{"id":22407,"date":"2011-03-16T11:17:00","date_gmt":"2011-03-16T11:17:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=22407"},"modified":"2011-03-16T11:17:00","modified_gmt":"2011-03-16T11:17:00","slug":"manif-nacional-todos-os-dias-da-geracao-fazer-pela-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/manif-nacional-todos-os-dias-da-geracao-fazer-pela-vida\/","title":{"rendered":"Manif nacional (todos os dias) da Gera\u00e7\u00e3o &#8220;Fazer pela Vida&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> Somos um pa\u00eds estruturado nas suas fronteiras h\u00e1 mais de oito s\u00e9culos! Desde a\u00ed, mas em particular desde 1640, os portugueses s\u00e3o convocados, pelas vias mais avan\u00e7adas de comunica\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis para a \u00e9poca, no mercado, para\u2026 fazer pela vida; para ter iniciativa, para ser criativo, empreender! Umas vezes foi sim, outras vezes foi n\u00e3o, muitos \u201cquem sabe?!\u201d Seguiu-se o \u201cvou para \u00c1frica\u201d; depois, o \u201cvou \u00e9 emigrar\u201d.<\/p>\n<p>Mais recentemente, \u201cvamos (plural) a Bruxelas pedir um financiamento\u201d.  [Note-se que este \u00faltimo est\u00e1dio da nossa hist\u00f3ria social est\u00e1 intrinsecamente ligado a outras express\u00f5es vivenciais sin\u00f3nimas: o \u201cEstado (Governo Central, Regional, Local) n\u00e3o apoia\/subsidia\u2026\u201d! E se n\u00e3o \u00e9 por esta via, veja-se a quantidade de cursos e habilita\u00e7\u00f5es superiores que existem apenas para trabalhar no Estado e do Estado: educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, justi\u00e7a, administra\u00e7\u00e3o, finan\u00e7as\u2026]. \u00c9 algo que, certamente, nos notabiliza pelo mundo fora. <\/p>\n<p>Correndo os riscos das afirma\u00e7\u00f5es generalistas, somos capazes de percorrer meio mundo num misto de aventura e procura de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida \u2013 sem saber-se muito bem onde uma e outra se distinguem. Depois de chegar, mata-nos a saudade. Se se conseguir um \u201cp\u00e9-de-meia\u201d razo\u00e1vel, regressa-se \u00e0 terra. Caso contr\u00e1rio, fica-se por onde se est\u00e1 com e como os de l\u00e1.<\/p>\n<p>Este ciclo terminou. Come\u00e7ou a \u00e9poca da regress\u00e3o, curiosamente pelo mesmo itiner\u00e1rio: n\u00e3o h\u00e1 apoio do Estado (nem da Uni\u00e3o Europeia!)\u2026 \u201cVou \u00e9 emigrar (o Brasil est\u00e1 com bom aspecto)!\u201d \u201cAngola est\u00e1 dar\u201d\u2026<\/p>\n<p>Sinceramente, at\u00e9 pelas manifesta\u00e7\u00f5es inconsequentes, quando sairmos da letargia da subsidiodepend\u00eancia e enfrentarmos sem hedonismos (fazer apenas o que d\u00e1 gozo, viver como os ricos sendo pobres) nem lusit\u00e2nias paix\u00f5es (uma coisa entre o fado e o \u201claissez faire &#8211;  laissez passer\u201d), querendo sujar as m\u00e3os nos recursos naturais, os de maior potencial de riqueza para este tempo (solos ar\u00e1veis,  sol, mar e aquicultura, floresta) ou queimar neur\u00f3nios de forma met\u00f3dica, laboriosa e consequente (na ind\u00fastria de ponta em toda a gama de produtos que os mercados procuram)\u2026 eis a nossa independ\u00eancia!<\/p>\n<p>Em todas as gera\u00e7\u00f5es, h\u00e1 quem fa\u00e7a pela vida e fa\u00e7a crescer Portugal. Estamos a falar de quem estuda, trabalha (n\u00e3o confundir com \u201cter vencimento\u201d), estagiou sem ordenado, anda a recibo, ficou sem pais muito cedo ou os pais n\u00e3o tiveram oportunidade de os ter em casa.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos \u00e9 viver sob os terr\u00edveis: favorecimentos; burocracia; desconfian\u00e7a\/garantismo; pausas de quinze minutos por cada sessenta \u201cno\u201d servi\u00e7o; febre do fim-de-semana e feriados!<\/p>\n<p>Portugal tem potencial!<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 <\/p>\n<p>&#8230;pelo desporto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-22407","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22407","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22407"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22407\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}