{"id":21357,"date":"2011-02-02T15:49:00","date_gmt":"2011-02-02T15:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21357"},"modified":"2011-02-02T15:49:00","modified_gmt":"2011-02-02T15:49:00","slug":"o-mercado-o-egipto-a-escola-publica-e-concepcoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-mercado-o-egipto-a-escola-publica-e-concepcoes\/","title":{"rendered":"O mercado, o Egipto, a Escola P\u00fablica e concep\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> O mundo do futebol consignou, desde h\u00e1 alguns anos, por motivos financeiros mas tamb\u00e9m para haver alguma conson\u00e2ncia entre importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o, ou seja, na balan\u00e7a \u201ccomercial\u201d, que o m\u00eas de Janeiro poderia ser de neg\u00f3cios! Uma medida inteligente, aceitar-se-\u00e1, com conhecimento, na perspectiva de quem ganha com isso, logo se v\u00ea. Agitar o mercado, p\u00f4r a mexer para poder vender!<\/p>\n<p>Este mecanismo permite manter aberta a janela da oportunidade para os que n\u00e3o ganham muito. E pelos n\u00fameros dos grandes neg\u00f3cios, s\u00e3o muitos os que ganham pouco, mas ganham, presumivelmente.<\/p>\n<p>Estas duas ou tr\u00eas ideias, ressaltam deste n\u00f3 g\u00f3rdio (aludindo desde j\u00e1 \u00e0s fa\u00e7anhas da lenda) em que, em tempo de crise, se v\u00eaem zurzir n\u00fameros t\u00e3o elevados. <\/p>\n<p>&#8211; Como \u00e9 poss\u00edvel? Tanto dinheiro\u2026!<\/p>\n<p>\u201cCoisas loucas do mercado\u2026!\u201d \u2013 imp\u00f5e-se sem contesta\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Com este enquadramento, em contraponto \u00e0s imposi\u00e7\u00f5es, olhamos para o \u201cJasmim\u201d! <\/p>\n<p>Os pa\u00edses da bacia mediterr\u00e2nica iniciaram uma nova viagem. E como que em alus\u00e3o \u00e0 ess\u00eancia que impregnava as velas do barco de Cle\u00f3patra, quando foi ao encontro de Marco Ant\u00f3nio, para mais uma viragem na hist\u00f3ria, come\u00e7ou na Tun\u00edsia, estendeu-se ao Egipto. Aquela agita\u00e7\u00e3o, as movimenta\u00e7\u00f5es da multid\u00e3o, sugerem que vale a pena\u2026 n\u00e3o ficar parado!<\/p>\n<p>Como \u00e9 evidente, a propor\u00e7\u00e3o das coisas obriga a dimens\u00f5es gigantescas para se conseguir uma pequena mudan\u00e7a. Mas depois de iniciado aquele caminho, da agita\u00e7\u00e3o, parece incontorn\u00e1vel que a vit\u00f3ria, o ganho, estar\u00e1 para um dos lados, e que n\u00e3o ser\u00e1, necessariamente, o da unanimidade!<\/p>\n<p>Por fim, a Escola P\u00fablica. A de Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e a de Administra\u00e7\u00e3o Privada. <\/p>\n<p>Os mercados est\u00e3o a dar cabo de n\u00f3s! Manda o ditado: casa onde n\u00e3o h\u00e1 p\u00e3o\u2026 l\u00e1 vai isto para a agita\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Em boa verdade, a confus\u00e3o \u00e9 generalizada. Coisas de n\u00fameros equ\u00edvocos ou de Jasmim?!<\/p>\n<p>Aparentemente, h\u00e1 falta de clareza, parece ser falta de tacto. E quando falta o tacto, falta a sensibilidade. Sem sensibilidade, a queda \u00e9 quase certa.<\/p>\n<p>Contudo, a Escola tem de ser p\u00fablica. Cumpra-se assim. Sem engodos, escolhos ou demagogias. <\/p>\n<p>At\u00e9 onde vai o \u201cp\u00fablico\u201d? Acesso universal? \u2013 correcto. Acesso gratuito? \u2013 n\u00e3o \u00e9. Custos bipartidos? \u2013 que seja. Mas que seja claro em tudo (Justi\u00e7a, Sa\u00fade, Educa\u00e7\u00e3o,\u2026) e por um per\u00edodo de tempo definido.<\/p>\n<p>Para pior j\u00e1 basta assim ou\u2026 j\u00e1 cheira a Jasmim!<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 <\/p>\n<p>&#8230; pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[56],"tags":[],"class_list":["post-21357","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-almanaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21357","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21357"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21357\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21357"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21357"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21357"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}