{"id":2147,"date":"2010-07-21T16:41:00","date_gmt":"2010-07-21T16:41:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=2147"},"modified":"2010-07-21T16:41:00","modified_gmt":"2010-07-21T16:41:00","slug":"caminho-portugues-de-santiago-candidato-a-patrimonio-da-humanidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/caminho-portugues-de-santiago-candidato-a-patrimonio-da-humanidade\/","title":{"rendered":"Caminho portugu\u00eas de Santiago candidato a Patrim\u00f3nio da Humanidade"},"content":{"rendered":"<p>A Associa\u00e7\u00e3o Espa\u00e7o Jacobeus (AEJ) est\u00e1 a trabalhar, junto da UNESCO, no sentido de classificar os caminhos portugueses de Santiago de Compostela como patrim\u00f3nio da humanidade. \u201cJ\u00e1 houve uma reuni\u00e3o com a UNESCO, que recebeu bem a ideia. Estamos a trabalhar para conseguir esta classifica\u00e7\u00e3o em 2021\u201d, afirmou Amaro Franco, acrescentando que pretende, ainda, a classifica\u00e7\u00e3o do percurso pelo Instituto de Gest\u00e3o do Patrim\u00f3nio Arquitet\u00f3nico e Arqueol\u00f3gico (Igespar). <\/p>\n<p>Os Caminhos de Santiago s\u00e3o uma rota de peregrina\u00e7\u00e3o europeia, criada a partir do s\u00e9culo IX como forma de afirma\u00e7\u00e3o da f\u00e9 cat\u00f3lica e de devo\u00e7\u00e3o ao ap\u00f3stolo S. Tiago, cujo t\u00famulo foi encontrado naquela que \u00e9 hoje a cidade de Santiago de Compostela. <\/p>\n<p>A parte espanhola e francesa do Caminho j\u00e1 foi considerada Patrim\u00f3nio da Humanidade (em 1993 e 1998, respectivamente), mas a parte portuguesa do percurso ficou de parte. Agora, a AEJ, criada em 2004, tem-se empenhado em melhorar os trajectos, que n\u00e3o t\u00eam nenhuma entidade oficialmente respons\u00e1vel por eles (em Espanha, a Sociedade de Gest\u00e3o do Plano Xacobeu tem a cargo a recupera\u00e7\u00e3o das rotas e do patrim\u00f3nio dos Caminhos de Santiago). <\/p>\n<p>\u201cOficialmente, ningu\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel pelo caminho portugu\u00eas. A C\u00e2mara de Barcelos fez recentemente um protocolo com uma associa\u00e7\u00e3o local, para limpeza e remarca\u00e7\u00e3o da sinaliza\u00e7\u00e3o. A AEJ reabriu o caminho da costa e, duas vezes por ano, os nossos volunt\u00e1rios v\u00e3o ao caminho ver se est\u00e1 tudo em ordem\u201d, descreve Amaro Franco. <\/p>\n<p>O respons\u00e1vel explica que existem outras associa\u00e7\u00f5es que ficam atentas a problemas nos caminhos e que o trabalho de os resolver se vai fazendo, com a ajuda de autarquias locais. <\/p>\n<p>\u201cFomos alertados para o encerramento de uma passagem de n\u00edvel em Oliveira de Azem\u00e9is. A passagem foi fechada com blocos e isso fecha o Caminho. J\u00e1 alert\u00e1mos as autoridades, explicando que, sem marca\u00e7\u00e3o alternativa, o peregrino n\u00e3o sabe como retomar o caminho\u201d, refere o presidente da AEJ. <\/p>\n<p>Amaro Franco nota, ainda, que a AEJ est\u00e1 a \u201ctrabalhar com v\u00e1rias C\u00e2maras\u201d na elabora\u00e7\u00e3o de um \u201cmanual para a abertura e sinaliza\u00e7\u00e3o de itiner\u00e1rios de peregrina\u00e7\u00e3o a Santiago e F\u00e1tima\u201d. A instala\u00e7\u00e3o de albergues de peregrinos nos caminhos portugueses tamb\u00e9m tem ajudado a melhorar a rota nacional. O primeiro albergue portugu\u00eas surgiu em 2004. Actualmente existem \u201ccinco ou seis\u201d, pelas contas de Amaro Franco, que nota que \u201cs\u00e3o iniciativas de autarquias locais\u201d &#8211; Barcelos, Paredes de Coura, Valen\u00e7a e S. Pedro de Rates, por exemplo. A AEJ tem em vista a abertura de mais dois albergues.<\/p>\n<p>RR\/Ecclesia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Associa\u00e7\u00e3o Espa\u00e7o Jacobeus (AEJ) est\u00e1 a trabalhar, junto da UNESCO, no sentido de classificar os caminhos portugueses de Santiago de Compostela como patrim\u00f3nio da humanidade. \u201cJ\u00e1 houve uma reuni\u00e3o com a UNESCO, que recebeu bem a ideia. 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