{"id":21512,"date":"2013-01-23T15:43:00","date_gmt":"2013-01-23T15:43:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21512"},"modified":"2013-01-23T15:43:00","modified_gmt":"2013-01-23T15:43:00","slug":"arte-e-beleza-de-101-paroquias-confluiram-para-o-museu-de-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/arte-e-beleza-de-101-paroquias-confluiram-para-o-museu-de-aveiro\/","title":{"rendered":"Arte e beleza de 101 par\u00f3quias conflu\u00edram para o Museu de Aveiro"},"content":{"rendered":"<p>Numa exposi\u00e7\u00e3o in\u00e9dita, todas as par\u00f3quias da Diocese colaboram com uma pe\u00e7a. Abrem-se \u201chorizontes no di\u00e1logo entre diocese e sociedade\u201d.<\/p>\n<p>\u201cUm dos caminhos onde brilha a luz [de Deus] \u00e9 o da beleza\u201d, afirmou D. Ant\u00f3nio Francisco na abertura da exposi\u00e7\u00e3o de arte sacra \u201cDiocese de Aveiro, Presente e Mem\u00f3ria\u201d, na tarde de 20 de janeiro. Esta exposi\u00e7\u00e3o da Miss\u00e3o Jubilar que comemora os 75 anos da restaura\u00e7\u00e3o da Diocese de Aveiro, sendo um acontecimento cultural, \u00e9 tamb\u00e9m uma iniciativa pastoral, pretendendo, nas palavras do Bispo de Aveiro, \u201cabrir portas mais amplas ao an\u00fancio do Evangelho, abrir horizontes no di\u00e1logo entre diocese e sociedade\u201d.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o, com 101 pe\u00e7as de arte sacra, uma por par\u00f3quia, mais as ins\u00edgnias episcopais de D. Jo\u00e3o Evangelista de Lima Vidal, est\u00e1 patente at\u00e9 7 de abril, com entrada gratuita, num espa\u00e7o de grande simbolismo para os crist\u00e3os aveirenses, o Museu de Aveiro. \u201cSanta Joana aqui viveu e aqui repousa\u201d, observou D. Ant\u00f3nio Francisco.<\/p>\n<p>As pe\u00e7as, algumas com mais de setecentos anos, revelam a \u201charmonia entre os talentos dos homens e a b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus\u201d (D. Ant\u00f3nio Francisco) e s\u00e3o uma \u201chist\u00f3ria da catequese na arte e pela arte\u201d, como afirmou Mons. Jo\u00e3o Gaspar perante os primeiros visitantes, que encheram por completo a sala dos discursos pr\u00e9vios \u00e0 abertura propriamente dita. Na assembleia distinguiam-se o Bispo de Aveiro em\u00e9rito, quatro presidentes de c\u00e2maras municipais, vereadores, respons\u00e1veis do Museu e diversos p\u00e1rocos. O vig\u00e1rio-geral e historiador, profundo conhecedor da arte sacra diocesana, esclareceu que a arte sacra, distinguindo-se da arte de inspira\u00e7\u00e3o religiosa, \u201cpossui intrinsecamente um fim lit\u00fargico\u201d, ou seja, \u201c\u00e9 aquela em que o artista, como catequista, pretendeu fomentar a vida de f\u00e9\u201d, expressa \u201cteologia em imagens\u201d.<\/p>\n<p>As primeiras impress\u00f5es, no final de uma visita necessariamente r\u00e1pida devido \u00e0 aflu\u00eancia, foram muito positivas, como ficou patente nos constantes parab\u00e9ns que receberam Maria Helena Pinho e Melo, da comiss\u00e3o executiva da exposi\u00e7\u00e3o, e o P.e Francisco Melo, coordenador da Miss\u00e3o Jubilar. Alguns, no entanto, querendo saber a que par\u00f3quia pertence \u201cA \u00c1rvore de Jess\u00e9\u201d ou a pe\u00e7a \u201cRessurrei\u00e7\u00e3o\u201d, lamentavam que as pe\u00e7as n\u00e3o tivessem identificada a origem. O artista aveirense Gaspar Albino revelou a solu\u00e7\u00e3o a este jornal: \u201cTenho de ir consultar os meus invent\u00e1rios\u201d, referindo-se provavelmente ao invent\u00e1rio feito por Nogueira Gon\u00e7alves em meados do s\u00e9culo passado.. Mas a maioria das pessoas ficar\u00e1 sem saber a que par\u00f3quia pertencem, visto que tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 referida no cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o. P.e Francisco Melo adianta que tal informa\u00e7\u00e3o foi omitida para evitar roubos no futuro e tranquilizar as par\u00f3quias que cederam as pe\u00e7as.<\/p>\n<p>Maria Helena Pinho e Melo referiu que a exposi\u00e7\u00e3o \u201creflete a unidade e a comunh\u00e3o de uma diocese din\u00e2mica\u201d e revelou ao \u201cCorreio do Vouga\u201d um desejo. A coordenadora da exposi\u00e7\u00e3o gostava de saber o que dir\u00e3o os santos uns aos outros, quando o \u00faltimo visitante deixar a exposi\u00e7\u00e3o e a galeria mergulhar no sil\u00eancio da noite. O que dir\u00e1 S. Jer\u00f3nimo a S\u00e3o Martinho? Ou Santa Clara a Santa Isabel? Talvez alguma mente se aventure a conceber tais di\u00e1logos.<\/p>\n<p>Celeste Amaro apelou \u00e0 <\/p>\n<p>solidariedade dos visitantes<\/p>\n<p>A respons\u00e1vel da Dire\u00e7\u00e3o Regional da Cultura do Centro (organismo que tutela o Museu de Aveiro) sublinhou que \u201ctodos os meios humanos do Museu de Aveiro foram postos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o\u201d e deixou uma proposta sobre algo que a tem \u201cincomodado\u201d. Para fazer face \u00e0s dificuldades de algumas pessoas, por causa da \u201cintemp\u00e9rie e da crise que o pa\u00eds atravessa\u201d, Celeste Amaro convidou todos os visitantes do Museu de Aveiro a levarem bens que depois uma institui\u00e7\u00e3o escolhida pela diocese distribuir\u00e1. \u201cOs espa\u00e7os culturais t\u00eam obriga\u00e7\u00e3o de solidariedade. Quanto c\u00e1 vierem outra vez, tragam um pacote de arroz, um casaco, um par de sapatos, algo que ajude os outros l\u00e1 fora\u201d, disse. \u201cA partir de ter\u00e7a-feira [ontem] o Museu ter\u00e1 um espa\u00e7o pr\u00f3prio para deixar a oferta\u201d, adiantou.<\/p>\n<p>Museu aberto na Sexta-feira Santa <\/p>\n<p>e no dia de P\u00e1scoa<\/p>\n<p>A diretora da Cultura do Centro informou que o Museu de Aveiro estar\u00e1 aberto na Sexta-feira Santa e no dia de P\u00e1scoa (em 2013, 29 e 31 de mar\u00e7o), dois dias em que no passado estava fechado. Esta altera\u00e7\u00e3o teve o acolhimento dos funcion\u00e1rios da institui\u00e7\u00e3o, disse Celeste Amaro, e permitir\u00e1 aumentar a oferta cultural da cidade, que nesta altura costuma ser muito frequentada por espanh\u00f3is.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Numa exposi\u00e7\u00e3o in\u00e9dita, todas as par\u00f3quias da Diocese colaboram com uma pe\u00e7a. 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