{"id":21536,"date":"2012-12-05T16:47:00","date_gmt":"2012-12-05T16:47:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21536"},"modified":"2012-12-05T16:47:00","modified_gmt":"2012-12-05T16:47:00","slug":"realidade-velha-problema-novo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/realidade-velha-problema-novo\/","title":{"rendered":"Realidade velha, problema novo?"},"content":{"rendered":"<p>Olhos na Rua <!--more--> Na Semana dos Semin\u00e1rios interroguei-me. Porque \u00e9 que jovens s\u00e3os e escorreitos,  alguns j\u00e1 com cursos superiores, querem ser padres? A sociedade n\u00e3o ajuda, a comunica\u00e7\u00e3o social desajuda, muitas fam\u00edlias militam contra ou sentam-se na indiferen\u00e7a, do ambiente permissivo s\u00f3 se podem esperar aves de capoeira a rasar o ch\u00e3o, muitas comunidades crist\u00e3s querem padre, mas nada fazem para que o possam ter. N\u00e3o s\u00e3o muitos os jovens que lutam convictos e preocupados por um futuro mais liberto e que, sem desanimar, falam do que t\u00eam e do que vivem, sem  nostalgias nem sonhos, sempre com realismo e esperan\u00e7a. Os tempos n\u00e3o s\u00e3o prop\u00edcios a decis\u00f5es que impliquem a vida toda, andada por caminhos com mais pedras do que bom asfalto. Se h\u00e1 jovens que, nestes tempos, querem ser padres e rumam ao arrepio do que se diz por a\u00ed fora, \u00e9 sinal de que o h\u00famus que fertiliza vidas n\u00e3o secou. Uma f\u00e9 adulta e consequente, o sentido dos outros com significado de d\u00e1diva, a liberdade interior solta de amarras, o cora\u00e7\u00e3o sens\u00edvel que aprendeu a dar e a receber s\u00e3o campos onde se ouve o Senhor que chama e convida a seguir. <\/p>\n<p>Ser padre por outros motivos, raz\u00f5es e sonhos seria caminhar para a desilus\u00e3o. Por\u00e9m, a doa\u00e7\u00e3o aos outros, por amor, \u00e9 caminho de felicidade e de paz. Cristo calcorreou esse caminho e deixou-o aberto para a Igreja e para os que nela mant\u00eam, por for\u00e7a da f\u00e9, a alegria de ser disc\u00edpulos.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Olhos na Rua<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-21536","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21536","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21536"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21536\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21536"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21536"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21536"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}