{"id":21806,"date":"2013-02-14T10:34:00","date_gmt":"2013-02-14T10:34:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21806"},"modified":"2013-02-14T10:34:00","modified_gmt":"2013-02-14T10:34:00","slug":"desta-vez-foi-a-franca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/desta-vez-foi-a-franca\/","title":{"rendered":"Desta vez foi a Fran\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>Olhos na Rua <!--more--> A p\u00e1tria da liberdade aguentou fortemente a defesa do matrim\u00f3nio e da fam\u00edlia, e durante d\u00e9cadas, quando muitos, na Europa, j\u00e1 tinham ido na onda, reagiu a que se pudesse chamar casamento a uma uni\u00e3o que n\u00e3o fosse de um homem e de uma mulher. Logo que o poder socialista veio ao jeito, as invetivas recrudesceram e a\u00ed est\u00e1 mais uma lei permissiva, a que a comunica\u00e7\u00e3o social deu grande realce.<\/p>\n<p>N\u00e3o se trata de urgir ou negar direitos pessoais, mas de n\u00e3o confundir o que se deve distinguir. Pode haver uni\u00f5es legitimadas politicamente, mas n\u00e3o se lhe chame casamento, nem se fale de fam\u00edlia, para bem dos casados e das fam\u00edlias. Certamente que ainda recordamos o que se passou em Portugal. Um deputado, interessado na lei lutou por ela com apoios de outros interessados. Lei votada, deixou o Parlamento, dizendo que s\u00f3 tinha sido deputado para a conseguir. Deixava de o ser, porque n\u00e3o estava disposto a perder mais tempo. E o pa\u00eds calou-se. E os partidos calaram-se.<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que, postos os termos de igualdade dos casais e da fam\u00edlia, de imediato, veio a luta pelo direito a adotar. Conhecidos homossexuais do mundo \u201clivre\u201d aparecem nas revistas e jornais com os seus bibelots. Tudo sorrisos de felicidade. Mas tudo, tamb\u00e9m, den\u00fancia de um mundo que deixou de pensar, em que as pessoas deixaram de contar e as coisas mais fundamentais passaram a estar nas m\u00e3os de aventureiros, vazios de valores \u00e9ticos e de princ\u00edpios morais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Olhos na Rua<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-21806","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21806","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21806"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21806\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}