{"id":22154,"date":"2013-03-06T18:05:00","date_gmt":"2013-03-06T18:05:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=22154"},"modified":"2013-03-06T18:05:00","modified_gmt":"2013-03-06T18:05:00","slug":"fe-vivida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/fe-vivida\/","title":{"rendered":"F\u00e9 vivida!"},"content":{"rendered":"<p>As palavras apareceram em di\u00e1rio destes dias: \u201cN\u00e3o quer corte da despesa, n\u00e3o quer estes impostos, n\u00e3o quer a Troika. A exig\u00eancia de demiss\u00e3o do Governo acaba por ser, verdadeiramente, a menos importante\u201d. Sem deixar de partilhar o sentir da maioria dos portugueses, o autor deixa entender que se perverte o sentido das manifesta\u00e7\u00f5es de descontentamento, desviando a encena\u00e7\u00e3o para \u201canseios\u201d imediatos de poder, em vez de situar a express\u00e3o p\u00fablica da indigna\u00e7\u00e3o no cerne dos problemas.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que estamos em democracia. Mas os modos de a exercermos n\u00e3o podem deixar de ser democr\u00e1ticos. E h\u00e1 pequenas coisas que denunciam um estrabismo crasso em rela\u00e7\u00e3o a essa vida em sociedade harmoniosa. <\/p>\n<p>Pasmei, ao verificar que um portugu\u00eas de palmo e meio se apresentava a manifestar-se acusando o Governo de ladr\u00e3o, porque lhe roubara a \u201csemanada\u201d, que os pais agora lhe n\u00e3o podiam dar. E se os pais, em vez de o porem a reclamar, o educassem a participar na gest\u00e3o s\u00f3bria e solid\u00e1ria do or\u00e7amento familiar?&#8230; Sabemos do empobrecimento doloroso de milhares e milhares de pessoas. Mas tamb\u00e9m vemos a resist\u00eancia feroz a assumir um estilo de vida \u00e0 medida das nossas possibilidades!<\/p>\n<p>O articulista prosseguia: \u201cSe a manifesta\u00e7\u00e3o de s\u00e1bado produzisse &#8211; se produzir &#8211; efeitos, o Governo ca\u00eda e a Troika ia embora no dia seguinte. Quem pagaria o nosso d\u00e9fice? Ningu\u00e9m. Ter\u00edamos de o reduzir de um ano para o outro, e portanto, n\u00e3o chegariam os quatro mil milh\u00f5es anunciados de corte de despesa para 2013 e 2014\u201d. Ser\u00e1 preciso interiorizar mais os problemas, equacionar melhor as realidades\u2026, antes de barafustar de qualquer forma. E tamb\u00e9m seria bom apontar claramente os respons\u00e1veis pol\u00edticos desta situa\u00e7\u00e3o, escondidos de variadas formas!<\/p>\n<p>Os crist\u00e3os, nestas situa\u00e7\u00f5es concretas da hist\u00f3ria, precisam de mergulhar bem fundo na raz\u00e3o da sua exist\u00eancia sobre a terra, vasculhar o mais profundo do seu dever de cidadania. Da net, recolhemos palavras interessantes:  \u201cAo recordarmos o \u00caxodo e o chamamento de Mois\u00e9s, a B\u00edblia transmite-nos um segredo: o nosso Deus \u00e9 um Deus a favor da humanidade, um Deus que ouve o clamor dos homens, v\u00ea a afli\u00e7\u00e3o do seu povo e se compadece.   (\u2026)<\/p>\n<p>Sabemos que somos fr\u00e1geis, mas estamos contagiados por uma promessa, uma esperan\u00e7a e uma certeza, somos sonhadores com os p\u00e9s no ch\u00e3o, conscientes que neste caminho din\u00e2mico e envolvente, contamos com uma energia que nos vem de outra parte que n\u00e3o apenas de n\u00f3s, que vem da for\u00e7a de uma Voz que nos impele e fortalece, que nos escolhe e nos conduz\u2026 <\/p>\n<p>A voz que nos chama, nos faz sentir amados e escolhidos para a miss\u00e3o \u00e9 Jesus, Ele que n\u00e3o indica simplesmente o caminho mas que \u00e9 o pr\u00f3prio Caminho, a Verdade e a Vida\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o somos a maioria da Humanidade. Mas temos um peso significativo no conjunto da popula\u00e7\u00e3o mundial. Seremos capazes de dar corpo a esta f\u00e9, tornando-a motor do nosso dia a dia? Essa \u00e9 a revolu\u00e7\u00e3o por que espera o Mundo e o nosso Pa\u00eds!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As palavras apareceram em di\u00e1rio destes dias: \u201cN\u00e3o quer corte da despesa, n\u00e3o quer estes impostos, n\u00e3o quer a Troika. A exig\u00eancia de demiss\u00e3o do Governo acaba por ser, verdadeiramente, a menos importante\u201d. 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