{"id":21707,"date":"2011-02-23T10:49:00","date_gmt":"2011-02-23T10:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21707"},"modified":"2011-02-23T10:49:00","modified_gmt":"2011-02-23T10:49:00","slug":"democratizar-a-economia-2-accoes-de-base","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/democratizar-a-economia-2-accoes-de-base\/","title":{"rendered":"Democratizar a economia (2) &#8211; Ac\u00e7\u00f5es de base"},"content":{"rendered":"<p>Quest\u00f5es Sociais <!--more--> A democratiza\u00e7\u00e3o da economia come\u00e7a na base pessoal-familiar, sobretudo em tr\u00eas dimens\u00f5es: Consci\u00eancia dos problemas; procura de solu\u00e7\u00f5es; e influ\u00eancia, junto de entidades aut\u00e1rquicas ou outras, a favor do interesse pr\u00f3prio e do bem comum. A fam\u00edlia n\u00e3o \u00e9, fundamentallmente, um espa\u00e7o de interesse pr\u00f3prio, mais ou menos ego\u00edsta e fechado; pelo contr\u00e1rio, nela acontece a partilha de pessoas e bens, em alto grau. Acontece,  em especial, no regime de comunh\u00e3o de bens, e quando a fam\u00edlia participa na conviv\u00eancia e na entreajuda mais alargadas. Dir-se-\u00e1 que esta partilha e entreajuda brotam da natureza das coisas, mesmo sem serem verbalizadas. <\/p>\n<p>Para que a partilha e a entreajuda se desenvolvam saudavelmente, parece recomend\u00e1vel que toda a fam\u00edlia, tanto quanto poss\u00edvel: participe na consci\u00eancia e solu\u00e7\u00e3o de problemas, incluindo os do respectivo or\u00e7amento; se integre em rela\u00e7\u00f5es de ajuda m\u00fatua (abrangendo a fam\u00edlia mais alargada, vizinhos, amigos\/as de trabalho, de escola, de associativismo, de conviv\u00eancia em geral&#8230;); e se integre em processos de desenvolvimento, a partir do espa\u00e7o local. <\/p>\n<p>A integra\u00e7\u00e3o pessoal-familiar, no desenvolvimento local, n\u00e3o implica, necessariamente, a exist\u00eancia de projectos de desenvolvimento mais ou menos dispendiosos; basta a congrega\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os fundada no voluntariado de proximidade. E esta congrega\u00e7\u00e3o, tal como a fam\u00edlia, poder\u00e1 limitar-se \u00e0 consci\u00eancia dos problemas, \u00e0 procura de solu\u00e7\u00f5es e \u00e0 influ\u00eancia junto de entidades diversas, p\u00fablicas ou privadas. As ac\u00e7\u00f5es pr\u00f3-desenvolvimento local ser\u00e3o tanto mais v\u00e1lidas quanto mais entidades nelas participarem e quanto mais respeitados forem os diferentes pontos de vista, sem preju\u00edzo da tomada de decis\u00f5es em momento oportuno; entre as entidades que importa n\u00e3o esquecer contam-se a par\u00f3quia, o\/s grupo\/s de voluntariado social de proximidade, empresas e unidades de produ\u00e7\u00e3o menos formais, escolas, institui\u00e7\u00f5es sociais, colectividades de cultura, recreio e desporto, entidades p\u00fablicas, aut\u00e1rquicas ou n\u00e3o&#8230;. Parece recomend\u00e1vel que a iniciativa do processo de desenvolvimento local seja coordenado pela junta ou pela assembleia de freguesia; mas quando, por qualquer motivo, estas entidades n\u00e3o se disponham a isso, nada obsta a que avancem outras, incluindo a par\u00f3quia, salvaguardando sempre a via democr\u00e1tica. Em qualquer caso, importa que o processo de desenvolvimento local procure sempre o ajustamento entre necessidades e potencialidades, mesmo recorrendo a solu\u00e7\u00f5es provis\u00f3rias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quest\u00f5es Sociais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-21707","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21707","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21707"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21707\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21707"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21707"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21707"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}