{"id":21656,"date":"2012-12-12T11:52:00","date_gmt":"2012-12-12T11:52:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21656"},"modified":"2012-12-12T11:52:00","modified_gmt":"2012-12-12T11:52:00","slug":"o-papa-no-twittter-mas-o-que-e-isso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-papa-no-twittter-mas-o-que-e-isso\/","title":{"rendered":"O Papa no Twittter&#8230; mas o que \u00e9 isso?"},"content":{"rendered":"<p>O Twitter do Papa fica em twitter.com\/Pontifex_pt <!--more--> No dia 12 de dezembro, ou seja, esta quarta-feira, o Papa Bento XVI coloca a sua primeira mensagem na sua conta do Twitter. Mais propriamente, segundo informou uma fonte oficial do Vaticano, no seu primeiro \u201ctweet\u201d ele ir\u00e1 responder a uma quest\u00e3o de f\u00e9. J\u00e1 com mais de meio milh\u00e3o de seguidores, este espa\u00e7o possui uma particularidade, que se prende com a disponibiliza\u00e7\u00e3o em oito l\u00ednguas, incluindo o portugu\u00eas e o \u00e1rabe.<\/p>\n<p>Apesar desta rede social ser bastante falada, achamos que seria interessante explicar melhor o que \u00e9 o Twitter.<\/p>\n<p>O Twitter \u00e9 a ferramenta de microblogging mais difundida no mundo das comunica\u00e7\u00f5es virtuais, com mais de 500 milh\u00f5es de utilizadores, permitindo a distribui\u00e7\u00e3o de pequenos textos contendo no m\u00e1ximo 140 caracteres, a come\u00e7ar pela resposta \u00e0 pergunta \u201co que \u00e9 que est\u00e1 a fazer?\u201d. A rede foi criada por Jack Dorsey, Biz Stone e Evan Williams, decorria o ano de 2006, sendo um projeto patrocinado pela empresa Odeo.<\/p>\n<p>Cada conta do Twitter possui seguidores e pessoas a seguir, onde cada pessoa pode escolher quem deseja seguir e quem o segue. Existe ainda a possibilidade de se enviarem mensagens privadas para qualquer utilizador. Caso se pretenda enviar mensagens direcionadas, mas com conhecimento para toda a rede, basta que se utilize o s\u00edmbolo \u201c@\u201d seguido do nome do destinat\u00e1rio.<\/p>\n<p>Uma das caracter\u00edsticas mais importantes, e que provavelmente ditou o sucesso deste sistema, \u00e9 que permite que ele seja incorporado noutras plataformas digitais, tais como blogues, s\u00edtios, outras redes sociais, etc.<\/p>\n<p>Mas afinal, \u00e9 necess\u00e1rio alguma coisa de especial para come\u00e7ar a usar o Twitter? De todo! Tudo o que \u00e9 necess\u00e1rio para come\u00e7ar a enviar mensagens curtas \u00e9 uma liga\u00e7\u00e3o \u00e0 Internet ou a um telem\u00f3vel com liga\u00e7\u00e3o \u00e0 rede e aceder ao s\u00edtio pr\u00f3prio. Depois de criar a sua conta, com os dados normais de registo, pode automaticamente come\u00e7ar a \u201ctwitar\u201d para todo o mundo virtual. Posteriormente, poder\u00e1 come\u00e7ar a procurar os seus amigos efetuando uma pesquisa pr\u00f3pria (por nome ou por alcunha) que se encontra dispon\u00edvel na pr\u00f3pria plataforma. Podemos ainda importar os nossos amigos de outras redes ou eventualmente convida-los por email. Depois de termos encontrado os nossos amigos, deveremos tamb\u00e9m segui-los para come\u00e7armos a receber os seus \u201ctweets\u201d (miniposts).<\/p>\n<p>Esta \u00e9, de facto, uma ferramenta bastante poderosa e com bastante sucesso a n\u00edvel mundial, da\u00ed que, conforme refere uma nota oficial da Santa S\u00e9, esta presen\u00e7a do Papa no Twitter seja uma \u201cexpress\u00e3o concreta da convic\u00e7\u00e3o de que a Igreja deve estar presente na arena digital\u201d.<\/p>\n<p>Fernando Cassola Marques<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Twitter do Papa fica em twitter.com\/Pontifex_pt<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-21656","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livros-e-multimedia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21656","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21656"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21656\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21656"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21656"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21656"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}