{"id":23505,"date":"2011-11-30T17:06:00","date_gmt":"2011-11-30T17:06:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=23505"},"modified":"2011-11-30T17:06:00","modified_gmt":"2011-11-30T17:06:00","slug":"divisao-e-o-nosso-maior-pecado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/divisao-e-o-nosso-maior-pecado\/","title":{"rendered":"Divis\u00e3o \u00e9 o nosso maior pecado"},"content":{"rendered":"<p>JOS\u00c9 ANT\u00d3NIO CARNEIRO<\/p>\n<p>Padre. Vig\u00e1rio paroquial da Gl\u00f3ria<\/p>\n<p>Jesus ensinou a unidade. Em variad\u00edssimos momentos da sua vida terrena, na sua terna pedagogia, o Filho de Deus procurou fortalecer os la\u00e7os de uni\u00e3o e unidade entre os seus disc\u00edpulos. Jesus rezou pela unidade, formou para a unidade, ensinou a unidade e viveu a unidade.<\/p>\n<p>Tenho para mim (e n\u00e3o ser\u00e1 s\u00f3 para mim!) que, desde sempre, a divis\u00e3o foi e \u00e9 o maior pecado da Igreja de Jesus Cristo, de todas as \u00e9pocas e de todos os tempos. <\/p>\n<p>Nestes tempos que correm para n\u00f3s, as coisas n\u00e3o s\u00e3o diferentes de outros tempos. No \u00e2mago do cora\u00e7\u00e3o de Jesus, Filho eterno do Pai, unido em perfeita unidade e sintonia com o Esp\u00edrito Santo, est\u00e1 o desejo de unidade daqueles que se empenham, hoje e sempre, em ser disc\u00edpulos e seguidores.<\/p>\n<p>S\u00e3o muitas as situa\u00e7\u00f5es incongruentes e de contra-testemunho que vamos dando ao mundo enquanto Igreja. Talvez precisemos de um ecumenismo ad intra! Talvez precisemos de \u201cmeter a m\u00e3o \u00e0 consci\u00eancia\u201d para vermos at\u00e9 que ponto estamos a ser unidos e fi\u00e9is ao mandato \u201cque todos sejam um\u201d.<\/p>\n<p>Num ano em que, como Diocese, queremos afirmar que a Igreja que somos \u00e9 fraternidade de fam\u00edlias que confirma a esperan\u00e7a h\u00e1, com certeza, gestos de unidade e de uni\u00e3o que deveremos dar. Desde logo, a coopera\u00e7\u00e3o e unidade na ac\u00e7\u00e3o pastoral. N\u00e3o se trata de uniformidade. A diversidade \u00e9 riqueza e beleza, apenas e s\u00f3, se contribuir para a unidade daquilo que somos por ess\u00eancia: COMUNIDADE!<\/p>\n<p>Vou vendo e lendo sinais muito concretos, nesta Igreja que peregrina, que n\u00e3o traduzem essa fraternidade nem essa unidade pretendida pelo pr\u00f3prio Jesus. E aquilo que vemos, ouvimos e lemos n\u00f3s n\u00e3o podemos ignorar!    <\/p>\n<p>Aquilo que diz o Cardeal Walter Kasper, em rela\u00e7\u00e3o ao movimento ecum\u00e9nico, vale muito bem para o interior da Igreja Cat\u00f3lica: \u201cTemos que admitir com tristeza que ainda n\u00e3o existe a plena comunh\u00e3o entre n\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p>Tenho esperan\u00e7a \u2013 isto \u00e9, acredito \u2013 que este nosso ano pastoral possa traduzir esse renovado empenho em sermos UNIDOS, fam\u00edlia de fam\u00edlias, que ousam ser e tornar-se aquilo que s\u00e3o. <\/p>\n<p>Creio que Deus diz, ainda hoje, v\u00e1rias vezes, na eternidade do seu tempo: \u201cI have a dream\u201d. Deus quer uma humanidade (e a Igreja est\u00e1 a\u00ed) que seja unida e feliz! Se Deus quer e n\u00f3s sonhamos, ent\u00e3o, a obra da unidade nascer\u00e1!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>JOS\u00c9 ANT\u00d3NIO CARNEIRO Padre. Vig\u00e1rio paroquial da Gl\u00f3ria Jesus ensinou a unidade. Em variad\u00edssimos momentos da sua vida terrena, na sua terna pedagogia, o Filho de Deus procurou fortalecer os la\u00e7os de uni\u00e3o e unidade entre os seus disc\u00edpulos. Jesus rezou pela unidade, formou para a unidade, ensinou a unidade e viveu a unidade. Tenho [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-23505","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23505","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23505"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23505\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23505"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23505"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23505"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}