{"id":25172,"date":"2014-07-24T14:18:28","date_gmt":"2014-07-24T14:18:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=25172"},"modified":"2014-07-24T14:18:28","modified_gmt":"2014-07-24T14:18:28","slug":"bispo-do-porto-deseja-canonizacao-do-pai-americo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/bispo-do-porto-deseja-canonizacao-do-pai-americo\/","title":{"rendered":"Bispo do Porto deseja canoniza\u00e7\u00e3o do &#8220;Pai Am\u00e9rico&#8221;"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_25175\" aria-describedby=\"caption-attachment-25175\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/americo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-25175\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/americo.jpg\" alt=\"Est\u00e1tua do Padre Am\u00e9rico da Pra\u00e7a da Rep\u00fablica \u2013 Porto\" width=\"300\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/americo.jpg 300w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/americo-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25175\" class=\"wp-caption-text\">Est\u00e1tua do Padre Am\u00e9rico da Pra\u00e7a da Rep\u00fablica \u2013 Porto<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fundador da Casa do Gaiato ser\u00e1 para \u201csempre cidad\u00e3o do Porto e modelo da alma crist\u00e3 e solid\u00e1ria\u201d da cidade.<\/strong><br \/>\nO bispo do Porto pediu aos crist\u00e3os que rezassem para que a \u201cbeatifica\u00e7\u00e3o e canoniza\u00e7\u00e3o\u201d do padre Am\u00e9rico seja uma realidade. No simp\u00f3sio sobre \u00abPadre Am\u00e9rico &#8211; Modelo de Caridade para os nossos dias\u00bb, realizado no dia 19 de julho para celebrar o anivers\u00e1rio da Obra da Rua, D. Ant\u00f3nio Francisco dos Santos sublinhou na homilia da celebra\u00e7\u00e3o que o Padre Am\u00e9rico \u201cpartiu cedo demais\u201d e n\u00e3o se sabe \u201cquantas barreiras ele teve de vencer\u201d, mas ele \u201cestava decidido! Havia uma for\u00e7a interior que o impelia\u201d.<br \/>\nA Diocese do Porto viveu com \u201calegria e gratid\u00e3o\u201d este dia de anivers\u00e1rio da Obra Rua e \u201cevocou com devo\u00e7\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o\u201d a mem\u00f3ria do seu fundador, Padre Am\u00e9rico Monteiro de Aguiar, que celebrou o anivers\u00e1rio da morte, no passado dia 16 deste m\u00eas.<br \/>\nO Padre Am\u00e9rico percorreu \u201ccomo ningu\u00e9m as ruas mais pobres\u201d da cidade do Porto e \u201clamentou-se de t\u00e3o tarde ter conhecido a alma da cidade, porque aqui encontrou generosidade e carinho, que nunca se cansou de agradecer\u201d, afirmou D. Ant\u00f3nio Francisco na Casa de Vilar.<br \/>\nA cidade \u201cnunca esqueceu o Pai Am\u00e9rico\u201d e a \u201cest\u00e1tua que lhe ergueu numa das pra\u00e7as maiores e mais belas\u201d do Porto, \u201cas flores vi\u00e7osas que pessoas an\u00f3nimas em cada madrugada ali colocam e o carinho e devo\u00e7\u00e3o dos olhares que diariamente com ele ali se cruzam\u201d dizem que o Padre Am\u00e9rico ser\u00e1 para \u201csempre cidad\u00e3o do Porto e modelo da alma crist\u00e3 e solid\u00e1ria\u201d da cidade, disse o prelado.<br \/>\nAo fazer refer\u00eancia aos membros da Obra da Rua, D. Ant\u00f3nio Francisco dos Santos real\u00e7a que todos os crist\u00e3os devem ser \u201cconstrutores de uma sociedade solid\u00e1ria, impregnada dos valores crist\u00e3os\u201d, no \u201cch\u00e3o sagrado\u201d e na \u201cterra de liberdade, de justi\u00e7a, de caridade e de aten\u00e7\u00e3o aos mais pobres, que \u00e9 o Porto\u201d.<br \/>\nO exemplo do Padre Am\u00e9rico ajuda os crist\u00e3os \u201cnesta miss\u00e3o\u201d e ilumina o caminho, salientou o bispo do Porto.<br \/>\n<strong>Ecclesia\/ CV<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Presen\u00e7a em Aveiro <\/strong><br \/>\n<strong>com o Patrim\u00f3nio dos Pobres<\/strong><\/p>\n<p>Am\u00e9rico Monteiro de Aguiar nasceu em Galegos, Penafiel, distrito e diocese do Porto, no dia 23 de outubro de 1887 e morreu num acidente de via\u00e7\u00e3o em Valongo, no dia 16 de julho de 1956.<br \/>\nEm 1923, com 35 anos, entrou para os franciscanos, mas n\u00e3o se adaptou \u00e0 vida mon\u00e1stica. Integrou-se na diocese de Coimbra, depois de ter visto o seu pedido para entrar no Semin\u00e1rio do Porto recusado pelo bispo da sua diocese de origem. Em Coimbra, descobriu a sua voca\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o aos mais pobres quando em 1932 lhe entregaram a responsabilidade de dirigir a \u201cSopa dos Pobres\u201d. Em 1940, fundou em Miranda do Corvo (Coimbra) a primeira Casa do Gaiato.<br \/>\nDefendendo que \u201ccada freguesia deve cuidar dos seus pobres\u201d, lan\u00e7ou em 1951 o projeto \u201cPatrim\u00f3nio dos Pobres\u201d, que consistia na constru\u00e7\u00e3o de casas para quem de outro modo n\u00e3o poderia ter uma habita\u00e7\u00e3o digna. Na Diocese de Aveiro, em 13 par\u00f3quias, h\u00e1 95 moradias constru\u00eddas nesta modalidade, destacando-se o Patrim\u00f3nio dos Pobres de \u00c1gueda (12 moradias) e o de \u00cdlhavo (20 moradias).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Fundador da Casa do Gaiato ser\u00e1 para \u201csempre cidad\u00e3o do Porto e modelo da alma crist\u00e3 e solid\u00e1ria\u201d da cidade. O bispo do Porto pediu aos crist\u00e3os que rezassem para que a \u201cbeatifica\u00e7\u00e3o e canoniza\u00e7\u00e3o\u201d do padre Am\u00e9rico seja uma realidade. No simp\u00f3sio sobre \u00abPadre Am\u00e9rico &#8211; Modelo de Caridade para os nossos dias\u00bb, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[44,53],"tags":[],"class_list":["post-25172","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-igreja","category-igreja-em-portugal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25172","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25172"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25172\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25176,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25172\/revisions\/25176"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25172"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25172"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25172"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}