{"id":2324,"date":"2010-09-01T11:41:00","date_gmt":"2010-09-01T11:41:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=2324"},"modified":"2010-09-01T11:41:00","modified_gmt":"2010-09-01T11:41:00","slug":"ua-estuda-especies-marinhas-para-alargar-proteccao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/ua-estuda-especies-marinhas-para-alargar-proteccao\/","title":{"rendered":"UA estuda esp\u00e9cies marinhas para alargar protec\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A Comiss\u00e3o Europeia financia projecto da Universidade de Aveiro que estuda as esp\u00e9cies marinhas para melhor as proteger.<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Europeia (CE) aprovou o co-financiamento de uma investiga\u00e7\u00e3o do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) e do Departamento de Biologia, da Universidade de Aveiro (UA), com in\u00edcio previsto para Janeiro do pr\u00f3ximo ano. A investiga\u00e7\u00e3o MarPro visa a \u201cConserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies marinhas protegidas em Portugal Continental\u201d e tem uma comparticipa\u00e7\u00e3o de 1,3 milh\u00f5es de euros, metade do valor da candidatura aprovada.<\/p>\n<p>Uma das maiores restri\u00e7\u00f5es ao alargamento da rede Natura 2000 a Sites of Community Importance (SCI &#8211; S\u00edtios de Import\u00e2ncia Comunit\u00e1ria) \u00e9 a falta de dados relevantes sobre habitats marinhos e organismos de alto mar, como os cet\u00e1ceos e as aves marinhas, j\u00e1 que s\u00e3o poucas as institui\u00e7\u00f5es que disp\u00f5em das ferramentas necess\u00e1rias para tal trabalho.<\/p>\n<p>A Zona de Exclusividade Econ\u00f3mica (ZEE) \u00e9 uma \u00e1rea que se estende at\u00e9 200 milhas n\u00e1uticas da costa, sobre a qual o Estado tem direitos espec\u00edficos no que respeita aos recursos mar\u00edtimos. As ZEE (ao lago do continente e ilhas) portuguesas incluem uma das mais abundantes col\u00f3nias de golfinhos-nariz-de-garrafa comuns da Europa e s\u00e3o um importante habitat de Inverno para as pardelas baleares.<\/p>\n<p>Um total de sete SCI (55.400 hectares) e sete Special \u00c1reas of Conservation (\u00c1reas Especiais de Conserva\u00e7\u00e3o; 58.500 hectares) foram criados no ambiente costeiro e marinho portugu\u00eas. No entanto, de acordo com a UA, dificuldades pol\u00edticas e log\u00edsticas levaram a um atraso significativo na elabora\u00e7\u00e3o de novas propostas SCI em \u00e1reas costeiras e marinhas. A disponibilidade de informa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, necess\u00e1rias para a implementa\u00e7\u00e3o de medidas adequadas de gest\u00e3o de cet\u00e1ceos e esp\u00e9cies de aves marinhas \u00e9 tamb\u00e9m bastante baixa.<\/p>\n<p>O projecto MarPro pretende implementar com sucesso a rede Natura 2000 direccionada para cet\u00e1ceos e esp\u00e9cies de aves marinhas e seus habitats em toda a ZEE de Portugal continental, o que ir\u00e1 reduzir os conflitos entre a pesca e as esp\u00e9cies-alvo, a fim de assegurar o cumprimento das Directivas para Habitats e Aves.<\/p>\n<p>O MarPro, que decorrer\u00e1 entre Janeiro de 2011 e Dezembro de 2015, visa propor novas \u00e1reas marinhas Natura 2000 para Portugal, pretendendo ainda desenvolver planos de gest\u00e3o para o boto, golfinho-nariz-de-garrafa comum e pardelas baleares, bem como promover um entendimento entre autoridades de relev\u00e2ncia, cientistas, pescadores, novas ind\u00fastrias mar\u00edtimas (como as de produ\u00e7\u00e3o de energia) e o p\u00fablico em geral, com o objectivo de atingir um consenso em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o da rede mar\u00edtima Natura 2000.<\/p>\n<p>O estudo avaliar\u00e1 ainda a complexa interac\u00e7\u00e3o da pesca das esp\u00e9cies-alvo em alto-mar e promover\u00e1 a implementa\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es de boas pr\u00e1ticas no que diz respeito a capturas acess\u00f3rias e de preda\u00e7\u00e3o de peixes, de forma a melhorar a sustentabilidade.<\/p>\n<p>C.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Comiss\u00e3o Europeia financia projecto da Universidade de Aveiro que estuda as esp\u00e9cies marinhas para melhor as proteger. 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