{"id":25430,"date":"2014-10-30T15:30:55","date_gmt":"2014-10-30T15:30:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=25430"},"modified":"2014-11-27T15:56:26","modified_gmt":"2014-11-27T15:56:26","slug":"ha-mais-duas-dezenas-de-paroquias-que-podem-ter-escutismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/ha-mais-duas-dezenas-de-paroquias-que-podem-ter-escutismo\/","title":{"rendered":"&#8220;H\u00e1 mais duas dezenas de par\u00f3quias que podem ter escutismo&#8221;"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_25431\" aria-describedby=\"caption-attachment-25431\" style=\"width: 400px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/escuta2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-25431\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/escuta2.jpg\" alt=\"Manuel Santos, 56 anos, chefe regional desde 2005, \u00e9 escuteiro desde os 14 e dirigente desde os 30 anos.\" width=\"400\" height=\"372\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/escuta2.jpg 400w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/escuta2-300x279.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25431\" class=\"wp-caption-text\">Manuel Santos, 56 anos, chefe regional desde 2005, \u00e9 escuteiro desde os 14 e dirigente desde os 30 anos.<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Com a tomada de posse do \u00f3rg\u00e3o que lidera o escutismo na regi\u00e3o de Aveiro, no pr\u00f3ximo s\u00e1bado, chegam ao fim nove anos de lideran\u00e7a de Manuel Santos, motivo para um breve balan\u00e7o sobre a sua a\u00e7\u00e3o num movimento que congrega mais de tr\u00eas mil crian\u00e7as e jovens na Diocese de Aveiro.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Correio do Vouga &#8211; O que lhe vem \u00e0 mente como aspetos mais positivos destes nove anos \u00e0 frente do escutismo cat\u00f3lico na Diocese de Aveiro?<\/strong><br \/>\nManuel Santos \u2013 Foi um caminho que equipas ao longo de 60 anos de Junta Regional nos legaram e que tivemos a honra de prosseguir. Com muito daquilo que aprendemos e vivenciamos, quisemos dar do nosso melhor \u00e0 nossa regi\u00e3o. Hoje \u00e9 mais f\u00e1cil, existe mais e melhor comunica\u00e7\u00e3o. Assim conseguimos uma maior sintonia de valores e de m\u00e9todos. Esta sintonia de a\u00e7\u00e3o com a maioria dos nossos agrupamentos permitiu uma din\u00e2mica na autenticidade dos nossos ideais assumidos na lei e nos princ\u00edpios, que permitiu a todos os escuteiros serem mais felizes. Esta felicidade aut\u00eantica s\u00f3 por si j\u00e1 \u00e9 importante, mas a mesma contagia e traz mais gente para o Escutismo e para a Igreja e isto traduziu-se nos \u00faltimos anos na abertura de novos agrupamentos (mais seis, dois em forma\u00e7\u00e3o) e um aumento consider\u00e1vel de escuteiros (+10%) na nossa diocese.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Teve como lema do primeiro mandado as palavras de Jesus, \u201cCaminho, Verdade e Vida\u201d, e terminou o \u00faltimo apelando \u00e0s virtudes do sal\u2026<\/strong><br \/>\nO primeiro lema procurou logo de in\u00edcio um caminho na comunh\u00e3o. Acreditamos na Igreja em Comunh\u00e3o. \u00c9 mera utopia pensarmos em nova evangeliza\u00e7\u00e3o sem percebermos e vivermos a Comunh\u00e3o entre todos aqueles que se abrigam em Jesus. A Igreja sem comunh\u00e3o \u00e9 um c\u00e2ntaro roto a dar \u00e1gua fresca. Sempre procuramos trabalhar para o encontro entre todos: Pastoral Juvenil, onde nos sentimos assumidos e integrados; com os nossos catequistas, onde sempre procuramos encontro e com todos os outros movimentos, n\u00e3o s\u00f3 em Igreja, mas em toda a dimens\u00e3o comunit\u00e1ria. Se este foi um caminho deliberadamente escolhido, a nossa Miss\u00e3o Jubilar como que veio cimentar e refor\u00e7ar todos estes nossos prop\u00f3sitos. Momento grande da nossa Diocese, em que o CNE saiu muito mais rico, apenas e s\u00f3 porque se deu, porque se entregou, porque quis ser mais Igreja com todos. Foi tamb\u00e9m um dos anos belos deste nosso mandato. Esperamos que esta semente de paz, dedica\u00e7\u00e3o, comunh\u00e3o e miss\u00e3o continue a dar frutos na Igreja de Aveiro. N\u00e3o podemos correr riscos de perder aquilo que de t\u00e3o belo Deus por interm\u00e9dio da Sua Igreja plantou nesta sua Diocese.<br \/>\nAssumimos o \u201cEscutismo com Sal\u201d, isto \u00e9, um Escutismo que se mexa, que fa\u00e7a a diferen\u00e7a, que n\u00e3o se gaste em cargos vazios de a\u00e7\u00e3o e em reuni\u00f5es de mero calend\u00e1rio. Um escutismo ativo numa viv\u00eancia desafiadora com os agrupamentos e as comunidades. E isto traduziu-se num maior respeito e sentido de partilha da nossa Igreja e de toda a sociedade. Por isso mesmo, sentimos disponibilidade das nossas autarquias no apoio \u00e0 vida regional e \u00e0 vida dos agrupamentos. Exemplos extraordin\u00e1rios foram o apoio do Munic\u00edpio de Vagos ao Acampamento Regional de 2009 e o apoio, a amizade e o carinho do Munic\u00edpio da Murtosa aos escuteiros desta Regi\u00e3o no \u00faltimo ACAREG, na Torreira, realizado em agosto \u00faltimo.<br \/>\nEsta din\u00e2mica, este \u201cSal\u201d que nos tempera levou o nosso Chefe Norberto a Chefe Nacional e isto tamb\u00e9m significa que Aveiro de facto faz Caminho, na Verdade, e leva Vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Houve algo que gostaria de ter feito ou liderar e n\u00e3o fez? Algum aspeto em que gostaria de ter avan\u00e7ado mais?<\/strong><br \/>\nComo j\u00e1 referi, a Miss\u00e3o Jubilar mostrou a alguns sacerdotes da nossa diocese, sobretudo \u00e0queles menos informados sobre o escutismo, a din\u00e2mica evangelizadora do CNE. Estamos praticamente implantados em metade das 101 nossas par\u00f3quias, mas existem pelo menos mais duas dezenas delas que t\u00eam condi\u00e7\u00f5es para receber o CNE, outras pelo n\u00famero reduzido de crian\u00e7as e jovens, para j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam essa disponibilidade. Como sempre referi, quero que os primeiros passos dados pelo nosso movimento comecem sempre com o p\u00e1roco dessa comunidade. N\u00e3o aceitamos escutismo sem o sacerdote integrado. N\u00e3o conseguimos espa\u00e7os de melhor e maior sensibiliza\u00e7\u00e3o do nosso movimento junto do nosso clero. Tent\u00e1mos, trabalh\u00e1mos muito para que tal acontecesse, mas fruto de varias conting\u00eancias n\u00e3o conseguimos. Se calhar tivemos culpa, dev\u00edamos ser mais afoitos, mas o nosso sentido de respeito e delicadeza por vezes n\u00e3o nos permite ultrapassar alguns dos limites que estabelecemos. Mas o nosso dever \u00e9 continuar a trabalhar para que mais e melhor escutismo chegue a um maior n\u00famero de crian\u00e7as e jovens. N\u00e3o concebo, nem aceito que esta felicidade de ser jovem escuteiro em Igreja n\u00e3o d\u00ea oportunidade a todas as crian\u00e7as da nossa diocese.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Agora que deixa a Junta Regional, deixa o escutismo?<\/strong><br \/>\nContinuarei, enquanto Deus me permitir e eu julgar que tenho faculdades para tal, a ser dirigente do CNE. E isto quer dizer: \u201cSempre Alerta para Servir\u201d. Quero ajudar o novo Chefe Regional em tudo o que ele entender ser \u00fatil a minha colabora\u00e7\u00e3o. Para j\u00e1, pediu-me o apoio na finaliza\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o da nova Sede Regional e aos novos agrupamentos em forma\u00e7\u00e3o, o que farei sempre com muito gosto e com o entusiasmo que a minha promessa me confiou. Tamb\u00e9m como Formador do CNE continuarei a colaborar com a Secretaria dos Adultos e o seu Departamento Regional da Forma\u00e7\u00e3o, agora com maior disponibilidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Neste momento, quer deixar<\/strong><br \/>\nFoi para mim e com toda a certeza para todos aqueles que me acompanharam, uma enorme felicidade ter servido a nossa regi\u00e3o, a nossa Igreja de Aveiro, nesta t\u00e3o nobre Miss\u00e3o para a qual fomos eleitos. Bebemos da mesma \u00e1gua de muitas pessoas que marcaram nossas vidas, algumas que partiram para o Pai no tempo destes mandatos: o Padre Manuel Fonte (foi Assistente nacional do CNE e trabalhou no seu inicio de sacerdote na nossa Diocese) o Tchil (Padre Miguel Cruz), o Padre Valdemar, o Chefe Armando Coutinho. Tantos outros, bispos, sacerdotes e tanta gente humilde e santa que nos confiaram um legado t\u00e3o belo e promissor para o qual n\u00e3o pod\u00edamos. N\u00e3o podemos falhar. Acolhemos e recebemos muito, quisemos partilhar ao m\u00e1ximo muito daquilo que nos deram e confiaram. Ous\u00e1mos ter este prop\u00f3sito de S\u00e3o Paulo no final da sua Miss\u00e3o: \u201cCombati o bom combate\u2026\u201d Trabalh\u00e1mos, vivemos neste prop\u00f3sito, mas ainda temos tanto para fazer nesta Igreja que muito espera de todos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6><strong>Nova Junta Regional toma posse<\/strong><\/h6>\n<p>A nova Junta Regional do Corpo Nacional de Escutas (CNE) e o Conselho Fiscal e Jurisdicional tomam posse no dia 4 de novembro, \u00e0s 21h, no Centro Paroquial da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>Nas elei\u00e7\u00f5es realizadas no dia 19 de outubro, a lista para a Junta Regional, liderada por Jos\u00e9 Carlos Esmerado dos Santos obteve 315 votos \u201csim\u201d, num universo de 642 eleitores. Houve 12 votos \u201cn\u00e3o\u201d, 8 brancos e 1 nulo. A taxa de vota\u00e7\u00e3o foi de 52,3 por cento (336 votantes).<br \/>\nA lista encabe\u00e7ada por Rog\u00e9rio Magalh\u00e3es Matias, para o Conselho Fiscal e Jurisdicional, com o mesmo universo de eleitores, obteve 315 votos \u201csim\u201d, 10 \u201cn\u00e3o\u201d e 6 brancos. A taxa de vota\u00e7\u00e3o para este \u00f3rg\u00e3o foi de 51,6 por cento (331 votantes).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a tomada de posse do \u00f3rg\u00e3o que lidera o escutismo na regi\u00e3o de Aveiro, no pr\u00f3ximo s\u00e1bado, chegam ao fim nove anos de lideran\u00e7a de Manuel Santos, motivo para um breve balan\u00e7o sobre a sua a\u00e7\u00e3o num movimento que congrega mais de tr\u00eas mil crian\u00e7as e jovens na Diocese de Aveiro. &nbsp; Correio do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":25432,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38,70],"tags":[],"class_list":["post-25430","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25430","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25430"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25430\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25496,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25430\/revisions\/25496"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25432"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25430"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25430"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25430"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}