{"id":24203,"date":"2013-02-28T10:50:00","date_gmt":"2013-02-28T10:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=24203"},"modified":"2013-02-28T10:50:00","modified_gmt":"2013-02-28T10:50:00","slug":"liberdade-liberdade-cada-um-chama-lhe-sua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/liberdade-liberdade-cada-um-chama-lhe-sua\/","title":{"rendered":"Liberdade, liberdade, cada um chama-lhe sua"},"content":{"rendered":"<p>Olhos na Rua <!--more--> O espet\u00e1culo n\u00e3o \u00e9 nem interessante, nem edificante. Sobretudo quando se trata de pol\u00edticos a divergir entre si e a discutir tricas. N\u00e3o s\u00f3 no Parlamento. Os outros nunca t\u00eam raz\u00e3o, n\u00e3o sabem o que est\u00e3o a dizer, devem demitir-se uns e calar-se outros.<\/p>\n<p>Um pol\u00edtico do velho regime dizia que os portugueses s\u00e3o incapazes de viver em democracia. Exagero, claro. Mas talvez se possa dizer isso de alguns pol\u00edticos da nossa pra\u00e7a. Pela \u00e2nsia do poder e limite de horizontes de bem comum, tornaram-se incapazes de ouvir os outros, de respeitar a sua opini\u00e3o, de captar o que nela pode enriquecer. Uma s\u00e9rie de dogm\u00e1ticos, ditos democratas, que n\u00e3o devem nada \u00e0 humildade. Essa sim, \u00e9 a verdade e o caminho para progredir nela. Quando os que est\u00e3o na ribalta temperarem, com o respeito pelo outro, as suas opini\u00f5es livres, a sociedade fica mais rica e mais habit\u00e1vel.<\/p>\n<p>Na pol\u00edtica abundam os pequenos e escasseiam os de dimens\u00e3o normal, que outra n\u00e3o \u00e9 precisa. Mas, tamb\u00e9m, nos aficionados do futebol, nos debates p\u00fablicos sobre temas diversos, nos fan\u00e1ticos religiosos, que ainda os h\u00e1 por a\u00ed. <\/p>\n<p>Liberdade nunca \u00e9 direito a agredir e ser diferente n\u00e3o \u00e9 o mesmo que ser advers\u00e1rio. Uma sociedade, toda da mesma cor, \u00e9 mon\u00f3tona e pobre.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Olhos na Rua<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-24203","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24203","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24203"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24203\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}