{"id":21572,"date":"2012-11-28T16:21:00","date_gmt":"2012-11-28T16:21:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21572"},"modified":"2012-11-28T16:21:00","modified_gmt":"2012-11-28T16:21:00","slug":"igreja-renovada-frossos-em-festa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/igreja-renovada-frossos-em-festa\/","title":{"rendered":"Igreja renovada, Frossos em festa"},"content":{"rendered":"<p>Comunidade <!--more--> Depois da conclus\u00e3o das obras de restauro e conserva\u00e7\u00e3o, a igreja matriz da nossa freguesia de Frossos foi reinaugurada no dia 18 de novembro (domingo) com a missa presidida pelo Bispo de Aveiro, D. Ant\u00f3nio Francisco dos Santos, contando com a presen\u00e7a dos diversos p\u00e1rocos que exerceram fun\u00e7\u00f5es na nossa par\u00f3quia durante os \u00faltimos anos e de fi\u00e9is que encheram por completo a casa de Deus.<\/p>\n<p>Depois de acabada a celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia, e j\u00e1 no adro, houve um animado conv\u00edvio entre todos os participantes.<\/p>\n<p>As obras decorreram durante v\u00e1rios meses, incidindo na parte mais antiga da Igreja. Todas as paredes exteriores e interiores foram rebocadas e pintadas. O adro foi repavimentado, a instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica foi substitu\u00edda e o ch\u00e3o foi renovado, assim como o telhado e o forro do teto, o coro e torre sineira. Manteve-se a bel\u00edssima talha original dos altares. <\/p>\n<p>Bela obra que nos agradou ver ser restaurada e que agora podemos usufruir com gosto.<\/p>\n<p>O povo de Frossos est\u00e1 de parab\u00e9ns por ter contribu\u00eddo generosamente para que estas obras fossem poss\u00edveis e, tamb\u00e9m, por passar a dispor de um templo substancialmente melhorado.<\/p>\n<p>O Conselho Econ\u00f3mico Paroquial est\u00e1 de parab\u00e9ns pelo magn\u00edfico trabalho realizado na angaria\u00e7\u00e3o de fundos e no acompanhamento das obras.<\/p>\n<p>Est\u00e1 de parab\u00e9ns o empreiteiro que executou as obras pelo trabalho levado a cabo que nos pareceu competente, breve quanto poss\u00edvel e com preocupa\u00e7\u00e3o pela seguran\u00e7a no trabalho.<\/p>\n<p>Est\u00e3o de parab\u00e9ns os p\u00e1rocos que passaram por esta freguesia ,pois, certamente, foi com eles que se iniciou a caminhada que aqui nos trouxe. Est\u00e1 de parab\u00e9ns o p\u00e1roco que recentemente assumiu fun\u00e7\u00f5es na nossa par\u00f3quia, porque vai dispor de melhores condi\u00e7\u00f5es para o exerc\u00edcio da sua miss\u00e3o.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo uma sauda\u00e7\u00e3o especial ao P.e Manuel Dinis, que foi o \u201chomem do leme\u201d destas obras. Sabemos que, por vezes, n\u00e3o basta dispor de recursos para que as obras nas\u00e7am a cheguem a bom porto. \u00c9 necess\u00e1rio muito trabalho de coordena\u00e7\u00e3o, tomar decis\u00f5es, optar, arriscar, ousar, ser determinado, saber conduzir as equipas, ouvir todos e concertar opini\u00f5es divergentes. O P.e Manuel Dinis teve e foi capaz de fazer tudo isto sem um queixume ou sinal de des\u00e2nimo. No ver\u00e3o, depois de mais uma visita que fez \u00e0s obras, em conversa informal e em tom de brincadeira, ouviu-o dizer: \u201cEu agora passo tanto tempo em Frossos que at\u00e9 j\u00e1 me disseram para vir para aqui morar\u201d. Pois daqui lhe digo: \u201cVenha. Seja bem-vindo a esta sua terra\u201d.<\/p>\n<p>O P.e Manuel Dinis sabia que, fruto da rotatividade dos p\u00e1rocos pelas v\u00e1rias par\u00f3quias, n\u00e3o estaria muito tempo \u00e0 frente da par\u00f3quia de Frossos. Mesmo assim n\u00e3o esmoreceu e deixou obra feita na igreja de tijolos e adobes, mas, principalmente, deixou obra na igreja que somos n\u00f3s, as pessoas.<\/p>\n<p>Boa sorte, P.e Manuel Dinis, desejamos-lhe boa sorte na sua nova miss\u00e3o&#8230; O seu nome e a sua obra ficar\u00e3o gravados, de forma indel\u00e9vel, na nossa mem\u00f3ria e no nosso cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Parab\u00e9ns e obrigado. <\/p>\n<p>Pedro Manuel, Frossos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-21572","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21572","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21572"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21572\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21572"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21572"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21572"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}