{"id":23647,"date":"2012-05-09T16:40:00","date_gmt":"2012-05-09T16:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=23647"},"modified":"2012-05-09T16:40:00","modified_gmt":"2012-05-09T16:40:00","slug":"ele-alimenta-e-desenvolve-os-ramos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/ele-alimenta-e-desenvolve-os-ramos\/","title":{"rendered":"Ele alimenta e desenvolve os ramos"},"content":{"rendered":"<p>Texto <!--more--> O Senhor diz [&#8230;] que Ele pr\u00f3prio \u00e9 a videira, a fim de nos ensinar a unirmo-nos ao Seu amor e mostrar a quantidade de gra\u00e7as que recebemos por estarmos unidos a Ele. Compara a ramos aqueles que est\u00e3o unidos a Ele, presos e fixos n\u2019Ele de alguma forma, afirmando que s\u00e3o j\u00e1 \u00abparticipantes da natureza divina\u00bb (2 Pe 1,4) pelo facto de terem recebido o Esp\u00edrito Santo. Porque o que nos une a Cristo Salvador \u00e9 o Esp\u00edrito Santo. [&#8230;]  <\/p>\n<p>Com efeito, recebemos o novo nascimento d\u2019Ele e n\u2019Ele, no Esp\u00edrito, a fim de dar frutos de vida; n\u00e3o da vida anterior e ultrapassada, mas da vida renovada pela f\u00e9 e pelo amor a Ele. Permane\u00e7amos neste estado, enxertados em certa medida em Cristo, unidos custe o que custar ao mandamento sagrado que nos foi dado. Esforcemo-nos por conservar os benef\u00edcios desta nobreza, ou seja, por n\u00e3o deixar de modo algum \u00abofender o Esp\u00edrito Santo\u00bb (Ef 4,30) que fez de n\u00f3s Sua morada, e atrav\u00e9s de Quem sabemos que Deus permanece em n\u00f3s. [&#8230;]<\/p>\n<p>Assim como a cepa da vinha fornece e distribui aos ramos a sua qualidade natural e que lhe \u00e9 pr\u00f3pria, assim o Verbo, Filho \u00danico de Deus Pai, introduz nos santos um [&#8230;] parentesco com a Sua natureza dando-lhes o Esp\u00edrito, sobretudo aos que est\u00e3o unidos a Ele pela f\u00e9 e pela santidade perfeita. Ele alimenta-os e faz crescer o seu fervor; e desenvolve neles a capacidade para as virtudes e para a bondade total.<\/p>\n<p>Cirilo de Alexandria (380-444), bispo e doutor da Igreja. Coment\u00e1rio sobre o Evangelho de Jo\u00e3o 10,2<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-23647","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espiritualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23647","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23647"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23647\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23647"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23647"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23647"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}