{"id":23623,"date":"2012-02-02T10:21:00","date_gmt":"2012-02-02T10:21:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=23623"},"modified":"2012-02-02T10:21:00","modified_gmt":"2012-02-02T10:21:00","slug":"como-a-igreja-conquistou-a-sua-liberdade-em-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/como-a-igreja-conquistou-a-sua-liberdade-em-portugal\/","title":{"rendered":"Como a Igreja conquistou a sua liberdade em Portugal"},"content":{"rendered":"<p>I Rep\u00fablica Portuguesa e Igreja Cat\u00f3lica<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Gaspar<\/p>\n<p>Diocese de Aveiro<\/p>\n<p>176 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Escreve Mons. Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Gaspar, contra o que ser\u00e1 provavelmente o pensar comum, que \u201ca situa\u00e7\u00e3o da Igreja no s\u00e9c. XIX, durante o tempo da Monarquia Liberal, n\u00e3o lhe era menos lesiva do que seria depois da Lei da Separa\u00e7\u00e3o do Estado das Igrejas de 1911, embora em moldes diferentes\u201d. Na realidade, o poder regalista, ou seja, antes da Rep\u00fablica, intervinha na organiza\u00e7\u00e3o da Igreja, na nomea\u00e7\u00e3o dos bispos, nas leis dos semin\u00e1rios, etc. Por isso escreve o autor, ecoando as palavras de Bento XVI a quando da visita a Portugal (\u201cA viragem republicana, operada h\u00e1 cem anos em Portugal, abriu na distin\u00e7\u00e3o entre a Igreja e o estado, um espa\u00e7o novo de liberdade para a Igreja\u2026\u201d, Lisboa, 11 de Maio de 2010) que \u201cse houve pontos negativos com incontrol\u00e1veis desacatos, injustas persegui\u00e7\u00f5es e m\u00faltiplas dificuldades que advieram da legisla\u00e7\u00e3o civil, a Igreja tamb\u00e9m beneficiou muit\u00edssimo, conquistando a sua pr\u00f3pria autonomia, com muita persist\u00eancia e tenacidade\u201d (p\u00e1g. 10).<\/p>\n<p>Esta obra, de \u00e2mbito nacional, pretende, pois, esclarecer como lidou a Igreja com a implanta\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Mas o volume n\u00e3o se det\u00e9m no 5 de outubro de h\u00e1 quase 102 anos, agora que a data vai deixar de ser feriado. O livro come\u00e7a com uma ampla vis\u00e3o da monarquia nos \u00faltimos anos (cap\u00edtulo I) e estende-se at\u00e9 \u00e0 \u201cDecad\u00eancia da I Rep\u00fablica\u201d (cap. V), abordando nos cap\u00edtulos do meio \u201cA Rep\u00fablica que se imp\u00f5e\u201d (III), \u201cA separa\u00e7\u00e3o do Estado das Igreja ou a subjuga\u00e7\u00e3o?\u201d (III) e \u201cNo caminho do di\u00e1logo\u201d (IV).<\/p>\n<p>Neste livro temos um \u00f3timo recurso para conhecer o catolicismo e a pol\u00edtica portuguesa do primeiro quarto do s\u00e9c. XX. Com D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, que assina o pref\u00e1cio, podemos agradecer ao autor \u201cpelo manancial de factos e figuras que muito bem conjuga e pelo tom geral com que os aprecia e apresenta. \u00c9 um bom contributo para nos revermos e perspetivarmos, em sociedade e Igreja\u201d.<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I Rep\u00fablica Portuguesa e Igreja Cat\u00f3lica Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Gaspar Diocese de Aveiro 176 p\u00e1ginas Escreve Mons. Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Gaspar, contra o que ser\u00e1 provavelmente o pensar comum, que \u201ca situa\u00e7\u00e3o da Igreja no s\u00e9c. XIX, durante o tempo da Monarquia Liberal, n\u00e3o lhe era menos lesiva do que seria depois da Lei da Separa\u00e7\u00e3o do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-23623","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livros-e-multimedia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23623","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23623"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23623\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23623"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23623"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23623"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}