{"id":23937,"date":"2012-09-19T17:05:00","date_gmt":"2012-09-19T17:05:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=23937"},"modified":"2012-09-19T17:05:00","modified_gmt":"2012-09-19T17:05:00","slug":"biografia-de-jerusalem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/biografia-de-jerusalem\/","title":{"rendered":"Biografia de Jerusal\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p>Jerusal\u00e9m. A biografia<\/p>\n<p>Simon Sebag Montefiore<\/p>\n<p>Al\u00eatheia<\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel perceber o mundo de hoje sem compreender a hist\u00f3ria de Jerusal\u00e9m. E Montefiore \u00e9 o cicerone perfeito. O autor revela-se um g\u00e9nio da escrita e um narrador que, de t\u00e3o omnipresente aos relatos que faz da hist\u00f3ria desta cidade, nos quer tornar tamb\u00e9m a n\u00f3s omnipresentes.Os muitos m\u00e9ritos desta obra &#8211; excelente documenta\u00e7\u00e3o, precis\u00e3o de pormenores, car\u00e1cter in\u00e9dito de muitos dos documentos referidos &#8211; saem refor\u00e7ados pela flu\u00eancia da escrita e a min\u00facia dos detalhes.<\/p>\n<p>Ficamos a conhecer muitas curiosidades sobre esta cidade, palco de tantas paix\u00f5es como conflitos. Sabia que os Nusseibehs e os Judehs, fam\u00edlias que t\u00eam a responsabilidade de abrir as portas do Santo Sepulcro, ainda hoje, t\u00eam essa incumb\u00eancia desde 1192, tempo do c\u00e9lebre Saladino? Sabia que Churchill tinha proposto a Estaline que a Confer\u00eancia que veio a ocorrer em Ialta se realizasse em Jerusal\u00e9m? Sabia que, no s\u00e9culo XII, per\u00edodo em que Jerusal\u00e9m esteve sob o controlo dos Cruzados, os \u00abperegrinos compravam alimentos e gelados na rua da Culin\u00e1ria de M\u00e1 qualidade (Malcuisinat)? Ou que Suleim\u00e3o, sult\u00e3o otomano que tomou Jerusal\u00e9m em 20 de mar\u00e7o de 1517, mandou construir umas muralhas em torno da cidade, as quais deixaram de fora o t\u00famulo de David. Irritado, ter\u00e1 mandado matar os arquitetos? Ou, ainda, que, como era pr\u00e1tica entre os povos do Livro, os documentos que deixavam de ser usados eram armazenados em guenizas (armaz\u00e9ns)? Na gueniza do Cairo, que n\u00e3o foi esvaziada durante cerca de 900 anos, foram encontrados, em 1864, mais de 100.000 documentos, fundamentais para a compreens\u00e3o da vida e cultura dos judeus do Egito. Sabe o que aconteceu entre o ano 70 d. C., em que o imperador Tito destruiu a cidade, e 1948, em que se criou o Estado de Israel? A leitura desta obra completar\u00e1 o vazio que a hist\u00f3ria parece ter escondido.<\/p>\n<p>Como compreender o conflito hoje existente no M\u00e9dio Oriente, sem saber os efeitos do mandato brit\u00e2nico que controlou a cidade entre 1920 e 1936? Como compreender as amizades e inimizades de cada uma das pot\u00eancias mundiais de hoje desconhecendo o que ocorreu entre as duas guerras mundiais no que respeita \u00e0 rela\u00e7\u00e3o com esta cidade?<\/p>\n<p>Um manancial de descobertas.<\/p>\n<p>Uma obra que poderia merecer o t\u00edtulo de \u00abo Livro humano\u00bb que melhor fala da cidade do Livro.<\/p>\n<p>Lu\u00eds Silva<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jerusal\u00e9m. A biografia Simon Sebag Montefiore Al\u00eatheia \u00c9 imposs\u00edvel perceber o mundo de hoje sem compreender a hist\u00f3ria de Jerusal\u00e9m. E Montefiore \u00e9 o cicerone perfeito. O autor revela-se um g\u00e9nio da escrita e um narrador que, de t\u00e3o omnipresente aos relatos que faz da hist\u00f3ria desta cidade, nos quer tornar tamb\u00e9m a n\u00f3s omnipresentes.Os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-23937","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livros-e-multimedia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23937","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23937"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23937\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23937"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23937"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23937"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}