{"id":21464,"date":"2013-01-16T16:11:00","date_gmt":"2013-01-16T16:11:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21464"},"modified":"2013-01-16T16:11:00","modified_gmt":"2013-01-16T16:11:00","slug":"inquerito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/inquerito\/","title":{"rendered":"Inqu\u00e9rito"},"content":{"rendered":"<p>1. Qual a transforma\u00e7\u00e3o mais importante operada pelo Vaticano II?<\/p>\n<p>2. Em que \u00e1rea podemos ser mais  fi\u00e9is ao esp\u00edrito do Conc\u00edlio?<\/p>\n<p>1. A grande transforma\u00e7\u00e3o consistiu na participa\u00e7\u00e3o dos leigos na igreja, tendo estes deixado de ter um papel passivo. Tamb\u00e9m porque se passou de um esquema herm\u00e9tico para um conceito centrado no mist\u00e9rio Pascal de Cristo.<\/p>\n<p>2. Podemos trabalhar mais na \u00e1rea assistencial, nomeadamente ajudando na doen\u00e7a, pobreza&#8230; Tamb\u00e9m o apoio na liturgia.<\/p>\n<p>Maria de F\u00e1tima Gon\u00e7alves<\/p>\n<p>Coordenadora diocesana do Vida Ascendente \/ Movimento Crist\u00e3o de Reformados<\/p>\n<p>1. O conc\u00edlio foi indispens\u00e1vel para que possamos compreender melhor a Igreja como comunh\u00e3o, insepar\u00e1vel do mundo, atenta aos sinais do nosso tempo, em abertura, acolhimento e renova\u00e7\u00e3o permanente, num aggiornamento fundado em Jesus Cristo e no Evangelho, a partir das fontes da f\u00e9, fiel \u00e0 Tradi\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica e na redescoberta da sua dimens\u00e3o mission\u00e1ria.   <\/p>\n<p>2. A rece\u00e7\u00e3o do Conc\u00edlio est\u00e1 longe de ser conclu\u00edda. As grandes obras iniciam-se em cada um de n\u00f3s; procurar o que \u00e9 verdadeiramente essencial \u00e0 f\u00e9, para que seja mais crist\u00e3, consciente e esclarecida, e resulte num sincero testemunho de comunh\u00e3o, talvez seja um bom ponto de partida.<\/p>\n<p>Nuno Queir\u00f3s<\/p>\n<p>Di\u00e1cono (a caminho do presbiterado), trabalha da Unidade Pastoral de \u00c1gueda<\/p>\n<p>1. Dizer (recordar) que como povo de Deus todos (e n\u00e3o s\u00f3 os cl\u00e9rigos) somos respons\u00e1veis na Igreja, fruto de uma igual dignidade batismal. Na Igreja, antes de sermos diferentes, somos iguais. <\/p>\n<p>2. Estudando mais os documentos do Conc\u00edlio; recuperando a ideia de que a Igreja est\u00e1 no tempo como sinal de salva\u00e7\u00e3o e, como tal, o sinal tem de ser significativo para quem o l\u00ea; pensar naquilo que, na Igreja, n\u00e3o \u00e9 sinal da salva\u00e7\u00e3o oferecida por Deus em Jesus.<\/p>\n<p>Lic\u00ednio Cardoso<\/p>\n<p>P\u00e1roco de Silva Escura, Dornelas e Rocas do Vouga<\/p>\n<p>1. Re-situar a Igreja no mundo em acelerada transforma\u00e7\u00e3o, redefinindo a sua miss\u00e3o \u00e0 luz de Jesus Cristo e das novas culturas, assumindo a proximidade e o di\u00e1logo como proposta do caminhar juntos para a verdade que  liberta e valorizando a fun\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia como \u201cespa\u00e7o\u201d de encontro da pessoa consigo mesma, com os outros e  com Deus. <\/p>\n<p>2. Assumir existencialmente a identidade crist\u00e3 numa sociedade que \u00e9 de todos e vive uma situa\u00e7\u00e3o cheia de contrastes, provocando os maiores desafios a quem pretende viver com dignidade e intervir com responsabilidade; e reorganizar-se funcionalmente para a miss\u00e3o de abrir e alimentar horizontes de esperan\u00e7a e de humanidade.<\/p>\n<p>Georgino Rocha<\/p>\n<p>Pr\u00f3-vig\u00e1rio geral, professor de Pastoral e Doutrina Social <\/p>\n<p>da Igreja<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. Qual a transforma\u00e7\u00e3o mais importante operada pelo Vaticano II? 2. Em que \u00e1rea podemos ser mais fi\u00e9is ao esp\u00edrito do Conc\u00edlio? 1. A grande transforma\u00e7\u00e3o consistiu na participa\u00e7\u00e3o dos leigos na igreja, tendo estes deixado de ter um papel passivo. Tamb\u00e9m porque se passou de um esquema herm\u00e9tico para um conceito centrado no mist\u00e9rio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-21464","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21464"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21464\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}