{"id":23866,"date":"2012-06-28T10:26:00","date_gmt":"2012-06-28T10:26:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=23866"},"modified":"2012-06-28T10:26:00","modified_gmt":"2012-06-28T10:26:00","slug":"estudo-da-ua-afirma-que-portugueses-tem-boa-capacidade-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/estudo-da-ua-afirma-que-portugueses-tem-boa-capacidade-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Estudo da UA afirma que portugueses t\u00eam boa capacidade de trabalho"},"content":{"rendered":"<p>Universidade de Aveiro conduziu maior estudo realizado em Portugal. Os pol\u00edcias s\u00e3o os mais aptos.<\/p>\n<p>\u201cOs portugueses possuem, em m\u00e9dia, boa capacidade para o trabalho\u201d &#8211; \u00e9 a principal conclus\u00e3o do maior estudo alguma vez realizado em Portugal sobre a capacidade dos portugueses para o trabalho, investiga\u00e7\u00e3o realizada pela Universidade de Aveiro (UA), entre 2008 e dezembro de 2011, com financiamento da FCT, e que envolveu 4162 trabalhadores, do norte ao sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m de avaliar a perce\u00e7\u00e3o que cada indiv\u00edduo tem da sua capacidade para responder \u00e0s exig\u00eancias do trabalho, a investiga\u00e7\u00e3o da UA estudou tamb\u00e9m os fatores psicossociais que influenciam os trabalhadores, tais como exig\u00eancias cognitivas e emocionais, recompensas, significado do trabalho, conflito trabalho  fam\u00edlia, stress e sa\u00fade geral.<\/p>\n<p>O estudo concluiu que h\u00e1 \u201c2,2% da popula\u00e7\u00e3o portuguesa com pobre capacidade para o trabalho, cerca de 20% com moderada, 44,7% com boa e 33,2% com excelente capacidade para trabalhar\u201d.<\/p>\n<p>As for\u00e7as policiais, com 41,29 pontos em 49 poss\u00edveis, \u00e9, segundo o estudo da UA, o setor com maior capacidade para o trabalho em Portugal, seguindo-se os setores da ind\u00fastria, do com\u00e9rcio e da sa\u00fade, com 41,07, 40,67 e 39,45 pontos, respetivamente. O setor em estudo onde os trabalhadores t\u00eam menor capacidade para o trabalho \u00e9 o do ensino, com 38,91 pontos.<\/p>\n<p>Por sexos, os homens t\u00eam melhor capacidade de trabalho do que as mulheres, com cerca de 41 e com 39,76 pontos, respetivamente. J\u00e1 no que se refere \u00e0 idade, a m\u00e1xima capacidade de trabalho \u00e9 atingida na faixa et\u00e1ria dos 25 aos 29 anos. A partir dos 45 anos, a capacidade entra em franco decl\u00ednio, at\u00e9 atingir o seu m\u00ednimo, aos 65 anos.<\/p>\n<p>O estudo revela ainda que os homens t\u00eam no local de trabalho mais influ\u00eancia, mais reconhecimento, mais apoio dos superiores, mais sentido de grupo e de comunidade, percecionam a chefia com mais qualidade, sentem mais justi\u00e7a e respeito, t\u00eam uma perce\u00e7\u00e3o de si como mais auto eficaz e sentem mais satisfa\u00e7\u00e3o. As mulheres t\u00eam mais ritmo de trabalho, mais exig\u00eancias emocionais, maior inseguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a ficarem desempregadas, mais stress e mais sintomas depressivos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Universidade de Aveiro conduziu maior estudo realizado em Portugal. Os pol\u00edcias s\u00e3o os mais aptos. \u201cOs portugueses possuem, em m\u00e9dia, boa capacidade para o trabalho\u201d &#8211; \u00e9 a principal conclus\u00e3o do maior estudo alguma vez realizado em Portugal sobre a capacidade dos portugueses para o trabalho, investiga\u00e7\u00e3o realizada pela Universidade de Aveiro (UA), entre 2008 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-23866","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23866","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23866"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23866\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23866"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23866"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23866"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}