{"id":24141,"date":"2013-01-23T16:33:00","date_gmt":"2013-01-23T16:33:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=24141"},"modified":"2013-01-23T16:33:00","modified_gmt":"2013-01-23T16:33:00","slug":"festas-aos-santos-e-necessidades-do-povo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/festas-aos-santos-e-necessidades-do-povo\/","title":{"rendered":"Festas aos santos e necessidades do povo"},"content":{"rendered":"<p>Olhos na Rua <!--more--> H\u00e1 per\u00edodos em que os foguetes, hoje muito caros, incomodam mais. N\u00e3o \u00e9 por prejudicarem o sono dos vizinhos, mas pelos confrontos a que nos obrigam. As festas tradicionais, com patronos religiosos, ganharam prest\u00edgio fora e mostram, c\u00e1 dentro, o bairrismo de quem as promove. N\u00e3o s\u00e3o um campo f\u00e1cil de renova\u00e7\u00e3o. O povo tem direito a divertir-se e as tradi\u00e7\u00f5es devem conservar-se. \u00c9 verdade. Por\u00e9m, na programa\u00e7\u00e3o da festa \u2013 a Igreja, como educadora que deve ser, tem nisto responsabilidade \u2013 deve olhar-se ao momento que se vive. Despesas ontem normais, hoje podem ser exageradas e provocadoras. As festas precisam de um santo e o santo precisa de quem saiba interpretar a sua vida, que nunca foi de ostenta\u00e7\u00e3o, nem de passar ao lado de quem precisa. Por isso mesmo \u00e9 santo. \u00c9, pois, de esperar que, ao programar a festa se cortem despesas, para, em louvor do santo, ao ir encontro dos pobres da par\u00f3quia ou mesmo de fora? Um trabalho n\u00e3o se faz apenas numa reuni\u00e3o, mas no cuidado de transmitir valores e preocupa\u00e7\u00f5es e de incentivar \u00e0 parcim\u00f3nia e \u00e0 partilha fraterna. A imagem da Igreja est\u00e1 nos gestos que ajudam a perceber a sua miss\u00e3o e a sua preocupa\u00e7\u00e3o com os mais pobres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Olhos na Rua<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-24141","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24141","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24141"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24141\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24141"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24141"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24141"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}