{"id":25813,"date":"2015-04-02T14:10:54","date_gmt":"2015-04-02T14:10:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=25813"},"modified":"2015-04-02T14:10:54","modified_gmt":"2015-04-02T14:10:54","slug":"passagens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/passagens\/","title":{"rendered":"Passagens"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_24487\" aria-describedby=\"caption-attachment-24487\" style=\"width: 243px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Web_M-Oliveira-de-Sousa1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-24487 size-medium\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Web_M-Oliveira-de-Sousa1-243x300.jpg\" alt=\"M. Oliveira de Sousa Professor\" width=\"243\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Web_M-Oliveira-de-Sousa1-243x300.jpg 243w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Web_M-Oliveira-de-Sousa1.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 243px) 100vw, 243px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-24487\" class=\"wp-caption-text\">M. Oliveira de Sousa<br \/> Professor<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cada dia que passa \u00e9 uma nova passagem vencida, uma \u201cpassagem passada\u201d? N\u00e3o faltam refer\u00eancias que ajudar\u00e3o a explicitar a multiplicidade de situa\u00e7\u00f5es em que \u00e9 poss\u00edvel fazer alus\u00e3o a passagem.<br \/>\nH\u00e1 coisas que n\u00e3o passam, outras que custam a passar. H\u00e1 ainda o que nunca deveria passar e, claro, o que n\u00e3o deveria existir!<br \/>\nPor\u00e9m, nestes dias \u00e9 demasiado evidente que o centro de refer\u00eancia \u00e9 a P\u00e1scoa, o tempo prop\u00edcio para a mem\u00f3ria do que se n\u00e3o se pode ignorar, sem saudades das cebolas do Egipto (em analogia \u00e0 passagem da hist\u00f3ria da humanidade inaugurada nas funda\u00e7\u00f5es judaico-crist\u00e3s, que o livro dos N\u00fameros refere em 11,5, porque ainda h\u00e1 muitas cebolas!) nem arrog\u00e2ncia de maiorias no seio das sociedades deste tempo.<br \/>\n\u00c9 urgente que se passe de um tempo de vulgaridade para uma atitude de compromisso desinteressado. Mas tamb\u00e9m h\u00e1 por a\u00ed ares de tanto compromisso crist\u00e3o que n\u00e3o passa de oportunismo da velha cristandade.<br \/>\n\u00c9 urgente que se passe da ignor\u00e2ncia para a leitura atenta dos sinais dos tempos.<br \/>\nPorque, como nos sugere a Comiss\u00e3o Nacional Justi\u00e7a e Paz, n\u00e3o podemos ignorar os nossos irma\u0303os perseguidos e mortos que cometeram o \u201cpecado\u201d de se assumirem como crista\u0303os. E\u0301 que \u201cse um membro sofre, todos sofrem com ele\u201d.<br \/>\nNa\u0303o podemos ignorar, tambe\u0301m, os fie\u0301is muc\u0327ulmanos e de outras religio\u0303es que tambe\u0301m sa\u0303o vi\u0301timas do extremismo fundamentalista.<br \/>\nNa\u0303o podemos ignorar que o templo de Deus somos no\u0301s mesmos e que ao sermos violentados e perseguidos e\u0301 tambe\u0301m o Senhor que Sofre.<br \/>\nNa\u0303o podemos ignorar o apelo do Papa Francisco para \u201cque esta perseguic\u0327a\u0303o contra os crista\u0303os, que o mundo procura esconder, acabe e haja paz\u201d.<br \/>\nA Comissa\u0303o Nacional de Justic\u0327a e Paz apela a todos os crista\u0303os e pessoas de boa vontade para que acompanhem os nossos irma\u0303os que sofrem estes horrores e perseguic\u0327o\u0303es e para que na\u0303o os ignorem. Neste tempo de orac\u0327a\u0303o mais intensa em que recordamos a Paixa\u0303o e Morte de Jesus Cristo, sejamos firmes na Orac\u0327a\u0303o, saibamos levar a Esperanc\u0327a a quem dela necessita e pratiquemos a nossa Caridade atrave\u0301s do apoio a todos aqueles que, no terreno, esta\u0303o junto dos violentados e perseguidos.<br \/>\nQue passe r\u00e1pido o que deve ser passado!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Cada dia que passa \u00e9 uma nova passagem vencida, uma \u201cpassagem passada\u201d? N\u00e3o faltam refer\u00eancias que ajudar\u00e3o a explicitar a multiplicidade de situa\u00e7\u00f5es em que \u00e9 poss\u00edvel fazer alus\u00e3o a passagem. H\u00e1 coisas que n\u00e3o passam, outras que custam a passar. 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