{"id":2227,"date":"2010-07-28T16:43:00","date_gmt":"2010-07-28T16:43:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=2227"},"modified":"2010-07-28T16:43:00","modified_gmt":"2010-07-28T16:43:00","slug":"recordando-o-padre-cartaxo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/recordando-o-padre-cartaxo\/","title":{"rendered":"Recordando o Padre Cartaxo"},"content":{"rendered":"<p>O P.e Manuel Jo\u00e3o dos Santos Cartaxo esteve na equipa sacerdotal de \u00cdlhavo durante mais de 12 anos, de 1968 a 1980, primeiro com o P.e Ant\u00f3nio dos Santos (o p\u00e1roco de ent\u00e3o; mais tarde bispo auxiliar de Aveiro e depois Bispo da Guarda) e com o P.e Urbino e mais tarde com o P.e Joaquim Martins. <\/p>\n<p>Escreveu em 08\/07\/2003 no jornal da par\u00f3quia, a quando do falecimento do Sr. Padre Urbino: \u201cForam tempos de uma viv\u00eancia pastoral jubilosa, diversificada e enriquecedora, fortalecida pela amizade\u201d\u2026<\/p>\n<p>Podemos transportar este seu testemunho para a viv\u00eancia, enquanto escuteiro no Agrupamento de \u00cdlhavo.<\/p>\n<p>Fez promessa de dirigente a 27 de Julho de 1969 na Igreja Matriz de \u00cdlhavo. A Regi\u00e3o de Aveiro celebrava neste dia um dos seus pontos altos na forma\u00e7\u00e3o de dirigentes da 1.\u00aa Sec\u00e7\u00e3o \u2013 Lobitos. Faziam promessa com o ritual dos Exploradoras cerca de uma dezena de raparigas que tinham vindo a fazer a sua forma\u00e7\u00e3o nas \u201cRochas\/69\u201d sob a orienta\u00e7\u00e3o do P.e Miguel (o Chill), o Chefe Armando Coutinho (o lobo Gris), a \u00c0qu\u00eal\u00e1 Isabel Mourinho e a Baguera Assun\u00e7\u00e3o Balreira.<\/p>\n<p>O P.e Cartaxo quis associar-se a esta festa e \u00e0 renova\u00e7\u00e3o da Alcateia de \u00cdlhavo, que pela primeira vez ia ter na sua equipa de anima\u00e7\u00e3o duas dirigentes femininas. Como jovem padre, vivendo profundamente o ideal do Escutismo, quis dar o exemplo e apresentou-se \u00e0 promessa, acompanhando as duas jovens que com ele viveram entusiasmadas a prepara\u00e7\u00e3o do grande momento no Agrupamento.<\/p>\n<p>Presidiu \u00e0 Eucaristia o assistente regional, P.e Valdemar Costa. Era chefe regional o Dr. Humberto Marques e chefe Do Agrupamento Manuel Azevedo. As fotografias testemunham o acto. E l\u00e1 est\u00e1 o nosso Chill, o grande impulsionador da forma\u00e7\u00e3o a n\u00edvel regional, junto destes chefes, coordenando toda a celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No final da Eucaristia houve almo\u00e7o partilhado e passeio ao Bu\u00e7aco.<\/p>\n<p>Escusado ser\u00e1 dizer que a alegria e os dons de anima\u00e7\u00e3o tanto do Chill como do P.e Cartaxo foram uma constante em todas as ocasi\u00f5es. O Agrupamento ficou muito mais enriquecido com o novo Assistente at\u00e9 1980.<\/p>\n<p>Com enorme esp\u00edrito de servi\u00e7o, assumiu a chefia do Agrupamento durante quatro anos, de 1976 a 1980. Numa Ordem de Servi\u00e7o interna do Agrupamento em 19\/06\/78 pode ler-se: \u201cNomear interinamente chefe de grupo o actual assistente, Padre Manuel Jo\u00e3o S. Cartaxo, que acumular\u00e1 dois cargos enquanto se considerar necess\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rias mais palavras para definir o esp\u00edrito de servi\u00e7o em favor do nosso Agrupamento.<\/p>\n<p>Recordo muitos momentos alegres na conviv\u00eancia com o P.e Cartaxo e outras extremamente dif\u00edceis ap\u00f3s 1975. Com a ajuda do Chefe Divino, o Agrupamento deu um salto bem alto e continuou no rumo certo proporcionando o crescimento harmonioso \u00e0s nossas crian\u00e7as, adolescentes e jovens. Com muita ora\u00e7\u00e3o em equipa, \u00edamos ultrapassando as dificuldades. O P.e Cartaxo revelou sempre uma const\u00e2ncia e um optimismo nas situa\u00e7\u00f5es de des\u00e2nimo. <\/p>\n<p>E como a vida \u00e9 feita de tudo, os momentos agrad\u00e1veis foram muitos. Recordo com alegria os momentos em que tivemos de aplicar um dos nossos artigos da lei \u201co escuta desenrasca-se\u201d, a quando do XV ACANAC, de 5 a 13 de Agosto, na Mata da Col\u00f3nia Agr\u00edcola da Gafanha. No seu \u201cDiana\u201d branco galg\u00e1vamos quil\u00f3metros a arranjar o imposs\u00edvel para o \u201cstaff\u201d. Sempre a cantar, a travar e a acelerar era ver o \u201cDiana\u201d com o d\u00edstico \u201clivre-tr\u00e2nsito\u201d a entrar e a sair constantemente do acampamento deixando atr\u00e1s de si uma poeirada que fazia rir (!) os acampados.<\/p>\n<p>O P.e Cartaxo esteve sempre presente nas celebra\u00e7\u00f5es dos anivers\u00e1rios mais significativos do Agrupamento. Que o digam as fotografias que possu\u00edmos. (\u2026)<\/p>\n<p>Muito tenho para recordar do nosso P.e Cartaxo. O cora\u00e7\u00e3o \u00e9 pequeno nestes momentos de saudade profunda.<\/p>\n<p>Louvemos o Senhor por tudo o que Ele fez por interm\u00e9dio do nosso e sempre Assistente do 189. Junto de Deus ele interceder\u00e1 por todos n\u00f3s que vivemos o ideal que ele sempre quis viver: o Escutismo.<\/p>\n<p>Obrigada, Padre Cartaxo.<\/p>\n<p>Maria Vitorina M. Azevedo, dirigente de CNE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O P.e Manuel Jo\u00e3o dos Santos Cartaxo esteve na equipa sacerdotal de \u00cdlhavo durante mais de 12 anos, de 1968 a 1980, primeiro com o P.e Ant\u00f3nio dos Santos (o p\u00e1roco de ent\u00e3o; mais tarde bispo auxiliar de Aveiro e depois Bispo da Guarda) e com o P.e Urbino e mais tarde com o P.e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-2227","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2227","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2227"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2227\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2227"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2227"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2227"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}