{"id":21979,"date":"2013-03-13T16:58:00","date_gmt":"2013-03-13T16:58:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=21979"},"modified":"2013-03-13T16:58:00","modified_gmt":"2013-03-13T16:58:00","slug":"colocacao-das-piramides-merece-reparo-da-aderav","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/colocacao-das-piramides-merece-reparo-da-aderav\/","title":{"rendered":"Coloca\u00e7\u00e3o das Pir\u00e2mides  merece reparo da ADERAV"},"content":{"rendered":"<p>Associa\u00e7\u00e3o de defesa do patrim\u00f3nio aveirense questiona localiza\u00e7\u00e3o atual e conserva\u00e7\u00e3o das Pir\u00e2mides.<\/p>\n<p>A recoloca\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides originais no Canal das Pir\u00e2mides, uma de cada lado do canal, nas proximidades da ponte e das eclusas, mereceu um reparo e um alerta por parte da ADERAV (Associa\u00e7\u00e3o de Defesa e Estudo do Patrim\u00f3nio Natural e Cultural da Regi\u00e3o de Aveiro).<\/p>\n<p>A ADERAV defende que \u201cas pir\u00e2mides deveriam ter sido alvo de estabiliza\u00e7\u00e3o e restauro antes de voltarem a ser colocadas\u201d, uma vez que \u201ca rocha de que s\u00e3o feitas (calc\u00e1rio, possivelmente da zona de An\u00e7\u00e3-Portunhos), pelas suas caracter\u00edsticas litol\u00f3gicas, sofre muito mais com os agentes de meteoriza\u00e7\u00e3o do que a maioria das outras rochas; se n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel parar esta altera\u00e7\u00e3o, pode prolongar-se o seu tempo de vida com menor deteriora\u00e7\u00e3o recorrendo a t\u00e9cnicas hoje dispon\u00edveis\u201d. <\/p>\n<p>A par disso, a associa\u00e7\u00e3o nota que \u201ctamb\u00e9m parece que existiu pouco cuidado no manuseamento das v\u00e1rias pe\u00e7as que constituem as duas pir\u00e2mides, pois verificam-se v\u00e1rias fraturas frescas\u201d e que \u201co simbolismo da coloca\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides n\u00e3o foi minimamente respeitado\u201d. A ADERAV questiona: \u201cSe n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel recoloc\u00e1-las no local original, pois l\u00e1 est\u00e3o implantadas as eclusas, ent\u00e3o porque se n\u00e3o optou por outra fronteira? Com a atual localiza\u00e7\u00e3o cabe perguntar: que leitura \u2013 hist\u00f3rica, paisag\u00edstica\u2026 \u2013 se pretende proporcionar?\u201d<\/p>\n<p>A ADERAV real\u00e7a que o Canal das Pir\u00e2mides \u201ccomo hoje o conhecemos, prov\u00e9m de uma determina\u00e7\u00e3o de D. Maria I, expressa em carta dirigida ao Dr. Francisco Ant\u00f3nio Gravito, superintendente das obras da barra &#8211; que permitiu dar in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do cais no dia 31 de agosto de 1780\u201d. \u201cAo longo da sua exist\u00eancia, tem sido objeto de diversas interven\u00e7\u00f5es, tendo a mais significativa ocorrido no s\u00e9c. XIX. As pir\u00e2mides s\u00e3o dois obeliscos de calc\u00e1rio, cada um assente no respetivo pedestal, brasonados e com uma inscri\u00e7\u00e3o na face lateral do pedestal norte\u201d, adianta a associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Associa\u00e7\u00e3o de defesa do patrim\u00f3nio aveirense questiona localiza\u00e7\u00e3o atual e conserva\u00e7\u00e3o das Pir\u00e2mides. A recoloca\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides originais no Canal das Pir\u00e2mides, uma de cada lado do canal, nas proximidades da ponte e das eclusas, mereceu um reparo e um alerta por parte da ADERAV (Associa\u00e7\u00e3o de Defesa e Estudo do Patrim\u00f3nio Natural e Cultural [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-21979","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21979","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21979"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21979\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21979"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21979"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21979"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}