{"id":24064,"date":"2012-11-28T16:23:00","date_gmt":"2012-11-28T16:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=24064"},"modified":"2012-11-28T16:23:00","modified_gmt":"2012-11-28T16:23:00","slug":"proibido-perder","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/proibido-perder\/","title":{"rendered":"Proibido perder!"},"content":{"rendered":"<p>Olhos na Rua <!--more--> Fiquei a pensar que a profiss\u00e3o menos est\u00e1vel, neste momento em que tudo \u00e9 inst\u00e1vel e mais ainda o trabalho profissional, parece ser a de treinador de futebol. Nos clubes ricos perde-se \u00e0 noite e, na manh\u00e3 seguinte, o treinador est\u00e1 despedido. <\/p>\n<p>N\u00e3o se pode perder nunca e em nada. Somos um mundo de super-homens. Perder deixou de ser motivo de reflex\u00e3o, de procura de causas e de novos caminhos, de normal compreens\u00e3o da dimens\u00e3o humana e do ritmo normal de aperfei\u00e7oamento que at\u00e9 a natureza nos ensina com a queda da folha e o desabrochar, a seu tempo, de novos rebentos.<\/p>\n<p>Sempre o ritmo da vida passou pelas fases dos \u00eaxitos e dos fracassos. Porque a vida para todos \u00e9 procura, conquista, desbravar de caminhos, desenvolver de capacidades, saltar obst\u00e1culos. N\u00e3o de maratonistas \u00e0 primeira tentativa, mas de corredores normais que se v\u00e3o revelando e \u00e0s suas potencialidades. Considerar-se \u00e0 partida vencedor \u00e9 correr o risco de nunca o conseguir ser, porque facilmente se desiste desiludido.  <\/p>\n<p>Uma pessoa com defici\u00eancias vis\u00edveis pode ir longe se for estimulado e ajudado a lutar. O \u201ctreinador de bancada\u201d, sempre o mais exigente, s\u00f3 sabe assobiar, gritar e chamar nomes \u00e0 m\u00e3e do \u00e1rbitro.<\/p>\n<p>Uma falha, aceite com normalidade e humildade, \u00e9 impulso a ir mais longe. Mas, se no pa\u00eds abundarem os an\u00f5es que precisam de estrado para serem vistos, ent\u00e3o, \u00e0 sua volta ningu\u00e9m pode crescer, porque, se tiverem o poder n\u00e3o deixam mesmo que ningu\u00e9m cres\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Olhos na Rua<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-24064","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24064","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24064"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24064\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24064"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24064"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24064"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}