{"id":25511,"date":"2014-12-04T16:21:12","date_gmt":"2014-12-04T16:21:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=25511"},"modified":"2014-12-04T16:21:12","modified_gmt":"2014-12-04T16:21:12","slug":"cristo-das-trincheiras-em-exposicao-no-santuario-de-fatima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/cristo-das-trincheiras-em-exposicao-no-santuario-de-fatima\/","title":{"rendered":"&#8220;Cristo das Trincheiras&#8221; em exposi\u00e7\u00e3o no Santu\u00e1rio de F\u00e1tima"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/cristo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25512\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/cristo.jpg\" alt=\"\" width=\"248\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/cristo.jpg 248w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/cristo-186x300.jpg 186w\" sizes=\"auto, (max-width: 248px) 100vw, 248px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Imagem acompanhou grupo de soldados portugueses durante a Grande Guerra.<\/strong><\/p>\n<p>Uma das pe\u00e7as religiosas mais evocativas da participa\u00e7\u00e3o portuguesa na Primeira Guerra Mundial, o chamado \u201cCristo das Trincheiras\u201d, est\u00e1 desde s\u00e1bado em exposi\u00e7\u00e3o no Santu\u00e1rio de F\u00e1tima.<br \/>\nSegundo uma nota do gabinete de imprensa do Santu\u00e1rio, a vinda daquela imagem \u00e0 Cova da Iria prende-se com a inten\u00e7\u00e3o de recordar o contexto especial da quarta apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora em F\u00e1tima, que teve lugar a 19 de agosto de 1917.<br \/>\nUma \u00e9poca em que Portugal assistia ao \u201cterr\u00edvel\u201d desenrolar da \u201cPrimeira Grande Guerra\u201d e vivia as consequ\u00eancias da queda da Monarquia e instaura\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, marcada tamb\u00e9m pela \u201cdificuldade em fazer caminho no \u00e2mbito da f\u00e9\u201d, real\u00e7a o diretor do Museu de F\u00e1tima.<br \/>\nMarco Daniel Duarte lembra que quando os videntes de F\u00e1tima, Francisco, Jacinta e L\u00facia, \u201cse preparavam para ir para a Cova da Iria, para terem essa experi\u00eancia com a Virgem Maria, foram levados para Vila Nova de Our\u00e9m\u201d, por ordem do ent\u00e3o administrador do concelho, Artur de Oliveira Santos. Na altura, os tr\u00eas pastorinhos foram sujeitos durante tr\u00eas dias a um conjunto de interrogat\u00f3rios relacionados com o segredo de F\u00e1tima.<br \/>\nA exposi\u00e7\u00e3o, intitulada \u201cNeste vale de l\u00e1grimas\u201d, est\u00e1 no Convivium de Santo Agostinho, zona da Reconcilia\u00e7\u00e3o da Bas\u00edlica da Sant\u00edssima Trindade. Para al\u00e9m do \u201cCristo das Trincheiras\u201d, propriedade da Liga dos Combatentes, a mostra vai contar com \u201cpe\u00e7as do esp\u00f3lio do Santu\u00e1rio de F\u00e1tima\u201d e outras vindas da \u201cDiocese de Viseu, do Museu Nacional de Arte Antiga, da C\u00e2mara Municipal de Our\u00e9m e da Par\u00f3quia de Nossa Senhora da Piedade\u201d, tamb\u00e9m em Our\u00e9m.<br \/>\nPara Marco Daniel Duarte, o \u201cCristo das Trincheiras\u201d \u00e9 a pe\u00e7a que \u201cmelhor poder\u00e1 ilustrar a participa\u00e7\u00e3o de Portugal na Primeira Grande Guerra\u201d e tamb\u00e9m aquilo que \u201cpode ser o contexto crist\u00e3o em tempo de guerra\u201d.<br \/>\nEsta imagem de Cristo crucificado, de grandes dimens\u00f5es, foi companhia di\u00e1ria dos soldados portugueses que estiveram envolvidos na batalha de La Lys, em Fran\u00e7a, contra os alem\u00e3es, a 9 de abril de 1918. Em 1958, o Governo portugu\u00eas solicitou \u00e0s autoridades francesas que deixassem a imagem vir para Portugal, dada a sua liga\u00e7\u00e3o muito especial com os combatentes lusos.<br \/>\nO diretor do Museu de F\u00e1tima espera que a presen\u00e7a do \u201cCristo das Trincheiras\u201d no Santu\u00e1rio possa contribuir para \u201co conhecimento e prazer espiritual de milh\u00f5es de peregrinos e de combatentes\u201d. Sublinha ainda a mensagem de paz que a organiza\u00e7\u00e3o pretende deixar \u00e0s pessoas, expressa \u201cna \u00faltima parte da exposi\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\nAo revisitar o per\u00edodo conturbado de 1917, da Primeira Rep\u00fablica e da Primeira Grande Guerra, \u201co visitante vai poder entender como \u00e9 que a mensagem de F\u00e1tima entronca nestes cen\u00e1rios e qual \u00e9 a resposta que a Virgem Maria aqui pede para se alcan\u00e7ar a paz\u201d. \u201c\u00c9 a ora\u00e7\u00e3o o ros\u00e1rio, bem o sabemos\u201d, conclui Marco Daniel Duarte.<br \/>\n<strong>Ag. Ecclesia<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagem acompanhou grupo de soldados portugueses durante a Grande Guerra. Uma das pe\u00e7as religiosas mais evocativas da participa\u00e7\u00e3o portuguesa na Primeira Guerra Mundial, o chamado \u201cCristo das Trincheiras\u201d, est\u00e1 desde s\u00e1bado em exposi\u00e7\u00e3o no Santu\u00e1rio de F\u00e1tima. 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