{"id":22318,"date":"2013-04-10T17:17:00","date_gmt":"2013-04-10T17:17:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=22318"},"modified":"2013-04-10T17:17:00","modified_gmt":"2013-04-10T17:17:00","slug":"mais-reformados-e-menos-atencao-a-eles","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/mais-reformados-e-menos-atencao-a-eles\/","title":{"rendered":"Mais reformados e menos aten\u00e7\u00e3o a eles"},"content":{"rendered":"<p>Olhos na Rua <!--more--> Uma reuni\u00e3o de avalia\u00e7\u00e3o deu consci\u00eancia de que aumenta o n\u00famero dos reformados, mas n\u00e3o a aten\u00e7\u00e3o pastoral a que t\u00eam direito. Sempre que se pensa em gente idosa, logo se pensa que esta j\u00e1 n\u00e3o merece sen\u00e3o uma aten\u00e7\u00e3o de ordem social que cubra, no poss\u00edvel, as suas limita\u00e7\u00f5es e necessidades. Ora, sendo isso importante, nem sempre \u00e9 este o caso.<\/p>\n<p>Os idosos e, nomeadamente, os reformados t\u00eam valores a reconhecer e a estimular, embora a sociedade nem sempre o reconhe\u00e7a e raramente recorra a eles para acolher a sua sabedoria, a sua experi\u00eancia, quando est\u00e3o mais aptos para ajudar e menos preocupados com favores materiais.<\/p>\n<p>A Igreja presta aten\u00e7\u00e3o a esta realidade e tem movimentos ou associa\u00e7\u00f5es votados a dar e a receber dos reformados quanto eles podem dar e se lhes pode dar. Parece que em algumas dioceses e em muitas par\u00f3quias isto ainda n\u00e3o \u00e9 conhecido e pensam apenas em multiplicar medidas sociais.<\/p>\n<p>O movimento Vida Ascendente, com um trip\u00e9 significativo \u2013 Amizade, Espiritualidade e Apostolado \u2013 tem-se mostrado um caminho s\u00e9rio e cheio de possibilidades. Porque n\u00e3o se aproveita?  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Olhos na Rua<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-22318","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22318","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22318"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22318\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22318"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22318"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22318"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}