seu procurador, Padre Dr. Manuel Rodrigues Tavares de Ara\u00fajo Taborda, D. Manuel Pacheco de Resende tomou posse da Diocese de Aveiro como seu bispo.<\/p>\n<p>1871 \u2014 Com 30 anos de idade, faleceu em Lisboa o distinto advogado, natural de Aveiro. Dr. Ant\u00f3nio Augusto Coelho de Magalh\u00e3es, irm\u00e3o do tribuno Jos\u00e9 Est\u00eav\u00e3o, que se evidenciou nas lutas partid\u00e1rias do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>1882 \u2014 Um grupo de aveirenses, reunidos em assembleia para a legaliza\u00e7\u00e3o da \u00abCompanhia de Bombeiros Volunt\u00e1rios de Aveiro\u00bb, aprovou os seus primeiros estatutos (Bombeiros Velhos). Na imagem, atual sede dos Bombeiros Velhos.<\/p>\n<p>1884 \u2014 Uma not\u00edcia publicada nos jornais do Porto, segundo a qual a Junta Geral daquele Distrito oferecera ao Governo o terreno necess\u00e1rio para ali se edificar o quartel do Regimento de Cavalaria destinado a Aveiro, determinou que, neste dia, se realizasse no Teatro Aveirense um com\u00edcio, extraordinariamente concorrido. Combateram-se as pretens\u00f5es da cidade do Porto e resolveu-se que uma comiss\u00e3o se deslocasse a Lisboa para protestar contra elas junto do Governo e instar pela vinda imediata do Regimento para Aveiro.<\/p>\n<p>1908 \u2014 Um punhado de aveirenses, reunidos na velha sede da extinta Associa\u00e7\u00e3o dos Bateleiros, pr\u00f3xima da capela de S. Gon\u00e7alinho, decidiu fundar a Companhia Volunt\u00e1ria de Salva\u00e7\u00e3o P\u00fablica Guilherme Gomes Fernandes \u2013 Bombeiros Novos. Na imagem, painel cer\u00e2mico da sede.<\/p>\n<p>1919 \u2014 Foi assinada a escritura da constitui\u00e7\u00e3o de uma sociedade, formada por Dr. Andr\u00e9 dos Reis, Lic\u00ednio Pinto, Francisco Pereira, Jo\u00e3o A. Paula Dias, Jos\u00e9 de Barros, Manuel Tom\u00e1s Vieira J\u00fanior, Pompeu Alvarenga e Jo\u00e3o da Cruz Bento, que deu origem \u00e0 \u00abEmpresa de Lou\u00e7as e Azulejos\u00bb \u2013 E.L.A. \u2013 que se fixou junto do canal do Cojo, em Aveiro, cuja primeira fornada foi em 7 de Agosto de 1920; abriu fal\u00eancia em 1931.<\/p>\n<p>1960 \u2014 Uma portaria governamental fixou o per\u00edmetro de prote\u00e7\u00e3o da igreja das Carmelitas, em Aveiro.<\/p>\n<p>Fonte: \u201cCalend\u00e1rio Hist\u00f3rico de Aveiro\u201d, <\/p>\n<p>de Ant\u00f3nio Christo e Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Gaspar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1580 \u2014 Por um documento desta data, lavrado em Aveiro nas suas pr\u00f3prias moradas, depois da anu\u00eancia do duque de Aveiro, v\u00ea-se que Gil Homem, cavaleiro fidalgo da Casa de El-Rei e comendador da Ordem de Cristo, e sua mulher, D. Isabel do Amaral, resolveram dar de aforamento umas propriedades, que tamb\u00e9m eram foreiras do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[56],"tags":[],"class_list":["post-21278","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-almanaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21278","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21278"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21278\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21278"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21278"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21278"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}