{"id":2427,"date":"2010-09-15T10:22:00","date_gmt":"2010-09-15T10:22:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=2427"},"modified":"2010-09-15T10:22:00","modified_gmt":"2010-09-15T10:22:00","slug":"o-fermento-do-evangelho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-fermento-do-evangelho\/","title":{"rendered":"O Fermento do Evangelho"},"content":{"rendered":"<p>Nota Pastoral <!--more--> 1. O Movimento dos Cursilhos de Cristandade (MCC) nasceu em Espanha e rapidamente se espalhou por v\u00e1rios pa\u00edses do mundo. Est\u00e1 em Portugal h\u00e1 cinquenta anos. Irradiou com a naturalidade da ac\u00e7\u00e3o evangelizadora por todas as Dioceses de Portugal. Era o fermento renovador do Esp\u00edrito que transformava cora\u00e7\u00f5es e abria caminho renovador na Igreja que vivia a hora providencial do Conc\u00edlio. Foi assim f\u00e1cil abrir campo de miss\u00e3o a este movimento apost\u00f3lico que procurava fermentar de Evangelho todos os ambientes humanos, profissionais, culturais e sociais.<\/p>\n<p>Ao celebrarmos esta data jubilar queremos ver no tempo hist\u00f3rico concreto a ac\u00e7\u00e3o de Deus que chamou homens e mulheres a viver o fundamental crist\u00e3o atrav\u00e9s da ora\u00e7\u00e3o, do estudo e da ac\u00e7\u00e3o, a partir do encontro com Cristo e da descoberta da miss\u00e3o apost\u00f3lica. Foram muitas as comunidades crist\u00e3s que encontraram neste Movimento o meio e o modo de encontro com Cristo, de viv\u00eancia crist\u00e3 e de forma\u00e7\u00e3o permanente que fez dos novos Cursilhistas agentes comprometidos na miss\u00e3o da Igreja e na renova\u00e7\u00e3o pastoral de tantas par\u00f3quias.<\/p>\n<p>Assim aconteceu tamb\u00e9m na nossa Diocese, onde o primeiro Cursilho de Homens se realizou em Dezembro de 1963 e o primeiro Cursilho de Senhoras em Setembro de 1964. Em plena actividade e com grande dinamismo, o Movimento dos Cursilhos de Cristandade, permanece hoje na nossa Diocese, consciente das grandes transforma\u00e7\u00f5es sociais e culturais do nosso tempo e integrado na din\u00e2mica pastoral que preside \u00e0 ac\u00e7\u00e3o pastoral implementada na Igreja Diocesana.<\/p>\n<p>2. Celebrar um jubileu significa, na fidelidade ao carisma fundador, chamar \u00e0 miss\u00e3o todos quantos tiveram a gra\u00e7a de viver no seu Cursilho de Cristandade um momento determinante da sua vida pessoal, familiar e em comunidade crist\u00e3.<\/p>\n<p>Foram momentos marcantes deste percurso as reuni\u00f5es de grupo, as ultreias, as escolas de respons\u00e1veis, os Cursilhos ano a ano realizados, e tantas iniciativas e actividades desenvolvidas nas fam\u00edlias, nas comunidades e nos ambientes nestes cinquenta anos.<\/p>\n<p>Cumpre-nos recordar o passado com gratid\u00e3o, olhar o futuro com confian\u00e7a e afirmar a import\u00e2ncia deste jubileu para incentivarmos em cada um de n\u00f3s e nas nossas comunidades abertura ao dinamismo renovador da miss\u00e3o que o Esp\u00edrito de Deus confia \u00e0 sua Igreja em cada tempo e lugar.<\/p>\n<p>3. Em comunh\u00e3o com a Igreja em Portugal, ao celebrarmos nos pr\u00f3ximos dias este Jubileu na nossa Diocese recordamos e agradecemos todos quantos atrav\u00e9s do Movimento dos Cursilhos de Cristandade encontraram Cristo e descobriram a beleza da Igreja e se sentem hoje crist\u00e3os conscientes e conscientes, dispon\u00edveis e correspons\u00e1veis na constru\u00e7\u00e3o de um mundo melhor.<\/p>\n<p>\u00c9 muito o bem e exemplar o testemunho recebido ao longo do tempo do MCC, dos seus respons\u00e1veis, dirigentes e cursilhistas. \u00c9 muito igualmente quanto agora a todos se pede e de todos se espera como crist\u00e3os ao servi\u00e7o da nova evangeliza\u00e7\u00e3o. Esta \u00e9 a hora de nos sentirmos, de acordo com o nosso Plano Diocesano de Pastoral, todos convocados para a miss\u00e3o, nesta Igreja Diocesana educadora da f\u00e9 que \u00e9 fundamento de esperan\u00e7a para o mundo.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Francisco dos Santos,<\/p>\n<p>Bispo de Aveiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nota Pastoral<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-2427","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2427","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2427"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2427\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2427"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2427"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2427"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}